sexta-feira, julho 09, 2010

Jogo 61 - Laranja bate Uruguai e chega à sua terceira final de Copa do Mundo.


Por Danilo Silveira

Holanda vence azul celeste, mantém vivo sonho do título e espera por Espanha ou Alemanha.




E a Holanda volta a uma final de Copa do Mundo depois de 32 anos. A classificação veio com uma boa vitória sobre o Uruguai, por 3 x 2, no estádio Cape Town.



Chutes de fora da área e tudo igual na primeira etapa.


Logo aos 3 minutos de partida, Sneijder cruzou da direita, Muslera espalmou mal e a bola sobrou para Kuyt, que bateu por cima do gol. A laranja tentava tomar a iniciativa do jogo, mas foi o Uruguai que chegou aos 12. Cavani, pela esquerda, lançou Forlán, que chutou dentro da área e o atacante chutou a direita do gol, mas o impedimento já havia sido assinalado. E aos 17, saiu o gol holandês. E que golaço! A equipe trocava passes no meio e a bola sobrou an esquerda para Van Bronckhorst, que de muito longe arriscou pro gol, Muslera ainda pulou e se esticou todo, mas a bola tocou na trave e entrou no ângulo esquerdo. A Holanda ditava o ritmo do jogo, tendo 63% de bola. Mas com o final do primeiro tempo chegando, a seleção azul celeste tentou incomodar. Aos 35, Álvaro Pereira arriscou de fora para fácil defesa de Stekelenburg. Dois minutos depois, cruzamento da esquerda mas Forlán completou mal de cabeça, por cima. Aos 39, Kuyt recebeu pela esquerda e chutou rasteiro para defesa de Muslera. E no minuto seguinte veio o empate uruguaio. De longe, Forlán arriscou e Stekelenburg falhou e a bola entrou no alto, no centro do gol. E antes do final da primeira etapa, Forlán tentou a virada cobrando falta, mas dessa vez o goleiro defendeu firme. E aos 47, Robben recebeu no mano a mano, mas o juiz encerrou a primeira etapa antes da conclusão da jogada.

Ofensiva, Holanda marca duas vezes.

No intervalo, o técnico Van Marwijk mexeu na equipe provando que partiria pra cima do Uruguai, tirou De Zeew e colocou Van Der Vaart. Mas aos 5 minutos, Boulahrouz quase complicou a vida holandesa ao atrasar mal uma bola para Stekelenburg, Cavani dividiu com goleiro e a bola sobrou para aaaaaa, que conmpletou na direção do gol e Van Bronckhorft salvou antes que a bola entrasse. A laranja tentava criar mas o Uruguai se defendia bem. Aos 21, nova cobrança de falta de Forlán, dessa vez a bola foi no canto direito do goleiro holândes, que tirou. Aos 22, a Holanda quase chegou ao gol. Bola lançada pra Van Persie que dominou bem, cercado por três, e tocou para Van Der Vaart, que chutou para defesa de Muslera. Mas no minuto seguinte lá estava a Holanda na frente do palcar novamente. Pela esquerda, Sneijder arriscou, a bola passou por Van Persie, que não desviou e a bola topcou na trave esquerda e entrou. O gol, por´pem, era pra ser invalidado, já que Van Persie estava a frente e mesmo sem desviar, participou indiretamente do lance, mas o juiz nada assinalou. E pouco depois saiu o terceiro. Cruzamento de Kuyt da esqeurda e Robben, de cabeça, colocou no cantinho direito de Muslera ampliando. Precisando de gols, Tabárez tirou Álvaro Pereira e colocou Loco Abreu. Mas foia Holanda que quase ampliou aos 40. Depois de lindo passe de calcanhar de Van Persie, Arjen Robben apareceu na cara do gol, mas tentou encobrir Muslera que defendeu. Logo depois, Van Marwijk tirou o craque do Bayern de Muniche e colocou Elia. E aos 45, o Uruguai diminuiu. Gargano tocou para Maxi Pereira, que chutou de fora da área, no canto direito de Muslera. E a equipe azul ainda tinah alguns minutos para tentar empatar e tentou o abafa, mas a vaga na final era mesmo holandesa.

Agora, a Laranja espera o vencedor da partida que será disputada entre Espanha e Alemanha, amanhã, para saber quem será os eu adversário, na sua terceira final de Copa do Mundo. O Uruguai, tentará disputará a terceira colocação com o perdedor desse confronto.

segunda-feira, julho 05, 2010

O passeio da zebra pela África.

Por Danilo Silveira

Confira abaixo, as maiores zebras da Copa do Mundo 2010.
1 - Espanha 0 x 1 Suiça

A campeã européia de 2008, marcada pelo bom futebol e pelo seu poderoso ataque, não conseguiu quebrar a retranca suiça e acabou sendo derrotada por 1 x 0 em sua estreia na Copa.

