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sexta-feira, novembro 23, 2012

EM BOM JOGO, LIVERPOOL E YOUNG BOYS EMPATAM EM ANFIELD ROAD

Por Danilo Silveira

Nem sempre os jogos mais aguardados pelo público e mais badalados pela grande mídia são os melhores. E os com menos destaque na mídia, às vezes surpreendem. É nesse segundo caso que se encontra o duelo desta quinta-feira entre Liverpool x Young Boys. Jogando em Anfield Road, em confronto válido pela Liga Europa, as duas equipes fizeram um bom jogo de futebol, que terminou empatado em 2 x 2.

Time suiço começa bem, mas Liverpool melhora e abre o placar.

Em 90 minutos, ficou nítido que as duas equipes apresentavam algo em comum no estilo de jogo. Tanto o time inglês quanto o suiço tiveram como iniciativa atuar com a bola no chão, com trocas qualificadas de passes, sem muitos chutões ou ligações diretas. A saída foi dada pelo Young Boys, que em questão de segundos estava na área do Liverpool, mas a finalização acabou indo para fora. E nos minutos iniciais, a equipe suiça conseguiu jogar até melhor que o Liverpool, mas as chances do time da casa não demorariam a aparecer. Aos 16, Shelvey enfiou bola para Joe Cole, na ponta direita e o inglês chutou cruzado, para fora. Aos 20, um lance inusitado. Bola na área defensiva do Young boys, Veskovac tentou sair jogando de calcanhar, perdeu bola para Assaid e acabou sentindo uma contusão na coxa, caindo no chão. Sorte a dele que o goleiro Wolfli conseguiu sair e evitar que Assaid conseguisse ficar com a bola e prosseguisse no lance Logo, Veskovac foi substituído por Ojala. O Liverpool seguiu criando chances. Shelvey apareceu novamente aos 25 no meio campo do Liverpool, dando um belíssimo passe de calcanhar para Henderson, que de cara para o gol, não
finalizou bem e Wolfli defendeu. Não é comum ver um jogador ser substituído ainda na primeira etapa, mas Brendan Rodgers resolveu mexer com 30 minutos. Gerrard entrou na vaga do ala direito Wisdom. O Liverpool era melhor na partida e conseguiu abrir o marcador aos 32, com um belo gol. Joe Cole tabelou com Suso pela direita, deu uma cavadinha na saída do goleiro, encontrando Shelvey, que usou a cabeça para empurrar para as redes. E por pouco os Reds não aumentaram aos 36, em uma sobra de escanteio, mas Nuzzolo apareceu perto da linha final para evitar.

Young Boys consegue chegar por duas vezes ao empate

Nos minutos iniciais da segunda etapa, o Young Boys viveu seu melhor momento na partida e conseguiu chegar ao gol de empate. Mas, antes disso, duas boas jogadas não terminaram com bola nas redes, aos 3 e aos 4 minutos, em chutes que não tiveram a direção do gol de Pepe Reina. Mas, aos 6, o sueco Farnerud lançou Bobadilla na ponta esquerda da grande área e o camisa 9 conseguiu um lindo domínio na coxa direita, somado a uma bomba cruzada de canhota. Um golaço! Brendan Rodgers, que poupava alguns de seus titulares, resolveu lançar Suárez aos 14 minutos, sacando Suso do time. Coincidência ao não, foi mais ou menos nesse período que o Liverpool voltou a jogar
bem, a ser superior no campo de jogo. O bom futebol apresentado pelo Young Boys, com boa troca de passes, parece que foi esquecido pelos jogadores. A equipe suiça tinha dificuldades para desenvolver seu jogo. E o Liverpool chegou ao gol aos 26, em mais uma jogada bonita, pelo chão. Suárez tocou para Gerrard, que serviu Joe cole, que chutou para vencer o goleiro Wolfli e colocar os Reds novamente em vantagem. Pouco depois, aos 29, Cole saiu de cmapo muito aplaudido, para a entrada do jovem Sterling. No Young Boys, aos 31, Frey entrou na vaga de Nuzzolo e Cinco minutos mais tarde, a última mexida no time suiço: Vitkieviez na vaga de Schneuwly. O time até
esboçava alguma reação, mas no geral, o Liverpool era melhor no campo de jogo. Mas, aos 42, aconteceu aquilo que parecia que não aconteceria: o empate do Young Boys. E ele saiu em uma bonita jogada, pelo chão, que terminou com Zverotic tabelando com Frey e chutando forte, de fora da área, para vencer Pepe Reina. O Liverpool jogou melhor a maior parte do tempo, mas o empate acabou se tornando um resultado interessante analisando o que as equipes apresentaram em campo. Premiou a ousadia e o estilo de jogo da equipe suiça. Não teve retranca, não teve defensivismo, o Young Boys foi um time que tentou jogar 90 minutos de igual para igual contra o Liverpool em Anfield Road.

sábado, setembro 01, 2012

COM DOSES FORTES DE EMOÇÃO, LIVERPOOL AVANÇA À FASE DE GRUPOS DA LIGA EUROPA



Por Danilo Silveira 


Na última quinta-feira, jogando em Anfield Road, o Liverpool passou por um grande susto, diante do Heart, da Escócia, no jogo que decidiu qual equipe seguiu rumo à fase de grupos da Liga Europa. Depois de vencer o duelo de ida na Escócia, por 1 a 0, os Reds sofreram em casa e o gol da classificação só saiu aos 43 do segundo tempo, dos pés do uruguaio Suárez.

