Por Eduardo Rivillo
O bom futebol apresentado pela França na fase de grupos demorou para aparecer nas oitavas-de-final. Não saberemos até que ponto isso se deve ao fator psicológico de ser um jogo eliminatório ou de ser a Nigéria uma equipe que encontrou melhores fórmulas que Honduras, Suíça e Equador para medir forças com os franceses. Mas o fato é que, por mais que tenha demorado, o bom futebol da seleção comandada por Didier Deschamps apareceu. Foi em algum momento depois do intervalo no estádio Mané Garrincha, mais precisamente após o minuto 62, quando o técnico capitão de 1998 colocou Griezmann no lugar de Giroud. Apareceu. Poderia ter sido tarde, pois ainda no primeiro tempo os nigerianos tiveram um gol de Emenike anulado por questão de centímetros. Poderia ter sido tarde também porque a França contou com a complacência do árbitro estadunidense Mark Geiger para continuar com onze em campo: a entrada de Matuidi em Onazi, que lesionou o camisa dezessete, era digna de expulsão.
Contudo, com tudo isso salvando a França do que poderia ser um primeiro tempo trágico, houve algo de bom por parte dos Azuis antes do intervalo: em lance onde Pogba tabelou com Valbuena, só não tivemos um dos gols mais bonitos na Copa porque Enyeama realizou uma das mais belas defesas no Mundial. Que goleiraço!
Veio o segundo tempo e cada minuto que avançava no cronômetro parecia dar mais esperanças às Águias. Em lances como o chute firme e rasteiro de Odemwingie, que foi bloqueado em defesa difícil de Lloris, parecia estar sendo construída mais uma surpresa na Copa do Mundo 2014. Até porque o ataque francês era naquele momento inofensivo: Benzema não conseguia dialogar com Giroud, os avanços de Pogba e Matuidi eram bem vigiados por Gabriel (que substituiu Onazi, vítima de Matuidi) e Obi Mikel. A França, talvez pela primeira vez no torneio, vinha se tornando um time previsível.
Foi então que Deschamps teve uma visão. E mudou o jogo numa substituição: Griezmann no lugar de Giroud. Não abriu mão de jogar com três volantes, mesmo quando dois deles pareciam suficientes para conter uma Nigéria onde Musa estava apagado e Moses também pouco rendia no campo de ataque, isolando Emenike e sobrecarregando Odemwingie. Enyeama passou a ser mais exigido, praticando defesas espetaculares, como em lance onde Benzema surgiu cara-a-cara, parou no goleiro e ainda viu Moses afastar praticamente em cima da linha final. Os nigerianos foram também salvos pelo travessão, após chute de longe de Debuchy. Mas, aos trinta e três, não houve salvação: escanteio cobrado pela esquerda, Enyeama não conseguiu afastar e Pogba aproveitou o raro vacilo do goleiro para cabecear na rede.
Com Griezmann bem no jogo, Valbuena sobrando por todos os cantos do campo, Benzema subindo de rendimento ao lado dos companheiros e a vantagem no placar, a França finalmente mostrava algo próximo àquela França dos três jogos anteriores. Stephen Keshi demorou para tomar alguma providência, só mexendo no time aos quarenta e três: Nwofor no lugar de Moses. Era a segunda alteração e ele preferiu não fazer a terceira. Até porque, pouco depois, Valbuena avançou pela direita em liberdade, cruzou rasteiro buscando Griezmann e Yobo, zagueiro nigeriano, fez a tarefa do atacante francês, desviando para a rede. Aí não tem Enyeama que dê jeito. 2a0 França, que avança. Pela frente virá o vencedor de Alemanha e Argélia. Ou seja, teremos ou um encontro de gigantes ou de rivais históricos na geopolítica mundial. Liberdade, igualdade e fraternidade, antes de mais nada.
sexta-feira, julho 04, 2014
domingo, junho 29, 2014
JOGO 51: SUPERANDO OBSTÁCULOS DOS MAIS DIVERSOS: VIVE A HOLANDA!
