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segunda-feira, outubro 03, 2016

ARSENAL VENCE BURNLEY COM GOL NO ÚLTIMO MINUTO

Por Danilo Silveira

Um dos times que mais gosto de assistir jogar no futebol é o Arsenal. Dá gosto de ver a equipe de Arsene Wenger. Seja na derrota, seja na vitória, seja com um time excepcional ou com um time não tão talentoso assim em mãos, o fato é que quase sempre vemos o Arsenal do técnico francês jogar bem. A equipe apresenta um padrão, daqueles que dá gosto de ver. Confesso que fazia tempo que não assistia um jogo inteiro do Arsenal, coisa que resolvi fazer neste domingo eleitoral, pouco antes de ir até as urnas exercer a cidadania.  E valeu a escolha!

Não que o Arsenal tenha feito uma partida excepcional, mas é possível ver, já no início de temporada, um time ajustado, entrosado, ofensivo mas sem perder o equilíbrio. Os Gunners dominaram o duelo quase todo diante do Burnley. Está certo que não foram criadas tantas oportunidades de gol, mas tem de se destacar o grande volume ofensivo apresentado pela equipe londrina, que parece pagar o preço de atacar muito: seus adversários, principalmente os times de menor expressão, costumam jogar muito fechados. Nem sempre parece ser uma estratégia de jogo previamente programada, mas sim uma condição imposta pelo volume ofensivo dos time de Wenger.

O Burnley até tentava sair para o ataque, mas apresentava notórias dificuldades em manter a bola no campo adversário por muito tempo. Com isso, o centroavante Vokes acabava isolado à frente, tentando lutar contra vários defensores adversários. Em contra partida, o Arenal povoava o campo ofensivo com 6, 7, ou até mais jogadores jogadores, tentando achar um espaço para furar a defesa adversária. No fim das contas, apesar do domínio do Arsenal, a melhor chance do primeiro tempo foi do Burnley. Pane na zaga dos Gunners e Vokes recebeu cruzamento na medida, livre de marcação, mas cabeceou mal, à esquerda de Peter Cech.

Veio então a segunda etapa e o panorama do jogo era parecido, mas a intensidade das equipes subiu um pouco e chances de gol começaram a ser criadas com maior frequência. Sánchez chutou, Heaton defendeu. Gudmundsson cabeceou, Cech fez uma defesaça. Keane carimbou o travessão do Arsenal. Walcott viu seu chute passar a centímetros do poste esquerdo. O 0x0 cada vez mais parecia inevitável no Turf Moor, até que aos 48 minutos, veio o alívio para o Arsenal. Escanteio cobrado curto, cruzamento na área, desvio do meio para o segundo pau e a bola encontrou Chamberlain e Koscielny, livres de marcação. Foi aí que a sorte sorriu para o time visitante. Chamberlain chutou, a bola iria para fora, mas desviou no cotovelo de Koscielny e entrou. Há quem diga que o gol deveria ser invalidado por a bola tocar no braço do zagueiro, mas ele aparentemente não teve intenção nenhuma, nem usou o braço para expandir a área de ocupação do seu corpo. Gol legal!

Como o Tottenham venceu o Manchester City, o Arsenal diminuiu a diferença para o líder. Temos agora o City com 18, o Tottenham com 17 e o Arsenal com 16. Parece privilégio dos grandes ver Arsenal do Wenger e City do Guardiola na mesma liga. Talvez para compensar tamanha beleza, tenham colocado o Mourinho para dirigir um time no mesmo campeonato. Que este seja mero coadjuvante.

terça-feira, dezembro 29, 2015

EM DIA DE OZIL, ARSENAL VENCE E DORME NA LIDERANÇA DO INGLÊS

Por Danilo Silveira

Depois da derrota por 4 x 0 para o Southampton no último fim de semana, o torcedor do Arsenal deve ter sentido uma pitada de desconfiança em relação ao futuro do time na Premier League. Só que os comandados do Arsene Wenger usaram a partida desta segunda-feira, contra o Bournemouth para trazer de volta a confiança do torcedor. Não que a equipe tenha feito uma partida excepcional, mas o time soube contornar os momentos de maior dificuldade, soube desenvolver um bom futebol em momentos importantes da partida e teve maturidade e inteligência para chegar à vitória por 2 x 0, que o faz dormir na liderança.

Se o fato do Bournemouth estar disputando a Premier League pela primeira vez poderia sugerir um confronto fácil para o Arsenal, os resultados recentes sugeriam o contrário. Os comandados de Eddie Howe não perdiam há seis jogos, dentre eles vitórias sobre Manchester United e Chelsea. E de fato o início do jogo não foi dos mais promissores ao Arsenal. A equipe mantinha a posse de bola no campo defensivo, tendo enormes dificuldades para passar do meio-campo, devido à forte marcação avançada do adversário. E quando o Bournemouth tinha a posse de bola levava perigo. Mesmo que não destaquemos nenhuma grande oportunidade de gol, a bola pererecou várias vezes próximo à meta de Peter Cech, assustando a maioria dos quase 60 mil presente no Emirates.

Quem conhece a história recente do Arsenal sabe que não foram poucas as vezes nos últimos anos em que o time jogou melhor, pressionou o adversário, mas a bola cismou em não entrar e o time adversário, com bem menos oportunidades de gol acabou vencendo o jogo. Pois os ventos parecem conspirar a favor do Arsenal nessa temporada. Pressão do adversário, uma produção ofensiva baixa e um jogo extremamente perigoso. Esse era o cenário. Até que aos 26 minutos, Ozil bateu escanteio na medida para o zagueiro Gabriel Paulista cabecear e abrir o marcador. O gol fez muito bem ao Arsenal, que dominou as ações no restante da primeira etapa, e poderia até ter ampliado o marcador em algumas ocasiões, com destaque para as bolas aéreas, que levavam muito perigo à defesa adversária. E quanto mais o Arsenal crescia no jogo, mais aparecia o excepcional futebol de Mesut Ozil, o melhor jogador em campo disparado na tarde desta segunda-feira.