Primeiro tempo sem muitas chances de gol

Aos 4 minutos de jogo, Paterson arriscou de fora da área e a bola passou à direita do goleiro Reina. Poderia ser um indício de que o time visitante não adotaria uma proposta defensiva. E acredito até que esse era o propósito, mas acontece que o time escocês mostrou-se muito limitado para conseguir jogar de igual para igual com o Liverpool. O time inglês, por sinal, nem de longe fazia uma boa partida. A primeira chegada com mais perigo aconteceu aos 14, quando Downing (improvisado na lateral-esquerda) fez boa jogada pela esquerda, cruzou no segundo pau, encontrando um companheiro que cabeceou para o meio, onde estava Suárez, que também usou a cabeça, mas não conseguiu achar o rumo do gol e a defesa afastou o perigo. O Heart mostrava-se um time bem arrumado, mas, como já dito, apresentava muitas limitações. A tendência do jogo parecia o Liverpool começar a ser superior de forma mais notável e logo abrir o placar. Aos 27, Gerrard fez uma linda jogada, passando por três marcadores, invadindo a área pela esquerda e chutando, para defesa do goleiro Mac Donald, com o braço esquerdo. Aos 33, Suárez fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro, encontrando Morgan, que empurrou para o gol vazio, mas foi marcada a saída de bola antes do cruzamento do uruguaio e o gol foi invalidado. Lance muito difícil! O jogo chegou zerado no intervalo e parecia difícil imaginar que o Heart pudesse de fato colocar em risco a classificação inglesa.

Segunda etapa de fortes emoções

Veio a segunda etapa e o Liverpool logo passou a jogar melhor. Não que o time fizesse uma boa partida, mas passou a criar um maior número de oportunidades de gol. Aos 5, Gerrard lançou Suárez na ponta esquerda, o uruguaio ajeitou para Shelvey, que bateu de fora, mas não conseguiu acertar o gol. Aos 61, o técnico do Liverpool, B. Rodgers mexeu pela primeira vez, lançando o jovem Sterling, na vaga de outro jovem: Adam Morgan. E o garoto entrou melhor que seu companheiro, caindo pela ponta direita, demonstrando ser habilidoso. Aos 18, Suárez recebeu uma ótima enfiada de bola na frente, driblou o goleiro para a direita, mas acabou perdendo ângulo para finalizar e a defesa chegou para brecar o arremate. O Heart marcava com qualidade, mas tinha dificuldades de sair para o campo ofensivo. Pode-se dizer que quanto mais o tempo passava e o Liverpool não balançava as redes, mais o jogo ficava perigoso, pois o time escocês dependia de uma bola para devolver o placar do jogo de ida. Aos 20, a primeira mexida no Heart: Sutton saiu para a entrada de Driver. O Liverpool continuou criando chances e o gol parecia maduro. Suárez, apesar de não fazer um grande jogo, dava trabalho ao sistema defensivo adversário. Aos 30, mais duas mexidas, uma em cada equipe. O técnico do time escocês, J. McGlynn, lançou Carrick na vaga de Novikovas, enquanto B. Rodgers lançou Borini na vaga de Henderson. E aos 39 minutos, o improvável aconteceu. Templeton pegou uma sobra de escanteio pela esquerda, passou por um marcador e, de fora da área, arriscou um chute fraco, aparentemente inofensivo. Só que o goleiro Reina se atrapalhou e cometeu uma grande lambança, não conseguindo defender e engolindo um frango daqueles brabos. Era o gol do Heart, que estava coroando um time esforçado e organizado e levando o jogo para a prorrogação. Festa da torcida do Heart, que comparecia a Anfield Road em um considerável número. O time escocês se animou no jogo e uma possível prorrogação começaria, aparentemente, melhor para o time visitante. Só que aos 42, Suárez recebeu no meio, arrancou, cortou Zaliukas e chutou entre Mac Donald e a trave direita, para empatar o jogo e colocar o Liverpool na fase de grupos da competição.

quarta-feira, maio 09, 2012

NA FINAL DE TIMES ESPANHÓIS E TÉCNICOS ARGENTINOS, UM ATACANTE COLOMBIANO DECIDE

Falcao García marca duas vezes e Atlético de Madrid  de Simeone é campeão da Liga Europa em cima do Bilbao de Bielsa


Por Danilo Silveira



No dia 2 de junho de 2012, completarãoo dez anos que a Argentina estreou na Copa do Mundo da Coréia e do Japão. O meio-campo titular daquele time contava com a presença de Simeone, que era dirigido pelo treinador Marcelo Bielsa. E onde quero chegar falando desses dois personagens do mundo do futebol? É que nesta quarta-feira, Atlético de Madrid e Athletic Bilbao disputaram a final da Liga Europa, e Simone e Bielsa faziam parte do duelo, mas com duas diferenças em relação a 2002. Primeiro, é que dessa vez eles encontravam-se em lados opostos. Segundo, é que Simeone dessa vez estava em igualdade com Marcelo Bielsa no sentido profissional, isto é, ele era o técnico do Atlético de Madrid. E no duelo de dois times espanhóis e dois técnicos argentinos, melhor para o Atlético de Madrid de Simeone.