Por Danilo Silveira
Foi como se Amsterdã por um instante tivesse desembarcado em Fortaleza. Como se todos os holandeses, por um instante, usassem o teletransporte para se materializar em pleno gramado do Castelão. Não, claro que eles não fizeram isso. Transcende o limite humano! Mas, talvez tenha sido uma das onipresenças mais presentes dessa Copa do Mundo. Huntellar tinha à sua frente a bola, Ochoa e as redes. Às suas costas, um peso enorme de uma nação, carente de um título Mundial...
Quem esperava uma vitória tranquila da Holanda sobre o México se assustou com o primeiro tempo, onde os mexicanos foram bem superiores. Os jogadores que vestiam laranja davam sinais que sofriam bastante com o sol que incidia na quente capital cearense. Mas, com a ajuda do goleiro Cillessen e dos erros de pontaria do México, a Holanda conseguiu levar o 0 a 0 até o intervalo.
No entanto, poderia a Holanda ter aberto o placar ainda mesmo nos 45 minutos de jogo. Van Persie foi presenteado pelo sistema defensivo mexicano, que errou na saída de bola. O atacante holandês avançou até servir Robben, que invadiu a área e sofreu pênalti duas vezes: primeiro de Rafa Márquez, depois de Moreno. Teria o árbitro português Pedro Proença que apitar e assinalar à marca redonda dentro da grande área. Isso não seria um presente para o Holanda e sim uma obrigação dele enquanto senhor responsável por aplicar as regras do jogo. Só que ele não o fez, tornando-se mais um obstáculo para a Holanda, além dos fatores climáticos.
O chute de Giovanni os Santos, logo aos 2 minutos da segunda etapa, encontrou as redes holandesas. Para o México era um jogo de futebol, para a Holanda acabava de se tornar um filme de terror. Calor, pênalti não marcado, adversário em vantagem, jogo eliminatório. Parecia a Laranja que goleou a Espanha por 5 x 1 na estreia fadada à desclassificação, logo, no primeiro duelo de mata-mata que encontrava pela frente.
Só que a Holanda tem Robben. E era ele o elemento mais preparado para dar fim a esse filme de terror e recolocar a equipe em um jogo de futebol. Apareceu Vlaar para auxilia-lo nessa missão, só que foi aí que percebeu-se que o calor, o árbitro e a adversidade do placar não eram os únicos obstáculos daquela tarde ensolarada. O zagueiro se infiltrou na pequena área mexicana para chutar e ver a bola explodir em Ochoa, percorrer para a esquerda e tocar a trave mexicana. Goleiro adversário e falta de sorte apareciam ali para tornar ainda mais complexa a vida holandesa.
E se já não era suficiente o número de problemas para os comandados de Van Gaal, surgiu nos minutos finais da partida a retranca mexicana. A equipe comandada por Miguel Herrera mudou a estratégia de jogo e os homens de camisa verde, que no primeiro tempo estavam no ataque, agora se trancavam na defesa, com o intuito de evitar que um gol holandês devolvesse a igualdade ao marcador. Parecia que nem Robben (que não é o super herói amigo do Batman) daria jeito dessa vez. Nem aquele carequinha com muita habilidade nas pernas, em especial à esquerda, seria capaz de manter viva a esperança holandesa de permanecer na Copa do Mundo.
Só que no futebol, o provável é improvável, o certo é incerto e o iminente nem sempre acontece. Apareceu outro careca para dar aos holandeses o alívio. Sneijder aproveitou ajeitada de Huntelaar e soltou um foguete, quase furando as redes mexicanas. Não havia árbitro, calor, Ochoa nem trave que evitasse ali o empate. Quando o relógio já quase tornava esgotáveis as chances holandesas! Aos 42 minutos da segunda etapa!