Veio a segunda etapa e Eddie Howe parece ter colocado a casa em ordem e o Bournemouth voltou a se espaçar bem dentro de campo e encontrar o bom futebol do início da primeira etapa. Só que o Arsenal voltou atuando melhor do que na primeira etapa. Com isso, o duelo se mostrou interessante e franco, com as duas equipes buscando atacar. Melhor para o Arsenal, que tem Ozil. Aos 17 minutos o meia alemão fez uma jogada espetacular, puxando um contra-ataque do meio-campo, tabelando, costurando a defesa e finalizando com classe para as redes após belo passe de Giroud. Era o Ozil sendo Ozil, o Arsenal sendo Arsenal. Se o 1x0 já tinha feito bem aos Gunners, o segundo gol fez melhor ainda. Com Ozil comandando as ações, com o quesito passe mais do que apurado, o Arsenal poderia ter chegado ao terceiro e até ao quarto gol. O chute de Walcott passou muito perto, a finalização de Chamberlain tocou na trave, dentre outras chances desperdiçadas. Mas nada que fizesse diminuir a alegria do torcedor do time londrino. O sonho do título inglês, que não vem desde 2004, parece pulsar mais forte do que nunca nas arquibancadas do Emirates. 

terça-feira, fevereiro 10, 2015

OSCILANTE, ARSENAL VENCE LEICESTER COM DIFICULDADES

Por Danilo Silveira


Quando o intervalo chegou no Emirates, o torcedor do Arsenal deve ter pensado que após o término dos 90 minutos, comemoraria uma vitória fácil do seu time, por goleada, para cima do Leicester, após a derrota no final de semana para o Tottenham. De fato, os Guenners conquistaram os três pontos, mas as palavras goleada e facilidade passaram bem longe do duelo em Londres.


O confronto começou equilibrado e o Leicester chegou a ser mais perigoso nos minutos iniciais. Em boa chegada aos 12 minutos, Cambiasso (aquele mesmo que já atuou na Seleção Argentina) lançou Mahrez na ponta esquerda e o argelino chutou forte, viu a bola passar entre as pernas de Ospina, mas depois rumar para a lateral. Tão logo, o Arsenal conseguiu, através da qualidade do seu meio-campo, dominar por completo a partida. Se em outros jogos com a camisa do Arsenal, Ozil foi bem abaixo daquilo que pode render, hoje o camisa 11 alemão fez aquilo que dele se espera. Foi o melhor em campo nos 45 minutos iniciais. Aos 15, ele colocou Walcott na cara do goleiro Schwarzer, que defendeu com o peito a finalização do atacante inglês. Onze minutos mais tarde, ele fez bela jogada pela ponta esquerda e finalizou rasteiro para nova boa defesa do goleiro australiano, que rebateu para linha de fundo. E foi dos pés do mesmo Ozil que saiu a cobrança de escanteio que encontrou Koscielny na área, livre de marcação; o zagueiro francês chutou firme para abrir o marcador.

O domínio e superioridade do Arsenal continuaram até o intervalo. Quando não estava com a bola, a equipe comandada por Arsene Wenger marcava no campo do adversário e quando tinha a posse, rodava de um lado para o outro, buscando o melhor espaço entre as linhas de marcação do Leicester. Apesar do domínio do time londrino, aos 37, Mahrez quase empatou o jogo em chute da entrada da área, que passou à esquerda de Ospina, muito perto. O gol que alargou a vantagem no placar para o Arsenal, saiu aos 40. Ozil arriscou de fora da área, Schwarzer deu rebote e Walcott aproveitou bem, acertando o canto direito. Logo, o intervalo chegou e o cenário apontava para um tranquila vitória do Arsenal para cima do lanterna do Campeonato Inglês. Só que muitas emoções ainda iriam incidir sobre a capital londrina.

Veio a segunda etapa e o bom futebol do Arsenal parece ter ficado escondido por algum canto do vestiário do Emirates. O Leicester passou a se mostrar melhor em campo e criar boas oportunidades. Demorou 15 minutos para sair o gol. Após confusão na área, Kramaric chutou forte, no canto direito de Ospina: indefensável. Com seu adversário superior em campo, Wenger tentou recuperar o domínio no meio-campo aos 23, colocando Ramsey na vaga de Sanchéz, que teve atuação abaixo do que outras tantas na temporada. E se em alguns momentos conseguia manter a posse de bola e chegar ao ataque, em outros o Arsenal sofreu com o ataque do Leicester. A melhor chance de empate veio aos 32, em contra-ataque rápido, finalizado com Kramaric tentando encobrir Ospina, que bem colocado impediu o empate. Nem os cinco minutos de acréscimos foram capazes de tirar do Arsenal os três pontos, mas a queda de rendimento da primeira para a segunda etapa deve tirar algumas horas de sono de Wenger. Ainda mais que se aproxima o confronto com o Monaco, pelas oitavas-de-final da Liga dos Campeões.

sábado, setembro 13, 2014

EM BELO JOGO NO EMIRATES, ARSENAL E MANCHESTER CITY EMPATAM

Por Danilo Silveira

Arsenal e Manchester City fizeram o melhor jogo que eu assisti após a Copa do Mundo 2014. Pela quarta rodada do Campeonato Inglês, as duas equipes empataram em 2 x 2 no Emirates. Foi um dia que marcou estreias. Pelo lado do City, Frank Lampard fazia seu primeiro jogo depois de anos de serviços prestados ao Chelsea. Do outro lado, o atacante Welbeck, ex Manchester United, vestia pela primeira vez a camisa dos Gunners. E foi dos pés dele que veio a primeira grande oportunidade do Arsenal. No entanto, o chute que encobriu o goleiro Joe Hart, caprichosamente beijou a trave direita. Seria um merecido prêmio ao Arsenal, que fazia uma atuação muito convincente, focada no ataque.

Só que foi o City quem abriu o marcador, aos 27, em um lance onde contou com muita sorte. Em uma dividida no meio-campo entre Flamini e Aguero, a bola sobrou para Navas, aberto na ponta direita, livre de marcação. Ele avançou até cruzar para o próprio Aguero abrir o marcador. Apesar do brilhante primeiro tempo, o Arsenal ia para o intervalo atrás no marcador. Mas o tempo se encarregaria de premiar a boa atuação da equipe de Wenger.