2 - Itália 1 x 1 Nova Zelândia

Deposi de estrear empatando com o Paraguai, os italianos esperavam uma vitória convincente sobre a Nova Zelândia, porém, a azurra não saiu do empate. Depois de estar perdendo, a equipe conseguiu o empate em pênalti convertido por Iaquinta, mas foi só. O resultado acabou sendo determinante para eliminação da Itália.

3 - Alemanha 0 x 1 Sérvia

Depois de estrear muito bem, goleando a Austrália, esperava-se uma grande vitória alemã sobre a Sérvia. Mas perdendo muitos gols, inclusive um pênalti, a equipe saiu de campo sem balançar as redes. A expulsão de Klose, ainda na primeira etapa, foi também um dos fatores que contribuíram para a derrota.

4 - França 1 x 2 África do Sul

Uma crise na seleção francesa veio a tona durante a Copa do Mundo. Depois de estrear empatando com o Uruguai e perder para o México, os franceses precisavam golear os anfitriões para sonhar em avançar de fase. Mas os africanos jogaram melhor e venceram. E ainda desperdiçaram grandes chances de gol, que poderiam acarretar em uma goleada, que aumentaria ainda mais o vexame francês.

5 - Inglaterra 0 x 0 Argélia

O grupo C era considerado um dos mais fracos da Copa do Mundo, mas se tornou um drama para Inglaterra. Depois do empate com os EUA na estreia, os ingleses não se encontraram em campo e não passram de um empate em 0 x 0 com a Argélia. Na última rodada, a equipe se recuperou vencendo a Eslovênia e avançou em segundo lugar.

Dunga x Maradona


Carlos Caetano Bledorn verri. Técnico da seleção brasileira de futebol. Nascido em 31/10/1963, ex jogador de futebol, levantou a taça do mundo em 1994. Diego Armando Maradona, técnico da seleção argentina de futebol. Nascido em 30/10/1960, ex jogador de futebol, levantou a taça do mundo em 1986. Tanta semelhança em dois seres humanos que vivem momentos tão iguais e tão distintos.

Dunga, assumiu a seleção brasileira em 2006, após o fracasso no mundial daquele ano. Com uma política de renovação, deixou de lado vários medalhões e fez uma seleção de jogadores, em sua maioria, menos badalados. Ganhou a Copa América, a copa das confederações e classificou sua seleção em primeiro lugar nas eliminatórias. Já Maradona, assumiu a seleção argentina em 2008 em meio a uma crise de resultados ruin. Convocou mais de cem jogadores em um ano e meio e foi criticado, acusado de estar banalizando a seleção. Classificou-se no sufoco, na quarta colocação das eliminatórias, ao vencer o Uruguai em Montevidéu.

Os dois foram a África e foram eliminados quase ao mesmo tempo, mas de forma bem diferente.

Dunga, foi para uma guerra. Ele, era o comandante, estilo capitão, durão e ranzinzo. Fechou seu exército e nada mais importa. Todos que estão fora do seu grupo viraram inimigos. Faz dos gramados em que pisa, verdadeiros campos de batalha, o local de treinamento era fechado, onde quase ninguém pisava, quase ninguém espionava. E lá, ele trabalhou toda sua estratégia, com todo seu material, para achar a melhor maneira de destruir o inimigo. Não queria conselhos, não aceitava opiniões contrárias a sua estratégia de guerra. Os jornalistas do seu próprio país se tornaram inimigos também. Dunga não trabalhou com a hipótese de sair derrotado. Era vencer ou vencer. Uma estratégia muito perigosa. Se apoiou no fato de ter vencido todas as batalhas anteriores, mesmo que seu material não seja tecnologicamente superior aos demais. Apostou na suepração como fonte do sucesso. Acreditou na entrega dos seus soldados, que lutaram bravamente em prol da pátria amada. Exilou vários combatentes que mesmo potencialmente bons, não faziam parte da sua estratégia de guerra. Agora, saiu derrotado e irão chover críticas em cima de seu trabalho. Dunga será amrcado pelo guerrilheiro que ciau do cavalo na hora H

Maradona, foi para uma peça de teatro. Ele, era o diretor, carismático e bem humorado. Polêmico, sempre com declarações impactantes fechou seu elenco e deu para Leonel Messi, a camisa de protagonista. Usou toda sua experiência teatral como fonte do sucesso. O mundo escolheu a África do Sul como o cenário e Maradona escolheu a aventura e suspense como tema de sua peça. E seus atores atuaram muito bem. Classe, elegância e maestria foram adjetivos presentes em quase todos os capítulos. Como bom diretor, Maradona idealizou o final. E não contou com nenhuma espécie de vilão. mas de repente surgiu uma Alemanha, que deu um fim trágico à peça de Maradona