Agora viria pela frente a prorrogação, certo? Não! A imprevisibilidade futebolística atuou no Castelão. Ironicamente, quando Robben fazia boa jogada dentro da área mexicana, veio Rafa Márquez e o atingiu no pé. O mesmo Rafa Márquez que havia cometido o pênalti negado pelo árbitro na primeira etapa. Dessa vez, a infração era menos clara, mas Pedro Proença acertou em apontar à marca penal.
...e Huntelaar não sentiu o peso que tinha nas costas! Chutou a bola e estufou as redes mexicanas, colocando a Holanda nas quartas de final e mantendo vivo o sonho do inédito título Mundial.
Foi como se Amsterdã por um instante tivesse desembarcado em Fortaleza. Como se todos os holandeses, por um instante, usassem o teletransporte para se materializar em pleno gramado do Castelão. Não, claro que eles não fizeram isso. Transcende o limite humano! Mas, talvez tenha sido uma das onipresenças mais presentes dessa Copa do Mundo. Huntellar tinha à sua frente a bola, Ochoa e as redes. Às suas costas, um peso enorme de uma nação, carente de um título Mundial...
Quem esperava uma vitória tranquila da Holanda sobre o México se assustou com o primeiro tempo, onde os mexicanos foram bem superiores. Os jogadores que vestiam laranja davam sinais que sofriam bastante com o sol que incidia na quente capital cearense. Mas, com a ajuda do goleiro Cillessen e dos erros de pontaria do México, a Holanda conseguiu levar o 0 a 0 até o intervalo.
No entanto, poderia a Holanda ter aberto o placar ainda mesmo nos 45 minutos de jogo. Van Persie foi presenteado pelo sistema defensivo mexicano, que errou na saída de bola. O atacante holandês avançou até servir Robben, que invadiu a área e sofreu pênalti duas vezes: primeiro de Rafa Márquez, depois de Moreno. Teria o árbitro português Pedro Proença que apitar e assinalar à marca redonda dentro da grande área. Isso não seria um presente para o Holanda e sim uma obrigação dele enquanto senhor responsável por aplicar as regras do jogo. Só que ele não o fez, tornando-se mais um obstáculo para a Holanda, além dos fatores climáticos.
O chute de Giovanni os Santos, logo aos 2 minutos da segunda etapa, encontrou as redes holandesas. Para o México era um jogo de futebol, para a Holanda acabava de se tornar um filme de terror. Calor, pênalti não marcado, adversário em vantagem, jogo eliminatório. Parecia a Laranja que goleou a Espanha por 5 x 1 na estreia fadada à desclassificação, logo, no primeiro duelo de mata-mata que encontrava pela frente.
Só que a Holanda tem Robben. E era ele o elemento mais preparado para dar fim a esse filme de terror e recolocar a equipe em um jogo de futebol. Apareceu Vlaar para auxilia-lo nessa missão, só que foi aí que percebeu-se que o calor, o árbitro e a adversidade do placar não eram os únicos obstáculos daquela tarde ensolarada. O zagueiro se infiltrou na pequena área mexicana para chutar e ver a bola explodir em Ochoa, percorrer para a esquerda e tocar a trave mexicana. Goleiro adversário e falta de sorte apareciam ali para tornar ainda mais complexa a vida holandesa.
E se já não era suficiente o número de problemas para os comandados de Van Gaal, surgiu nos minutos finais da partida a retranca mexicana. A equipe comandada por Miguel Herrera mudou a estratégia de jogo e os homens de camisa verde, que no primeiro tempo estavam no ataque, agora se trancavam na defesa, com o intuito de evitar que um gol holandês devolvesse a igualdade ao marcador. Parecia que nem Robben (que não é o super herói amigo do Batman) daria jeito dessa vez. Nem aquele carequinha com muita habilidade nas pernas, em especial à esquerda, seria capaz de manter viva a esperança holandesa de permanecer na Copa do Mundo.