E os dois gols da virada vieram com a mesma beleza com a qual o time londrino atuava. O primeiro em uma grande finalização de Wilshere, pela ponta direita da área. O segundo, aos 28 minutos, foi uma pintura mais bonita ainda. Alexis Sánches, que vem acumulando boas atuações no Arsenal, recebeu passe de cabeça e emendou de primeira, antes da bola tocar o solo, no canto esquerdo alto de Hart. Indefensável! É legal quando o futebol premia quem merece. O coletivo do Arsenal merecia a virada e Wilshere e Sánches foram dois dos melhores jogadores em campo.

O lance mais feio do confronto aconteceu aos 35 minutos, quando Debuchy se machucou sozinho e caiu agonizando de dor. Saiu na maca após longo atendimento, o que foi um indício que a contusão no tornozelo foi séria. Chambers entrou para substituir o lateral direito titular do Arsenal. E dois minutos depois foi a vez do futebol premiar o Manchester City, que apesar de não ter feito uma atuação tão vistosa como o Arsenal, mostrou força defensiva e não abdicou do ataque. Demichelis, de cabeça, empatou a partida. E o City cresceu nos minutos finais dando indícios de que teríamos uma revirada no marcador. Mas a trave por duas vezes, e o impedimento assinalado corretamente quando Nasri balançou as redes, evitaram.

Hoje, mais uma vez, tive reforçada a minha admiração pelo Campeonato Inglês, o que eu mais tenho gosto de assistir.


sábado, agosto 16, 2014

COM GOL NOS ACRÉSCIMOS, ARSENAL LARGA COM O PÉ DIREITO NO INGLÊS

Por Danilo Silveira


Diante de muitas expectativas, o Arsenal estreou na temporada 2014-2015. Três dias antes do jogo de ida contra o Besiktas, pela Pré Liga dos Campeões, os Gunners receberam o Crystal Palace, no Emirates.
Mudou a temporada, mas algumas coisas continuaram até aqui, intactas. O Arsenal conseguiu uma daquelas vitórias com a marca do Arsenal. Aquele jogo em que parece que a vitória não vem, mas no final das contas dá tudo certo.

Hangeland abriu o marcador para o Crystal Palace na primeira etapa, apesar do amplo domínio do Arsenal no jogo. E quando parecia que o time de Arsene Wenger iria para o intervalo perdendo, Koscielny foi lá e empatou a partida de cabeça, em posição duvidosa (me pareceu em impedimento).  Cabe destacar que quem cobrou a falta para o zagueiro empatar o jogo foi Alexis Sánchez. O chileno fazia sua estreia com a camisa do Arsenal. Não fez um grande jogo, errou muito, mas foi bem participativo, mostrando que pode ser uma boa válvula de escape para a equipe.

Veio a segunda etapa e o Arsenal rodava a bola, procurava espaços no campo ofensivo para penetrar na zaga adversária. Acontece que o Crystal Palace jogava muito fechado, dificultando a vida dos Gunners. Wenger começou a mexer na equipe. Primeiro trocou o lateral-esquerdo Gibbs por Monreal, da mesma posição. Depois, fez uma troca de centroavantes: Sanogo deu lugar a Giroud. As mexidas, no entanto, não acrescentaram muita coisa ao time, que continuou enfrentando muitas dificuldades para romper o bloqueio da equipe de Keith Millen.

Por fim, Wenger decidiu tornar o time mais ofensivo. Wilshere dava lugar a Chamberlain. O campo de ataque estava povoado, o Arsenal tinha a bola, mas parecia faltar profundidade. Os minutos foram se passando e o Crystal Palace não se abria. A equipe até tentava algumas investidas ao ataque, mas no geral a proposta era muito defensiva. Por sinal, cabe destacar que Chamakh, ex-Arsenal, atuava na equipe do Palace, mas não de centroavante. Com a camisa 29, o marroquino era o homem mais avançado do meio-campo.

Os 45 minutos estavam chegando ao fim e o árbitro Jonathan Moss indicou cinco minutos de acréscimos. Uma forte entrada de Puncheon em Monreal rendeu o segundo cartão amarelo e consequente expulsão do meio-campista do Crystal Palace. Era um fator positivo para o Arsenal. Teria a equipe de Wenger alguns minutos com um homem a mais. Instantes depois, aos 45, saiu o gol que trouxe a alegria ao Emirates. Debuchy chutou, Speroni deu rebote e Ramsey completou para as redes, dando ao Arsenal a primeira vitória na promissora temporada.


Talvez na história recente do Arsenal essa seja a temporada que inicia de forma mais promissora. O clube abriu os cofres, Wenger foi às compras! Trouxe Sánchez, Debuchy, Ospina e Chambers. E possivelmente ainda trará mais gente se a equipe passar pelo Besiktas e chegar à fase de grupos da Liga dos Campeões. O Arsenal dá indícios de que fará uma belíssima temporada. 

Por sinal, cabe destacar que a volta dos campeonato europeus deram uma bela animada no futebol. Estavam fazendo falta desde o término da Copa do Mundo.

quinta-feira, fevereiro 13, 2014

ARSENAL E MANCHESTER UNITED EMPATAM SEM GOLS NO EMIRATES

Por Danilo Silveira

Arsenal e Manchester United fizeram um jogo de intensidade alta, muita marcação, mas poucas oportunidades de gol. No fim das contas, a partida terminou sem gols. Ruim para os dois. Os torcedores do Arsenal presentes no Emirates não viram o time retomar a ponta da tabela, enquanto os Red Devils seguem na sétima posição, fora da zona de classificação para competições europeias.


Foi logo com um minuto que o United teve a sua melhor chance no jogo. Arteta perdeu bola para Van Persie na intermediária e o atacante holandês saiu na cara do gol, mas acabou finalizando mal para defesa de Szczesny. O Arsenal foi superior ao longo da primeira etapa, mas esbarrava na forte marcação do time comandado por David Moyes. Com isso, as chances de gol foram escassas para a equipe londrina. Antes do término da primeira etapa, um lance que assustou: Rafael e Giroud se chocaram de cabeça e o lateral brasileiro levou a pior e acabou substituído por Ferdinand no intervalo.

Na segunda etapa o jogo melhorou consideravelmente. O Arsenal conseguiu envolver a defesa adversária de forma mais contundente e criou algumas chances de gol. Na jogada mais bonita dos Gunners, Cazorla tabelou com Ozil e chutou no canto direito de De Gea, que fez bela defesa. Em cabeçada de Koscielny o Arsenal chegou muito perto de abrir o marcador, só não o fez porque Valencia cortou de cabeça antes da bola cruzar a linha final. O Manchester, por sua vez, chegou muito perto de ficar em vantagem no marcador quando Rooney cruzou da direita encontrando Van Persie, que cabeceou bem, mas Szczesny e o travessão salvaram a equipe londrina.