Brilha a estrela de Falcao García

A partida começou e o time de Madrid começou a apertar a saída de bola do Bilbao, tentando impedir que a equipe basca saísse do seu campo de defesa. E foi aos 6 minutos que apareceu o jogador decisivo do jogo: Falcao García! O atacante colombiano invadiu a área pela direita, deu uma pedalada, ajeitou para a perna esquerda e mandou um belíssimo chute, acertando o canto superior direito do goleiro Iraizoz, que não teve culpa alguma no gol. E aos poucos o Bilbao passou a comandar as ações da partida, conseguindo chegar ao campo de ataque. O time basco trocava bons passes, rodava bem a bola, mas o grande problema é que quando chegava na intermediária, o time não conseguia passes de profundidade. Assim, o centroavante Llorente, jogador mais importante para a equipe na reta final da competição, pouco aparecia com a bola. A grande chance do atacante no jogo aconteceu aos 18 minutos, quando após boa troca de passes pela direita, a bola foi alçada na área e ele chegou batendo de primeira, à esquerda do gol do goleiro belga Courtois. Cinco minutos mais tarde, Courtois precisou trabalhar, defendendo um chute rasteiro de Muniain, no canto direito. Por sinal, Muniain foi a figura mais participativa do jogo pelo lado do Bilbao. Mas o nome do jogo brilhou novamente aos 33. Falcao recebeu cruzamento rasteiro da esquerda, deu um corte que deixou o defensor que estava à sua frente caído e bateu para fazer o seu segundo gol e aumentar a vantagem madrilenha.

Bilbao é valente, mas pára na boa marcação adversária

Para o segundo tempo, Bielsa lançou Ibai Gómes e Iñigo Pérez, nas vagas de Aurtenetxe e Iturraspe. O Bilbao se lançou ao ataque, em busca dos dois gols que levariam o jogo para a prorrogação. O Atlético de Madrid marcava com qualidade, mas pouco saía para o campo de ataque. Sendo assim, o jogo ficou preso, amarrado, na intermediária ofensiva do Bilbao. A equipe de Marcelo Bielsa rodava a bola, girava o jogo, buscando um espaço na zaga adversária. Por vezes, a opção da equipe basca foi alçar bolas na área, mas sem obter muito sucesso. Llorente continuava escondido por dentro da marcação adversária e cada vez mais o tempo passava e as coisas ficavam mais complicadas. Bielsa ainda lançou Toquero na vaga de Herrera. O camisa 2 atuou saindo mais da área para buscar o jogo, mas o Bilbao continuava apresentando dificuldades na criação. Aos 25, após sobra de bola aérea, Ibai Gómez emendou de primeira, mas a redonda passou por cima. Aos 33, Susaeta teve bela chance de empatar ao receber na ponta direita da área, mas Courtois apareceu bem para salvar a equipe madrilenha. No minuto seguinte, Falcao García arrancou pela ponta esquerda, passou por dois marcadores e carimbou a trave direita, por pouco não fazendo seu terceiro gol no jogo. E aos 39, veio o golpe final. O brasileiro Diego apareceu pelo meio, deu belo drible em Amorebieta e bateu cruzado, para fazer o terceiro e fechar a conta para o campeão Atlético de Madrid.

Confesso que esse foi o primeiro jogo de time madrilenho que eu assisti na competição. A verdade é que o time não fez uma partida brilhante, agrediu pouco, atacou menos que o adversário, mas quando foi ao campo ofensivo, foi com objetividade. Destaque para o atacante Falcao García, artilheiro da competição, que curiosamente, na temporada passada, também foi campeão da Liga Europa, vestindo a camisa do Porto e também foi o jogador a marcar mais gols no torneio. Falando do Bilbao, cabe dizer que assisti vários jogos da equipe basca. Trata-se de uma equipe muito boa, que tem um estilo de jogo muito interessante, vide os dois bailes que a equipe deu no Manchester United. Diante do Atlético de Madrid, a equipe não se acovardou, não deixou de mostrar organização, de lutar e de buscar o ataque, mas a marcação bem exercida pelo adversário conseguiu esconder um pouco do bom futebol do time de Marcelo Bielsa.

quinta-feira, abril 26, 2012

EM DIA INSPIRADO, LLORENTE PARTICIPA DE TRÊS GOLS E COLOCA BILBAO DE BIELSA NA FINAL DA LIGA EUROPA


Por Danilo Silveira

Os dois maiores gigantes do futebol espanhol, Barcelona e Real Madrid, deram adeus à UEFA Champions League nessa semana. Porém, há um outro time espanhol que hoje podemos chamar de gigante. Trata-se do Atheletic Bilbao. A equipe da região basca, dirigida pelo competente argentino Marcelo Bielsa, venceu o Sporting, do técnico Ricardo Sá Pinto, em um jogo com fortes doses de emoção, e classificou-se para a final da Liga Europa, o segundo maior torneio de clubes da Europa.