Só que no futebol, o provável é improvável, o certo é incerto e o iminente nem sempre acontece. Apareceu outro careca para dar aos holandeses o alívio. Sneijder aproveitou ajeitada de Huntelaar e soltou um foguete, quase furando as redes mexicanas. Não havia árbitro, calor, Ochoa nem trave que evitasse ali o empate. Quando o relógio já quase tornava esgotáveis as chances holandesas! Aos 42 minutos da segunda etapa!
Agora viria pela frente a prorrogação, certo? Não! A imprevisibilidade futebolística atuou no Castelão. Ironicamente, quando Robben fazia boa jogada dentro da área mexicana, veio Rafa Márquez e o atingiu no pé. O mesmo Rafa Márquez que havia cometido o pênalti negado pelo árbitro na primeira etapa. Dessa vez, a infração era menos clara, mas Pedro Proença acertou em apontar à marca penal.
...e Huntelaar não sentiu o peso que tinha nas costas! Chutou a bola e estufou as redes mexicanas, colocando a Holanda nas quartas de final e mantendo vivo o sonho do inédito título Mundial.
sábado, junho 28, 2014
JOGO 50: COLÔMBIA INVADE O PASSADO, ESCREVE O PRESENTE E SONHA COM O FUTURO
Por Danilo Silveira
A forma retilínea do tempo caminhar faz o futebol cada vez mais um esporte cheio de nuances, capítulos, histórias e expectativas. Ninguém pode voltar para reconstruir o passado, mas pode o novo ser construído com base no que ficou para trás. Possivelmente nenhum dos milhares de espectadores que adentraram o Maracanã no dia 16 de julho de 1950 esteve presente nele neste sábado, 28 de junho de 2014, quase 64 anos depois.
O futebol nem sempre precisa de testemunhas!. A presença de pessoas que assistiram à vitória uruguaia em cima do Brasil em 1950 não se fazia necessária para tornar a entrada do Uruguai no campo do Estádio Mário Filho neste sábado um dos momentos mais marcantes dessa Copa do Mundo.
Algumas histórias parecem que são montadas e desencadeadas por deuses desse esporte, com o intuito de tornar-lo ainda mais fantástico. Uma vitória uruguaia em cima da Colômbia no Maracanã significaria colocar-lo frente a frente com o Brasil nas quartas-de-final, 64 anos depois do fatídico jogo de 1950. No mesmo país, no mesmo esporte, na mesma competição, mas com diferentes personagens.
Uruguai, Brasil e Maracanã em um mesmo cenário, dentro de uma Copa do Mundo com 32 seleções e doze estádios. Coisas do destino! Só que no meio de todo esse processo que envolve magia, história, mística, rivalidade e sabe-se Deus mais o que, tinha a Colômbia. Forte e competente de maneira mais que suficiente para mandar para casa a Celeste, curiosamente no jogo de número 50 da Copa do Mundo, impedindo assim o citado reencontro.
Verdade seja dita que um Brasil x Uruguai daria à Copa um gosto único, quase que inimaginável. Só que também é verdade que hoje a Colômbia tem um time muito melhor que os dois campeões mundiais. Muito mais arrumado por José Pekermann, argentino que vem se mostrando bem competente na função de treinador. E se no banco de reservas está bem servida, dentro de campo a Colômbia também tem mostrado muita qualidade. James Rodríguez tem jogado bem, marcou os dois gols que eliminaram o Uruguai! Um deles foi uma pintura! Cuadrado tem sido o motor da equipe, Yepes o xerifão na defesa e Ospina fazendo valer o ditado que "todo bom time começa por um bom goleiro".
O futebol tem o poder de se renovar, respeitando suas tradições e raízes, que nunca são esquecidas, mesmo que guardadas em algum lugar do passado onde não exista ninguém para testemunhar. O futebol não precisa que os mesmos personagens do passado se repitam no futuro. Seja lá qual for a distância entre esse passado e o futuro, o Brasil sempre foi o Brasil e o Uruguai sempre foi o Uruguai. Se não carregam semelhanças na forma de jogar, carregam o nome, a tradição. Isso é imutável, porque quis a história que assim fosse. Quis também o futebol inserir mais um ingrediente dentro disso tudo: a Colômbia.