Podemos dizer que o Arsenal buscou mais a vitória que o Manchester. A equipe de Arsene Wenger atacou mais e foi mais perigosa. O Manchester foi um time que marcou bem, povoou o meio-campo, mas foi pouco ousado.

terça-feira, agosto 20, 2013

BELO CARTÃO DE VISITAS DE MANUEL PELLEGRINI

Por Danilo Silveira


 
De técnico novo, o Manchester City fez uma estreia de gala no Campeonato Inglês 2013/2014, dentro de casa, no Etihad Stadium. Com o chileno Manuel Pellegrini à beira do campo, a equipe conseguiu uma bela vitória, por goleada, em cima do Newcastle: 4 x 0.
Se o time perdeu recentemente Tévez e Balotelli, ganhou com as chegadas do atacante Jesús Navas, vindo do Sevilla, e do volante Fernandinho, que chegou de terras ucranianas, onde defendia os Shakhtar. Os dois foram titulares e se encaixaram bem ao esquema, aparentemente muito bem montado pelo novo treinador.
O atacante bósnio, Edin Dzeko, foi o melhor jogador em campo. Dos quatro gols, não fez nenhum, mas participou diretamente de dois, além de ter atuado bem tanto dentro, quanto fora da área. Logo nos minutos iniciais, o City foi para cima do Newcastle e criou duas boas chances, parando no goleiro holandês Krull. Em uma delas, ele fez ótima defesa em chute de Aguero dentro da área. O Newcastle chegou em chute de longe de Ben Arfa, que não teve o endereço do gol. Na terceira oportunidade do City, Krull nada pôde fazer. Dzeko fez boa jogada pela esquerda, cruzou e após rebatida para o meio, David Silva cabeceou para as redes. Foi o gol que deu calma e tranquilidade ao City, que era muito pouco ameaçado na defesa. Hart era praticamente um espectador privilegiado da partida. E quando Gouffran conseguiu chutar para as redes do goleiro inglês, o impedimento já havia sido marcado de maneira correta. Tudo parecia conspirar contra o Newcastle. O técnico Alan Pradew perdeu o argentino Gutiérrez, que saiu contundido, dando lugar a Anita.
Algo de se impressionar e aplaudir era o preparo físico da equipe comandada por Manuel Pellegrini. O fôlego e a vontade dos jogadores era algo invejável que complicava a saída de bola do time adversário. E o segundo gol do City veio novamente com ótima participação de Dzeko. Em um contra-ataque fulminante, o atacante bósnio tocou de calcanhar para Aguero, que venceu Krull e ampliou. As coisas, que já estavam difíceis para o Newcastle, pioraram ainda mais antes do intervalo, quando o árbitro expulsou Taylor, entendendo que o jogador agrediu Aguero. Se com número igual de jogadores já estava complicado, imagine com um a menos.
Veio a segunda etapa e o Manchester City continuou absoluto em campo. O terceiro gol veio em cobrança de falta muito bem executada pelo volante marfinense Yayá Touré. Com o elástico placar a seu favor, Pellegrini foi mexendo na equipe. Lançou Nasri (excelente jogador!) na vaga de Aguero, depois Javi Garcia na vaga de Kompany, machucado. Por último, ele colocou Negredo na vaga de David Silva. Em meio às duas últimas substituições, Nasri fez o quarto gol, quando ganhou da marcação na corrida e finalizou para as redes. O cartão de visitas do Manchester City foi dos melhores. Vem forte a equipe de Manuel Pellegrini para a temporada.

sábado, janeiro 12, 2013

WALTERS MARCA DOIS GOLS CONTRA, PERDE PÊNALTI E CHELSEA GOLEIA O STOKE CITY

Por Danilo Silveira

O fim de 2012 e começo de 2013 não foi nada bom para o Chelsea em termos de resultados. Os Blues foram eliminados da Liga dos Campeões no fim do ano passado e perderam o Mundial de Clubes para o Corinthians. Já em janeiro, a equipe perdeu em casa para o Queen Park Rangers pelo Campeonato Inglês e perdeu o jogo de ida da Copa da Liga Inglesa, para o Swansea, também em casa. Longe do título inglês, os Blues tentam pelo menos a classificação para a próxima Liga dos Campões e hoje, a equipe de Rafael Benítez deu um bom passo, aogolear o Stoke City, fora de casa, por 4 x 0. Curioso na partida foi que Walters, do Stoke City, marcou dois gols contra e ainda desperdiçou um pênalti.

Stoke começa melhor, mas Chelsea equilibra o jogo e chega ao gol

Mesmo demonstrando limitações técnicas, o Stoke City conseguiu pressionar o Chelsea no começo do jogo. Na melhor chance dos donos da casa, um chute a gol acabou interceptado por um jogador do Chelsea, mas a bola sobrou na ponta esquerda da área para o atacante Jones, que chutou na saída de Peter Cech, conseguiu fazer com que a redonda ultrapasse o goleiro, mas ela acabou não tomando o rumo do gol e saindo à direita da trave. E foi durante a segunda metade do primeiro tempo que o Chelsea conseguiu equilibrar as ações ofensivas e começou a criar chances de gol. Primeiro, após bela troca de passes, Lampard apareceu na cara do goleiro Begovic, que precisou utilizar o pé direito para defender o chute do capitão do time londrino. A segunda boa chance dos Blues aconteceu em chute de Demba Ba, também defendido pelo goleiro adversário. E quando parecia que o jogo iria zerado para o intervalo, Walters tratou de impedir que isso ocorresse. Após cruzamento da direita no campo ofensivo do Chelsea, ele errou ao tentar cortar de cabeça e acertou as próprias redes, marcando contra.

Walters marca mais um contra e ainda perde pênalti.