Para chegar até as semifinais, Bilbao e Sporting já tinham eliminado, entre outros concorrentes, Manchester United e Manchester City, respectivamente. Na partida de ida entre as duas equipes, o time português conseguiu derrotar os espanhóis, de virada, com dois gols no fim do jogo. Sendo assim, a vitória por 1 a 0, daria ao Bilbao a classificação.

O jogo

As duas equipes contavam com importantes desfalques. De Marcos do Bilbao e Izmailov do Sporting estavam suspensos por conta do terceiro cartão amarelo. A bola rolou e o Bilbao não demorou para partir para o campo de ataque, imprimindo seu estilo de jogo, focado na ofensividade. E assim, o time espanhol não demorou muito para abrir o marcador. Aos 17, bola alçada na área, Llorente deu uma ajeitada de craque, usando o peito, e Susaeta apareceu para emendar um bonito chute, no canto esquerdo do goleiro Rui Patrício, que nada pôde fazer. O Bilbao continuou melhor no jogo, dominando as ações. O segundo gol, porém, não saía e foi pouco antes do intervalo, aos 44, que Wolfswinkel, após bate rebate, emendou no canto esquerdo de Iraizoz para empatar o jogo e novamente colocar seu time em uma condição favorável no confronto. Porém, a resposta do Bilbao veio de forma instantânea, e novamente com participação especial de Llorente (para mim, um dos melhores atacantes do mundo na atualidade). Ele recebeu próximo à meia lua, deu um lindo corte em um adversário e tocou com capricho para Ibai Gómez, que finalizou para o fundo das redes portuguesas.

Na segunda etapa, o Bilbao jogou ainda melhor em relação a primeira. A equipe voltou incisiva, atacando o Sporting em busca do gol da classificação, já que o placar de momento estava levando o confronto para a prorrogação. O gol poderia ter saído em uma cabeçada após escanteio de direita, mas a trave acabou sendo o destino da bola. O Sporting tentava encaixar contra ataques, mas sem muito sucesso. Nos 45 minutos finais, o lance de maior perigo da equipe portuguesa veio em um chute de Insúa, de fora da área, que carimbou o poste esquerdo de Iraizoz. Um gol da equipe portuguesa naquela altura do campeonato, obrigaria o Bilbao a fazer dois para conseguir a vaga na grande final. Mas pelo desenho tático do jogo, creio que o time de Marcelo Bielsa estava muito mais próximo de balançar as redes adversárias. E foi aos 44 minutos, quando tudo indicava que teríamos prorrogação, que apareceu, mais uma vez, o craque, o monstro, o goleador: Llorente! Só que dessa vez ele não serviu de garçom, demonstrou grande oportunismo. Após cruzamento à meia altura da esquerda, ele chutou, viu a bola tocar na trave e entrar, para delírio dos torcedores do Bilbao.

Se a equipe espanhola vai ser campeã, isso não podemos afirmar. Mas, desde já, dou os meus parabéns ao Bilbao e a Marcelo Bielsa. 

quinta-feira, abril 05, 2012

BILBAO EMPATA COM SCHALKE 04 E ESTÁ NA SEMIFINAL DA LIGA EUROPA

Por Danilo Silveira


Muito longe de conseguir uma vaga para a Champions League da próxima temporada, devido a sua colocação no Campeonato Espanhol (o time encontra-se na 11ª colocação), o Athletic Bilbao encontra-se em boa situação na outras duas competições em que está disputando. Na Copa do Rei, a equipe de Marcelo Bielsa está na final, onde enfrentará o poderoso Barcelona e na Liga Europa, a equipe carimbou hoje seu passaporte para a semifinal. Isso porque o time basco empatou em 2 a 2 , em casa, com o Schalke 04, e como havia vencido o jogo de ida por 4 a 2 na Alemanha, se classificou.

Focado na ofensividade, o time de Marcelo Bielsa sofreu na primeira meia hora de jogo. A equipe acabou encurralada no campo defensivo, e até tentava sair jogando, mas não conseguia. Huntelaar teve duas chances de marcar. Na primeira, ele chutou para boa defesa de Iraizoz, e na segunda, aos 29, o atacante holandês acertou um chute rasteiro, no canto direito, abrindo o marcador.  O Bilbao melhorou nos minutos finais da primeira etapa e chegou ao empate em chute de Ibai, aos 41.