Colômbia essa que está em pleno século 21, mexendo em uma história de 1950. Eliminou um dos personagens. Falta mais um! Quem sabe? Quem sabe seja a Colômbia a escolhida para tirar Uruguai e Brasil da Copa do Mundo e tentar fazer com que o mesmo Maracanã de 64 anos atrás seja Bogotá por uma noite. A tão sonhada noite de 13 de julho de 2014!
A forma retilínea do tempo caminhar faz o futebol cada vez mais um esporte cheio de nuances, capítulos, histórias e expectativas. Ninguém pode voltar para reconstruir o passado, mas pode o novo ser construído com base no que ficou para trás. Possivelmente nenhum dos milhares de espectadores que adentraram o Maracanã no dia 16 de julho de 1950 esteve presente nele neste sábado, 28 de junho de 2014, quase 64 anos depois.
O futebol nem sempre precisa de testemunhas!. A presença de pessoas que assistiram à vitória uruguaia em cima do Brasil em 1950 não se fazia necessária para tornar a entrada do Uruguai no campo do Estádio Mário Filho neste sábado um dos momentos mais marcantes dessa Copa do Mundo.
Algumas histórias parecem que são montadas e desencadeadas por deuses desse esporte, com o intuito de tornar-lo ainda mais fantástico. Uma vitória uruguaia em cima da Colômbia no Maracanã significaria colocar-lo frente a frente com o Brasil nas quartas-de-final, 64 anos depois do fatídico jogo de 1950. No mesmo país, no mesmo esporte, na mesma competição, mas com diferentes personagens.
Uruguai, Brasil e Maracanã em um mesmo cenário, dentro de uma Copa do Mundo com 32 seleções e doze estádios. Coisas do destino! Só que no meio de todo esse processo que envolve magia, história, mística, rivalidade e sabe-se Deus mais o que, tinha a Colômbia. Forte e competente de maneira mais que suficiente para mandar para casa a Celeste, curiosamente no jogo de número 50 da Copa do Mundo, impedindo assim o citado reencontro.
Verdade seja dita que um Brasil x Uruguai daria à Copa um gosto único, quase que inimaginável. Só que também é verdade que hoje a Colômbia tem um time muito melhor que os dois campeões mundiais. Muito mais arrumado por José Pekermann, argentino que vem se mostrando bem competente na função de treinador. E se no banco de reservas está bem servida, dentro de campo a Colômbia também tem mostrado muita qualidade. James Rodríguez tem jogado bem, marcou os dois gols que eliminaram o Uruguai! Um deles foi uma pintura! Cuadrado tem sido o motor da equipe, Yepes o xerifão na defesa e Ospina fazendo valer o ditado que "todo bom time começa por um bom goleiro".
O futebol tem o poder de se renovar, respeitando suas tradições e raízes, que nunca são esquecidas, mesmo que guardadas em algum lugar do passado onde não exista ninguém para testemunhar. O futebol não precisa que os mesmos personagens do passado se repitam no futuro. Seja lá qual for a distância entre esse passado e o futuro, o Brasil sempre foi o Brasil e o Uruguai sempre foi o Uruguai. Se não carregam semelhanças na forma de jogar, carregam o nome, a tradição. Isso é imutável, porque quis a história que assim fosse. Quis também o futebol inserir mais um ingrediente dentro disso tudo: a Colômbia.
Colômbia essa que está em pleno século 21, mexendo em uma história de 1950. Eliminou um dos personagens. Falta mais um! Quem sabe? Quem sabe seja a Colômbia a escolhida para tirar Uruguai e Brasil da Copa do Mundo e tentar fazer com que o mesmo Maracanã de 64 anos atrás seja Bogotá por uma noite. A tão sonhada noite de 13 de julho de 2014!
Brasil x Colômbia, 4 de julho, às 17h! Imperdível!
Assinar:
Postagens (Atom)