A segunda etapa começou parecida coma  primeira, com o Stoke exercendo uma pressão sobre o Chelsea. Aos 8 minutos, N´Zonzi arriscou de fora e obrigou Cech a fazer boa defesa. Pouco depois, o árbitro da partida, Andre Marriner, assinalou uma penalidade para o Stoke, mas acabou voltando atrás quando viu que a assistente havia assinalado, corretamente, o impedimento no lance. E aos 16 minutos, algo completamente inusitado aconteceu no Britannia Stadium. Escanteio cobrado da direita pelo Chelsea e Walters cabeceou novamente para as próprias redes. Sim, o jogador irlandês marcava ali seu segundo gol contra no jogo. Dois minutos mais tarde, Lampard marcou o terceiro gol para o Chelsea em cobrança de pênalti. Sem fazer um grande jogo, o Chelsea abria três gols de vantagem e a partir daí passou a ter tranquilidade no jogo. O Stoke não criava mais chances de gol e os Blues mantinham o jogo controlado. Hazard, de fora da área, marcou o quarto gol do Chelsea. Um jogo que, quando foi para o intervalo, parecia que teria um segundo tempo de fortes emoções, foi perdendo a graça aos poucos, com o elástico placar a favor dos visitantes. E antes do apito final, o árbitro assinalou, equivocadamente, uma penalidade para o Stoke. Walters foi para a bola para tentar marcar seu terceiro gol no jogo, o primeiro a favor. Mas, para completar um dia que provavelmente o irlandês vai querer esquecer, sua cobrança explodiu no travessão e foi para fora.

Não lembro de ter visto an história do futebol, no mesmo jogo, um atleta marcar dois gols contra e ainda perder um pênalti. Cabe uma pesquisa detalhada para tentarmos encontrar tal estatística. Incrível!

quarta-feira, janeiro 02, 2013

MESMO COM ERRO DA ARBITRAGEM A FAVOR, ARSENAL APENAS EMPATA COM SOUTHAMPTON

No seu primeiro jogo em 2013, o Arsenal não conseguiu dar sequência aos bons resultados dos últimos jogos de 2012. A equipe, que vinha de quatro vitórias seguidas na Premier League, conseguiu apenas um empate fora de casa, diante do Southampton, que ocupa as últimas posições da tabela.


Primeiro tempo equilibrado

No último duelo de 2012, os Guenners aplicaram 7 x 3 no Newcastle, em casa, jogando um bom futebol. E o que se viu na primeira aparição da equipe em 2013, foi algo completamente diferente. O Southampton se mostrou um adversário difícil durante os 90 minutos. Na primeira etapa, o duelo foi equilibrado, mas com poucas chances de gols. Os donos da casa abriram o placar aos 34 minutos em bobeira adversária. Bola mal recuada para Koscielny, a bola sobrou para a equipe do Southampton, mas logo Sagna apareceu para cortar, só que o lateral francês chutou mal, manteve a bola viva dentro da área e Gastón Ramírez apareceu para chutar e abrir o marcador. Os Guenners diminuíram o prejuízo da primeira etapa aos 40, quando após bola alçada na área, o brasileiro Guilherme do prado cortou mal e acabou marcando um gol contra.

Gastón Rasmírez marca, mas bandeirinha anula de maneira equivocada

Na segunda etapa, o jogo mudou de figura e os donos da casa passaram a dominar o Arsenal. Guilherme do Prado chutou de fora da área, acertando o canto dirteito de Szczesny, que pulou para fazer boa defesa, colocando para escanteio. Sinceramente, acho que a bola tocaria na trave e não entraria, o que não tira a dificuldade de defesa executada pelo goleiro polonês. O escanteio foi cobrado, a bola acabou pegando em Sagna e tomando o rumo do gol, mas Szczesny apareceu para defender no reflexo. Arsene Wenger começou a mexer na equipe aos 12, lançando Giroud na vaga de Podolski. O time não melhorou e em seguida o técnico francês lançou Gervinho, depois Ramsey, nas vagas de Chamberlain e Cazorla. Já Nigel Adkins, técnico do Southampton, lançou ao longo da segunda etapa Jay Rodriguez, Ward-Prowse e De Ridder, nas vagas de Lambert, Gastón Ramírez e Guilherme do Prado. Jogando melhor, a equipe da casa conseguiu chegar ao gol, mas o bandeirinha anulou de maneira equivocada. Gastón Ramírez recebeu por elevação, ganhou de Koscielny e chutou para as redes, mas o assistente viu posição irregular, de maneira errada. O Arsenal melhorou levemente nos minutos finais e assustou em chute de média distância de Arteta, que passou à esquerda do goleiro Artur Boruc. O Southampton quase desempatou a partida em boa jogada de Puncheon, que terminou com boa defesa de Szczesny.

Resumindo, o Arsenal não conseguiu jogar bem, foi dominado durante a segunda etapa e esteve mais perto da derrota que da vitória. Já o Southampton, não fez uma partida ruim e conseguiu um ponto que lhe garantiu fora da zona do rebaixamento.

quinta-feira, dezembro 27, 2012

EM JOGO DE SETE GOLS, CHICHARITO MARCA NOS ACRÉSCIMOS E GARANTE VITÓRIA DO MANCHESTER SOBRE O NEWCASLTE

Por Danilo Silveira


No fim do ano, o futebol para em países como Brasil, Espanha e Itália. Mas, na Inglaterra não. A terra da rainha tem como tradição ter jogos próximo ao natal e ao Ano Novo. E nesta quarta-feira, Manchester United e Newcastle fizeram um jogo pra lá de movimentado e cheio de gols no Old Trafford. Depois de estar atrás no placar por três vezes, os Red Devils conseguiram o gol da vitória quando o relógio apontava 90 minutos.

Newcastle vai para o intervalo em vantagem.

Logo aos 3 minutos da primeira etapa, Demba Ba aproveitou um erro em uma saída de bola do Manchester, arriscou de fora da área e De Gea defendeu, mas deu rebote, aproveitado por Perch: 1 x 0 para a equipe visitante. As chances de gol eram escassas e o Manchester enfrentava muitas dificuldades para penetrar na bem postada defesa do Newcastle. E a bola parada foi a opção que fez o time da casa chegar ao empate. Falta cobrada na área, após um bate rebate, Chicharito chutou, Krull conseguiu defender, mas no rebote Evans apareceu concluindo para o gol vazio. Era o empate do time de Manchester. Mas, demorou apenas três minutos para os visitantes se colocarem novamente à frente. E foi no lance mais polêmico do jogo. Simpson recebeu na ponta direita, chutou cruzado para o meio da área e Evans cortou o chute que ia na direção de Demba Ba e acabou marcando contra. Porém, o bandeira assinalou o impedimento do atacante do Newcastle, que mesmo sem tocar na bola,
participou do lance e realmente estava em posição irrelugar. Para mim, o bandeira acertou no lance. Só que o árbitro da partida, contrariando a marcação do seu auxiliar, validou o gol. Era novamente o Newcastle em vantagem. Vantagem essa que foi mantida até o intervalo e poderia ainda ter sido aumentada, se a falta cobrada por Marveaux tivesse entrado, ao invés de beijar o travessão de De Gea.