A segunda etapa começou e logo aos sete, Raúl colocou novamente os alemães na frente, acertando um bonito chute no canto direito de Iraizoz. A essa altura, o Schalke precisava de mais dois gols para se classificar. Mas três minutos mais tarde, Sussaeta empatou novamente o jogo. E a partir de então, o Schalke foi cada vez mais perdendo forças e cada vez mais o Bilbao conseguia implantar o seu estilo de jogo bonito e envolvente, de toque de bola, fazendo lembrar, guardadas as proporções, o atual Barcelona. O gol da vitória não saiu por detalhes, mas não fez falta a um time que deve brigar muito forte pelo título da competição.

quinta-feira, março 29, 2012

EM JOGO DE DUAS VIRADAS, BILBAO DERROTA O SCHALKE 04 FORA DE CASA


Por Danilo silveira

O futebol é um esporte onde o placar final de uma partida nem sempre reflete de forma fiel qual time melhor se apresentou dentro de campo. Há exatos 21 dias, o Athletic Bilbao deu uma verdadeira aula de futebol em território inglês. Em Manchester, a equipe comandada por Marcelo Bielsa passeou para cima do Manchester United, e no placar final, "aepnas" 3 a 2. Na semana seguinte, o confronto se repetiu, dessa vez em solo espanhol, para nova vitória do Bilbao (dessa vez por 2 a 1). Assim, o time de Bielsa ganhou o direito de disputar as quartas-de-final da UEFA Europa League.

E nesta quinta-feira, foi realizado em solo alemão, em Gelsenkirchen, o jogo de ida do confronto entre Bilbao e Schalke 04. E se no jogo de ida contra o Manchester o Bilbao foi muito bem, hoje a equipe não fez um grande jogo, nem perto da atuação de 21 dias atrás, porém, a equipe espanhola acabou saindo com um placar melhor do que o conseguido em Manchester. Em um duelo de duas viradas, o Bilbao venceu o Schalke por 4 a 2.

O jogo

A partida até começou equilibrada na Veltins Arena, mas aos poucos o Schalke foi aparecendo mais no campo ofensivo e com o tempo o Bilbao passou a não conseguir sair para o ataque com facilidades. Porém, foi o time espanhol que abriu o placar. Após chute da direita, o goleiro Hildebrand falhou, espalmando para o meio da área, onde estava o artilheiro Llorente, que não perdoou e chutou para as redes. Neste momento, eram marcados 20 minutos. E logo em seguida, aos 22, um outro artilheiro balançou as redes. Após cruzamento da direita, o veterano Raúl bateu para empatar o jogo. E durante a segunda metade da primeira etapa, o jogo teve a mesma tônica, como Schalke conseguindo atacar mais e o Bilbao se segurando na defesa, mas sem conseguir muita coisa no campo ofensivo.

Raúl marca mais um, mas Bilbao vence o jogo

A segunda etapa começou e o Bilbao não conseguiu mudar o panorama do jogo, e continuou encurralado no campo defensivo. O Schalke fazia uma boa partida, com destaque para o peruano Far Fan, que foi muito participativo e deu muito trabalho ao adversário. Não tem como não destacar também, o atacante Raúl, que aos 15 minutos, emendou um belo chute de fora da área, que atingiu o canto esquerdo do goleiro Iraizoz. Era a virada do Schalke. O desenho do jogo, neste momento, era completamente favorável ao Schalke, que encurralava o time adversário e era perigoso. Até o final do jogo, a equipe alemã, dirigida por Huub Stevens, ainda criou três boas chances, duas defendidas por Iraizoz e uma que tocou a trave esquerda do goleiro. Acontece que o Bilbao também criou chances e conseguiu ser m ais oportunista. Aos 28, após escanteio da esquerda, Llorente apareceu no primeiro pau para cabecear e empatar o jogo. Vale destacar que o atacante fez falta empurrando um adversário, mas nada foi assinalado. Aos 36, De Marcos aproveitou rebote do goleiro Schober (que substituiu Hildebrand, que saiu machucado no intervalo), virando o jogo. E se o resultado de 3 a 2 já era fantástico para o Bilbao, ficou melhor ainda aos 48, quando Muniain marcou o quarto. Resumindo, tudo que o Bilbao não jogou em 70 minutos, jogou em 20, conseguindo um placar extraordinário.

Agora, no jogo da volta, na Espanha, até a derrota por 2 a 0 classifica o Bilbao. Difícil acreditar que o Schalke tenha forças para conseguir a classificação. Obviamente que é possível que a equipe alemã reverta o placar, mas acho pouco provável que o Bilbao não seja um dos quatro semifinalistas da competição.

sexta-feira, março 16, 2012

UM GIGANTE CHAMADO ATHLETIC BILBAO (COM AS BÊNÇÃOS DE BIELSA)

Por Eduardo Riviello

Três meses atrás, quando o Manchester United era eliminado na Liga dos Campeões da Europa e, com o terceiro lugar no grupo, ingressava na Liga Europa, havia uma quase unanimidade de opiniões dando conta de que o time comandado por Alex Ferguson apareceria como favorito ao título no torneio. Afinal, estamos falando de um clube poderoso, com três finais de Champions League nas últimas quatro temporadas, atual campeão inglês e tão acostumado a decisões.