Jogo cresce em emoção e manchester vence com gol no fim.

O jogo cresceu na segunda etapa em todos os aspectos. Foram mais chances de gols, mais gols, mais emoção. Aos 3 minutos, Giggs, um dos destaques do jogo, cruzou da esquerda e Van Persie pegou mal de primeira. Aos 12, Evra chutou de fora da área, no canto esquerdo de Krull, que ainda tocou na bola, mas não impediu que ela entrasse. Lá estava o jogo empatado novamente. Alan Pardew resolveu mexer aos 19, lançando Obertan an vaga de Bigirimana. E a substituição teve um efeito positivo aos 22, quando Obertan apareceu pela esquerda, cruzou para Cisse, que pegou de primeira, anotando um belo gol em Old Trafford. Old Traffor esse que viu Van Persie empatar aos 25. O holandês chutou, seu conpatriota Krull rebateu e ele aproveitou o rebote para marcar. Detalhe que um minuto antes Alex Ferguson havia feito sua primeira alteração, lançando Cleverley na vaga de Scholes. Aos 26, Demba Ba deu lugar para Shola Ameobi, era a segunda mexida no time visitante. Após o gol, o Manchester melhorou muito na partida e começou a criar chances em sequência. Aos 27, Chicharito recebeu pela direita, driblou o goleiro, mas acabou perdendo ângulo e quando tocou
para trás, um jgoador do Newcastle apareceu para tirar. Aos 33, Van Persie recebeu passe por elevação na frente, chutou cruzado, mas a bola não encontrou o destino do gol. A última mexida do Newcastle aconteceu aos 34: Sammy Ameobi an vaga de Cisse. Logo em seguida, Chicharito aproveitou cruzamento da direita e cabeceou bonito, mas a bola passou à direita de Krull, muito perto E a equipe deAlan Pardew por muito pouco não se colocou novamente à frente no placar aos 39, em chute que bateu na trave direita de Krull. Chicharito, que perdeu duas boas oportunidades, acabou se saindo com herói da partida, ao receber passe na frente e chutar para as redes do Newcastle, garantindo a vitória ao líder Manchester United. Detalhe o relógio já anotava 45 minutos. Antes do apito final, Chicharito ainda deu lugar para Fletcher. O jogo ainda demorou mais do que devia para acabar, pois Anita recebeu uma entrada de Valencia e ficou caído um bom tempo, precisando sair de maca do campo. O jogo recomeçou e logo veio o apito final. Um bom jogo, de 7 gols e muita emoção.

O Manchester United já realizou metade dos seus jogos no Campeonato Inglês, conquistando 15 vitórias, 1 empate e 3 derrotas. Uma boa campanha em pontos, de um tiem
difícil de ser batido, que lidera a competição e deve lutar forte pelo título. Ja o Newcasltle, em seus 19 jogos, conseguiu 5 vitórias, 5 empates e 9 derrotas, estando apenas na décima quinta colocação. Acredito que se apresentar o mesmo futebol desta quarta, a equipe deve subir na tabela durante o returno.

segunda-feira, dezembro 03, 2012

COM UM HOMEM A MAIS QUASE TODO O JOGO, NEWCASTLE VENCE WIGAN COM TRANQUILIDADE

Por Danilo Silveira

Pelo complemento da rodada 15 da Premier League, o Newcastle recebeu o Wigan, no St James Park, e venceu com certa facilidade, por 3 x 0. Não foi um duelo lá dos mais
interessantes e emocionantes. Com os três pontos conquistados, o Newcastle  pulou de 14 para 17 pontos, abrindo cinco pontos da zona do rebaixamento. Já o Wigan, permaneceu com 14, apenas dois pontos atrás da zona da degola.

Com um a mais, Newcastle faz 2 x 0 na primeira etapa.

Logo aos 2 minutos, Tioté arriscou com perigo de fora da área e o chute passou a direita do goleiro Ali Al Habsi. O Wigan respondeu também em chute de fora da área, defendido por goleiro holandês Krull. E aos 8 minutos, uma jogada que foi decisiva para a partida. Cissé invadiu a área, sem nenhum marcador à sua frente e acabou levando um tranco de Figueroa. Pênalti assinalado e cartão vermelho para o jogador do Wigan. Demba Ba cobrou no canto direito e abriu a contagem. Lá estava o Wigan com uma desvantagem tremenda: um gol atrás no marcador e um homem a menos dentro das 4 linhas. E não demorou muito para a equipe da casa ampliar. Aos 20, Santon arriscou de fora da área, Ali Al Habsi defendeu, mas deu rebote, aproveitado por Demba Ba, que empurrou para as redes, marcando o seu segundo gol no jogo. Com seu time com um a menos, Roberto Martínez, técnico do Wigan, resolveu mexer aos 21, sacando Jordi Gómez e lançando McArthur. O Wigan até tentava atacar, mas tinha muitas dificuldades e o Newcastle mandava na partida. O francês Marveauxteux esteve perto de ampliar o placar em um chute rasteiro de fora da área, mas Ali Al Habsi defendeu no canto esquerdo.

Newcastle amplia e vence com tranquilidade.

Para a segunda etapa, as duas equipes voltaram com alterações. Alan Pardew lançou Bigirimana, jogador nascido em Burundi, na vaga de Tioté no Newcastle, enquanto Roberto Martínez colocou Piscu na vaga de Galdwell no Wigan. E a equipe visitante voltou para a segunda etapa melhor do que terminou os 45 minutos iniciais, conseguindo estar mais presente no ataque. E aos 4 minutos, Alan Pardew precisou mexer novamente na equipe, com a contusão do lateral esquerdo Santon. Com isso, Ferguson foi para o jogo. Apesar de conseguir algumas investidas no ataque, a equipe do Wigan pouco conseguia ameaçar a meta defendida por Krull. O destaque da segunda etapa foi o meia francês Marveaux, da equipe do Newcastle, que fez boas jogadas. Aos 25 minutos, ele deu assistência para Bigirimana, que deu belo chute de fora da área, no canto direito de Ali Al Habsi, para ampliar o marcador. Aos 30, Ameobi entrou na vaga de Gutiérrez no Nescaslte e aos 37, o atacante Di Santo saiu na equipe do Wigan para a entrada de McManamam. Aos 42, Demba Ba se contundiu e teve que sair do jogo. Como o Newcastle já tinha feito as três alterações, terminou o jogo com 10 jogadores em campo. Nada que atrapalhasse a tranquila vitória da equipe.

quarta-feira, novembro 28, 2012

MESMO EM CRISE, AINDA ACHO O CHELSEA FAVORITO EM UM POSSÍVEL DUELO COM CORINTHIANS

Por Danilo Silveira


Ás vésperas do Mundial de Clubes, o momento vivido peolo Chelsea não é dos melhores. Nesta quarta-feira, a equipe londrina chegou à marca de seis jogos sem vencer na Premier League, ao empatar em 0 x 0, com o Fulham, em Stamford Bridge, após uma atuação fraca. Pelo que parece, os torcedores estão para lá de insatisfeitos com a demissão de Roberto Di Matteo e contratação de Rafa Benítez para o cargo de treinador.

Pouca inspiração na primeira etapa.

Durante a primeira etapa, os Blues pouco criaram, assim como a equipe visitantes. Na verdade, tivemos um jogo muito ruim, bem abaixo do que eu costumo ver no Campeonato Inglês. A chance mais clara aconteceu aos 29 minutos, quando Oscar tocou apra Azpilicueta na ponta direita, o alteral cruzou para Fernando Torres, que dominou da direita e arrematou fraco, para tranquila defesa de Schwazer.

Jogo até melhora, mas equipes empatam sem gols.

Na segunda etapa, o jogo melhorou. A partida foi disputada de maneira mais intensa e as chances de gol, se não foram abundantes, pelo menos deram o ar da graça. Aos 9, em um contra ataque do Fulham, o grego Karagounis deu belo passe encontrando Rise na ponta esquerda, mas o jogador acabou finalizando mal. O Chelsea era bem mais presente no campo ofensivo, tentava pressionar, enquanto o Fulham encontrava espaços na parte ofensiva para contra atacar. Aos 29, Cech precisou trabalhar para defender um chute de fora, no canto direito. Aos 33, o Chelsea respondeu em voleio de Fernando Torres, que acabou interceptado por Hughes. Mesmo que o camisa 18 do Fulham não estivesse ali, acredito que a bola não teria o endereço do gol. E a partida acabou mesmo terminando sem gols. Falando nisso, cabe ressaltar que esse foi o terceiro jogo seguido que os Blues não balançaram as redes. Somando ainda o segundo tempo do jogo com o West Bromwich, o Chelsea chega à marca de mais de 300 minutos sem fazer um gol.

Previsões para o Mundial

Ao falar dessa crise que assombra os Blues, é quase impossível não pensar e falar no possível duelo entre Chelsea e Corinthians no Mundial de Clubes. Na minha opinião, mesmo se chegar em crise no Mundial, o Chelsea seria favorito nesse possível confronto diante do Timão. Pelojogadores que tem! Torres, oscar, Hazard, Matta, Ramíres, David Luiz, entre outros, são bons jogadores. Está certo que nem sempre o melhor time é aquele que tem os melhores jogadores, mas ter um material humano qualificado ajuda muito. Não que o Corinthians não tenha, mas no papel, vejo o Chelsea superior. Apesar de achar que os Blues são favoritos e vão vencer o Mundial, isso não significa que o Corinthians vá fazer feio. O que espero é o contrário disso. Acredito que o Timão vai fazer um bom mundial, vai fazer a final contra o Chelsea e vender caro o título.

domingo, novembro 18, 2012

ARSENAL LEVA SUSTO, MAS CONSEGUE VIRADA E GOLEIA TOTTENHAM NO CLÁSSICO LONDRINO

Neste sábado, o Arsenal venceu o Tottenham  de virada no clássico londrino, por 5 x 2. Os Guenners viram a equipe de André Villas-Boas abrir o placar logo cedo, mas a expulsão de Adebayor dificultou a vida do Tottenham e o Arsenal chegou ao empate e logo à virada, jogando um envolvente futebol.


Adebayor abre o placar, mas é expulso e prejudica sua equipe.

O primeiro lance de maior destaque aconteceu aos 8 minutos de jogo e foi no campo de ataque do Tottenham. Um chute de fora da área parou no meio do caminho, Gallas pegou o rebote e chutou para as redes, mas foi marcado o impedimento no lance. Mas, no minuto seguinte, o Tottenham conseguiu balançar as redes e alterar o placar. Defoe aproveitou lançamento longo, ganhou na corrida pela ponta esquerda, chutou cruzado, Szczesny deu rebote e Adebayor, ex jogador do Arsenal, aproveitou e abriu o placar no Emirates. O Tottenham se animou e chegou perto de ampliar aos 12. Lennon recebeu na ponta direita, chutou cruzado e a bola passou perto. O autor do gol que dava a vitória momentânea ao Tottenham, prejudicou feio sua equipe aos 16 minutos. Adebayor cometeu falta violenta em Cazorla, próximo á linha divisória do meio campo e acabou corretamente expulso pelo árbitro Howard Webb. O Arsenal cresceu na partida, foi encaixando seu estilo de jogo e chegou ao empate aos 27. Walcott cruzou da direita e Mertesacker cabeceou para as redes. Na parte final da primeira etapa, os Gunners foram criando chances de gol, como aos 40 minutos, quando Llorris trabalhou bem para encaixar uma cabeçada do seu compatriota Giroud. Aos 41, Podolski chutou no canto esquerdo e dessa vez Llorris nada pôde fazer para evitar a virada do time da casa. E o Arsenal ainda ampliaria o placar no primeiro tempo. Cazorla arrancou pelo meio, sofreu falta, cambaleou mas seguiu em pé, levou a bola para esquerda e cruzou rasteiro para Giroud, que foi oportunista para chutar e dessa vez vencer Llorris.