Sem tomar conhecimento de um adversário dessa grandeza, o Athletic Club, da cidade de Bilbao, dominou amplamente a partida de volta (já hava vencido na ida, em pleno estádio Old Trafford, por 3a2), colocou o Manchester na roda e venceu o jogo por 2a1, totalizando 5a3 no resultado somado. E digo para vocês com todas as letras: poderia ter sido uma diferença muito, mas muito mais elástica. Os amantes do futebol arte devem ficar de olho nessa equipe comandada por Marcelo "El Loco" Bielsa.

O jogo

Intenso. Vou tentar resumir nessa palavra trissílaba o que foi o desempenho do Athletic Bilbao nessa partida diante do Manchester United. Mas quero deixar claro que a adjetivação é meramente ilustrativa, uma vez que é sempre mais completo e esclarecedor ver um time jogar do que ler a respeito de um jogo.

Essa intensidade supracitada foi vista do primeiro ao último minuto de partida e era subsidiada por uma marcação forte e adiantada, por um time rápido e discipliando taticamente, por uma ocupação inteligente dos espaços e uma correta transição ao ataque. Combinações que deram ao Athletic Club um total domínio da partida, sem dar chance ao Manchester United de, em algum momento, se sobressair.

Aos doze minutos, o placar não foi inaugurado por detalhe. A jogada foi maravilhosa: Llorente recebeu a bola e, de primeira, serviu Muniain com um passe que desconcertou a defesa inglesa. Muniain chutou na trave direita e, no rebote, com De Gea completamente batido, De Marcos chutou para fora.

Onze minutos mais tarde, um lançamento espetacular de Amorebieta encontrou a fera Fernando Llorente. E, numa finalização talvez mais incrível que o lançamento que o serviu, o camisa 9 alvirrubro emendou um lindo chute, de primeira, cruzado, sem defesa para o goleiro De Gea. Foi com toda essa beleza que, aos vinte e dois minutos, Llorente se tornou o maior goleador da história do Athletic em competições européias, com 12 gols marcados.

Uma investida que terminou em cabeceio de Giggs foi o máximo de perigo oferecido pelo United no primeiro tempo. O domínio do Athletic era tamanho que os próprios jogadores de defesa do Manchester tinham dificuldades de tocar a bola, sofrendo com a marcação-pressão que parecia não dar sossego a ninguém que vestisse azul.

No início do segundo tempo, Iraola quase marcou um golaço: recebeu passe próximo da grande área, escapou de três adversários esbanjando um controle de bola formidável (a redonda parecia estar colada em suas chuteiras) e deu um toque categórico com a esquerda, mandando pertinho da trave esquerda.

A saída de Llorente ainda no primeiro tempo (aparentemente sentindo alguma contusão muscular) para a entrada de Toquero pode até ter diminuído a capacidade técnica do ataque basco, mas o esforçado camisa 2 que entrara em campo também dava trabalho aos defensores oponentes. Só que quem balançaria a rede seria De Marcos: aos dezenove minutos, Iraola cruzou da direita, Toquero dividiu com Smalling pelo alto e a bola chegou no camisa 10, que dominou e chutou para ampliar a vantagem dos donos da casa, da festa e do jogo.

No jogo coletivo, o Bilbao esmagava o Manchester. Restou a Wayne Rooney, em jogada individual, marcar o gol de honra dos visitantes - aos trinta e quatro minutos, Rooney acertou belo chute no canto esquerdo, diminuindo a diferença no placar mas não o abismo de nível de jogo entre os dois times.

Aplausos para Marcelo Bielsa, que ratificou com propriedade a beleza do seu estilo de lidar com o futebol. Aplausos para o time do Athletic, que desempenhou suas funções em todos os setores do campo (embora tivesse desperdiçado muitas chances de gol, algo a ser corrigido). Aplausos para a torcida que lotou o estádio San Mamés e fez muito barulho, atuando como um autêntico 12º jogador. Agradecimentos aos deuses do futebol, por me possibilitarem assistir um evento como esse. Vida longa ao Athletic de Bielsa!

quinta-feira, março 08, 2012

"A LA BARÇA", ATHLETIC BILBAO DE BIELSA VENCE MANCHESTER EM OLD TRAFFORD

Por Danilo Silveira

Sabe aquele jogo que fica na sua cabeça durante muito tempo, que é difícil de se esquecer? Pois é, o duelo entre Manchester United e Athetic Bilbao hoje, entrou nesse patamar para mim. Com uma das maiores atuações coletivas que eu já em anos acompanhando quase que diariamente esse esporte, o Bilbao, comandado por Marcelo Bielsa, derrotou o Manchester United, por 3 a 2, com o estádio Old Trafford com muitos torcedores Bascos, que cantaram muito alto, apoiando o time.

Do primeiro minuto ao apito final, a equipe de Marcelo Bielsa pressionou o Manchester United, marcando com uma incrível pressão no campo ofensivo. Em um dos raros momentos em que chegou ao ataque, o Manchester abriu o placar com Rooney. Sentir o gol? Acusar o golpe? Nada disso! O time espanhol continuou imprimindo o mesmo ritmo, com uma velocidade espantosa. Era como se estivesse passando na televisão um jogo do Barcelona em câmera rápida. A troca de passes da equipe, de maneira certa e veloz, fazia o Manchester United passar apuros na defesa. E depois de desperdiçar chances, a equipe chegou a um merecido empate nos minutos finais de primeira etapa, com o atacante espanhol Lorente, de cabeça.

Veio a segunda etapa e o Atlhetic Bilbao continuou massacrando o time inglês, que não tinha um instante de sossego devido à marcação pressão exercida pelo time espanhol. O goleiro De Gea, que já tinha feito uma ótima defesa na primeira etapa, começou a se tornar o nome do jogo. Com defesas salvadoras, o goleiro do Manchester United evitava que o seu time tomasse um saco de gols em casa. De tanto insistir, de tanto pressionar, de tanto ser intenso em campo, o time espanhol acabou chegando ao segundo gol em uma troca de passes “a la Barça”, que terminou com De Marcos recebendo em impedimento, não assinalado, e finalizando para as redes. Poderia se imaginar que, vencendo o Manchester fora de casa, marcando forte sem dar trégua quase um minuto, o Atlético Bilbao cadenciaria um pouco o jogo com o placar a favor, e passaria a jogar um pouco mais recuado, mas isso não aconteceu. A marcação do time espanhol continuava começando desde o campo ofensivo de forma forte, e quando o Manchester chegava ao ataque, o time espanhol recuava e continuava marcando bem. E próximo do fim, o garoto Muniain, espanhol de apenas 19 anos, marcou o terceiro gol da sua equipe ao aproveitar atentamente o rebote de De Gea. Era um placar que refletia bem o que foi o jogo, mas antes do apito final, Rooney, de pênalti fez o segundo do Manchester United. Um jogo sensacional, onde mais do que atuações individuais, como a do atacante Llorente, que foi muito bem, destaca-se a atuação coletiva, de um time que, dentro de tudo que vejo ultimamente no futebol, fez uma atuação mais próxima daquelas que estamos acostumados a ver o Barcelona fazer.

Certamente, o placar de 3 a 1, ao invés de 3 a 2 , refletiria melhor o que aconteceu na tarde desta quinta-feira em Old Trafford, mas de qualquer forma, a vitória do Bilbao em solo inglês, da maneira como aconteceu, já é muito marcante para história do clube. Os torcedores do Bilbao pelo mundo afora devem estar nesse momento muito contentes com a atuação da equipe durante os 90 minutos. Para aqueles que pretendem trabalhar com futebol, que sonham em seguir a profissão de treinador, digo que nesta quinta-feira, tivemos a oportunidade de ver na televisão uma verdadeira aula de como se joga futebol. Parabéns ao Athletic Bilbao e a Marcelo Bielsa.

quinta-feira, março 17, 2011

SPARTAK VENCE O AJAX COM TRANQUILIDADE E AVANÇA.

Por Danilo Silveira

Pelo duelo entre duas equipes que ficaram na 3ª colocação nos grupos da UEFA Champions League, Spartak Moscou e Ajax fizeram hoje o jogo de volta. Além da vantagem do mando de campo, o Spartak tinha vantagem no placar, já que venceu o jogo de ida por 1 x 0 na Holanda. E hoje, nova vitória da equipe, por 3 x 0.

A equipe Russa tomou a iniciativa do jogo logo nos primeiros minutos. Aos 3, Makeev arrancou pelo meio dos marcadores e saiu na cara de Verhoeven, que realizou boa defesa com o peito. Aos 10, a equipe russa quase abriu o placar em chute pra fora. Aos 20, a superioridade no futebol apresentado começou a se refletir no marcador. Alex recebeu próximo de área e achou D. Kombarov livre na esquerda, o jogador chutou e abriu a contagem. Três minutos mais tarde, o Ajax respondeu em chute de Eriksen, que passou por cima da meta defendida por Dikan. Aos 29, Welliton recebeu pela esquerda e chutou cruzado para ampliar e dar folga para o Spartak no marcador: 2 x 0. O Ajax, comandado pelo ex jogador F. de Boer, até que tentava, mas não conseguia ameaçar a meta de Dikan com frequência. Aos 43, Alex arriscou de de fora e Verhoenven evitou o que seria o terceiro gol russo. Mesmo assim o Spartak, recheado de Brasileiros, foi para o intervalo com boa vantagem.

Para a segunda etapa, F. de Boer lançou Ozbiliz e Enoh nas vagas de Blind e Sulejmani. O Ajax voltou melhor, mais presente no campo de ataque, mas aos 9, Alex cobrou falta muito bem e marcou o terceiro para os donos da casa. Nesse instante, o Ajax precisava de 4 gols para conseguir a classificação. Mesmo assim, a equipe holandesa começou a tomar conta do campo de ataque e assustar a meta de Dikan. Aos 13, Eriksen arriscou e a bola tocou no travessão e saiu. Aos 16, novamente Eriksen apareceu, mas dessa vez foi a vez de Dikan trabalhar e evitar o gol. Aos 18, F. de Boer lançou Cvitanick na vaga de Eriksen e 4 minutos mais tarde, o Brasileiro Ari entrou no Spartak na vaga de McGeady. Realmente não era o dia do Ajax, aos 26, Ozbiliz arriscou e a bola novamente tocou o travessão. Três minutos mais tarde o Argentino Cvitanich, que entrou minutos antes, quase marcou o primeiro gol do Ajax, mas Dikan novamente evitou. Aos 37, um dos nomes do jogo, Alex, deu lugar a Dzyuba. Antes do apito final, Welliiton quase fez o quarto, mas a bola tocou na trave. Isso nada alterou o confronto e o Spartak está classificado para às Quartas.

O sorteio das Quartas de Final, tanto da UEFA Europa League quanto da UEFA Champions League, acontecem amanhã de manhã.

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

NILMAR MARCA, VILLARREAL CONSEGUE VIRADA SOBRE O NAPOLI E SE CLASSIFICA.

Por Danilo Silveira

Depois de um 0 x 0 chato em Nápoles, Napoli e Villarreal voltaram a se enfrentar, dessa vez em território espanhol. Tudo começou bem para os Italianos, que abriram o placar, mas nos minutos finais da primeira etapa, o Villarreal marcou os dois gols que garantiram a classificação da equipe para as oitavas de final.

A grande surpresa no Napoli ficou por conta da ausência de Cavani, que começou a partida no banco de reservas, em seu lugar, Sosa. E a equipe Italiana começou incomodando, logo aos 5, Lavezzi recebeu sozinho na área, mas completou mal de primeira e a bola saiu à esquerda de Diego López. Aos 17, saiu então o gol do Napoli. Lavezzi cruzou da direita e Hamsick de cabeça, jogou par ao fundo das redes. Na comemoração, uma cena inusitada e perigosa: os jogadores Napolitanos forma comemorar com a sua torcida e, de repente, o alambrado caiu. Sorte que a distância até o gramado não era tão grande e nada de muito grave parece ter aocntecido, mas alguns torcedores foram levados ao hospital. O Villarreal melhorou na partida após o gol e tentava pressionar o Napoli. Cani abriu bola para Rossi na esquerda, o atacante cruzou, De Santcis afastou e Valero chegou batendo à esquerda do gol. Aos 26, Lavezzi poderia ter complicado ainda mais a vida dos espanhóis, ao entrar na cara de Diego López em um contra ataque, mas ele não finalizou com perfeição e o goleiro conseguiu impedir o que seria o segundo gol da partida. Aos 37, Valero cruza e Nilmar cabeceou fraco nas mãos de De Santcis. Nos minutos finais da primeira etapa, a vantagem Napolitana foi por água baixo. Primeiro, aos 42, Valero encontrou Nilmar na direita, o Brasileiro chutou cruzado para empatar. Quatro minutos mais tarde, Nilmar roubou bola de Yebda no meio campo Valero prosseguiu com a bola e abriu na esquerda para Rossi, que chutou, a bola desviou em Zuniga, matando De Santcis: 2 x 1 para o Villarreal.

Depois da ducha de água fria, o Napoli parece ter reacendido na segunda etapa e veio pra cima do Villarreal. Mas aos 5, um contra ataque espanhol poderia ter resultado em gol; Nilmar foi derrubado, mas Cani continuou com a bola e o lance acabou em um chute de Cazorla por cima. Aos 7, W. Mazzarri colocou em campo o homem dos gols da sua equipe: Cavani. E o Uruguaio entrou muito bem, jogando horas mais perto do gol, mas saindo pra buscar jogo também. Aos 19, Pazienza foi par ao campo na vaga de Yebda. O Napoli era melhor e começou a assustar o gol defendido por Diego López. Aos 20, Cavani recebeu pela direita, chutou cruzado e a bola carimbou o poste. O Villarreal tentava pela esquerda buscar um contra ataque perfeito que resultasse em gol e complicasse ainda mais a vida dos Italianos. Mas ele não veio e partida se tornou dramática. Aos 26, Cavani emendou uma bicicleta após cruzamento de Zuniga, mas ela passou por cima do gol. Aos 30, escanteio cobrado da direita tocou a trave espanhola. Apesar do Napoli não sufocar, o gol aprecia próximo. Catalá e Marcos Guillón entraram nas vagas de Cazorla e Cani, enquanto na equipe visitante Mascara entrou na vaga de Cribari. Os minutos se passaram e aos 89 Rossi, autor do gol da classificação deu luagr para Marco Ruben e o apito final não demorou a ecoar no Camp El Madrigal: Villarreal classificado, Napoli eliminado!