Jogando bem, Arsenal faz 5 x 2.

Para a segunda etapa, André Villas-Boas voltou com duas mexidas: o meia Dempsey entrou na vaga de Naughton e Dawson entrou no lugar de Walker. Mas, o Tottenham não conseguiu demonstrar muita força ofensiva e o Arsenal jogava bem, solto em campo. Aos 14, Walcoott tocou para Podolski, que cruzou rasteiro da ponta esquerda para Cazorla, que empurrou para as redes para ampliar o marcador. Uma goleada se desenhava no Emirates: 4 x 1 para o Arsenal. Mas, a equipe dirigida por Arsene Wenger ainda levaria sustos na partida. Aos 25, Bale chutou de fora da área, acertou o canto direito de Szczesny e diminuiu o marcador para o Tottenham. Nesse momento, mais mexidas no jogo: Ramsey entrou na vaga de Wilshere no Arsenal e no Tottenham, o jovem Carroll entrou na vaga de Huddlestone. Pouco depois, Bale apareceu pela esquerda e chutou cruzado, mas a bola nem teve o endereço do gol, nem chegou para Defoe, que fechava no meio, desviar para as redes. Era o Tiottenham voltando a gostar do jogo. Os minutos se passaram e Wenger queimou suas duas últimas alterações, lançando André Santos e Chamberlain, nas vagas de Podolski e Giroud. E antes do apito final, Walcott ainda deixou sua marca, dando números finais ao jogo: 5 x 2. 

segunda-feira, novembro 05, 2012

SUÁREZ FAZ GOLAÇO, MAS LIVERPOOL SÓ EMPATA COM NEWCASTLE EM 600º JOGO DE GERRARD

Por Danilo Silveira


Jogando em casa, o Liverpool não passou de um empate diante de Newcastle, apesar de ter jogado melhor quase todos os 90 minutos de partida. O Campeonato inglês está apenas começando, mas os Reds já estão vendo cada vez mais distante a possibilidade de título. Já são 13 pontos atrás do líder Manchester United.

Liverpool joga melhor, mas Newcastle abre o placar.

Ao som do tradicional “You will never walk alone”, a bola rolou no Anfield Road. Foi um momento especial para Steven Gerrard, que completava ali 600 partidas vestindo a camisa dos Reds. Os primeiros minutos foram de grande pressão da equipe da casa, que tinha Sterling como o homem mais participativo em campo. Apesar da pressão, nenhuma grande chance de gol foi criada. Quando o jogo atingiu a marca de 10 minutos, o Newcastle começou a equilibrar as ações. Aos 19, Suárez cobrou falta da ponta direita, com perigo, no canto esquerdo, mas a bola não teve o endereço do gol. Aos 21, nova jogada do uruguaio. Dessa vez, ele arrancou pela ponta direita e chutou para boa defesa do goleiro holandês Krull. Cinco minutos mais tarde, a primeira alteração na partida aconteceu. Perch, machucado, deu lugar para Simpson na equipe visitante. O Liverpool não fazia uma partida ruim, valorizava bem a posse de bola, mas tinha muitas dificuldades para penetrar na zaga adversária e criar chances de gol. Ir para o intervalo empatando, depois de jogar melhor o primeiro tempo, já era ruim para o Liverpool. Agora, imagine só ir para o intervalo perdendo o jogo? Pois bem, aos 43, Ben Arfa fez bela jogada pela ponta direita, cruzou encontrando no segundo pau o seu compatriota Cabaye, que emendou um chute cruzado para abrir o placar na cidade de Liverpool. Intervalo de jogo: Liverpool 0 a 1 Newcastle.

Suárez faz golaço e empata o jogo.

Veio a segunda etapa e logo com três minutos o Newcastle fez uma troca de atacantes: Demba Ba saiu, entrou Ameobi. O Liverpool corria em busca do empate, mas enfrentava muitas dificuldades. Suárez participava muito do jogo, incansável na parte ofensiva, brigando entre a defesa adversária. Aos 20, a primeira mexida no Liverpool: Shelvey na vaga de Suso. E aos 21, veio uma jogada belíssima, que terminou com o gol de empate do Liverpool. José Enrique, do campo defensivo, lançou Suárez, que conseguiu um belo domínio no peito, driblou o goleiro Krull e chutou para o fundo das redes. Um golaço! A partida recomeçou e Ferguson entrou na vaga de Cabaye no Newcastle. Aos 23, outra bela jogada de Suárez, que foi o melhor jogador em campo. O uruguaio deu um belo drible em Coloccini pela ponta direita e cruzou rasteiro para Shelvey, que se desequilibrou e acabou chutando fraco, perdendo ótima chance. Downing ainda entrou na vaga de Sahin no Liverpool, que corria em busca da virada, mas a partida terminou mesmo empatada. Vale destacar que o Liverpool atuou os minutos finais com um a mais, pois aos 38, Coloccini foi expulso de forma direta ao dar uma entrada muito forte em Suárez. Aos 48, o Liverpool ainda chegou muito perto da virada em uma jogada atípica. Falta batida, a bola explodiu em um jogador da barreira, quicou de forma estranha no chão e acabou tocando o travessão de Krull. 

segunda-feira, outubro 22, 2012

ROONEY MARCA UM GOL CONTRA, DOIS A FAVOR E UNITED VENCE STOKE

Por Danilo Silveira


Em um jogo de seis gols, o Manchester United bateu o Stoke City em Old Trafford. Wayne Rooney balançou as redes três vezes, sendo uma contra e duas a favor da sua equipe. Como o Chelsea também venceu na rodada, a diferença segue de 4 pontos do vice líder United para os Blues, que estão na liderança. Curiosamente, a próxima rodada acusa em duelo entre as duas equipes.

Rooney marca contra, mas ajuda United a virar ainda na primeira etapa.

Com dez minutos de jogo, o Manchester tomou um susto. Falta cobrada da ponta direita de ataque do Stoke, Rooney tentou afastar o perigo da área, mas acabou jogando para o fundo das próprias redes. E o gol fez muito bem ao Stoke, que parecia mais perto de ampliar o marcador do que de tomar o empate. De Gea trabalhou três vezes para evitar mais um gol da equipe visitante. Primeiro, ele evitou que um chute cruzado da ponta direita entrasse, depois, pegou uma cabeçada de Peter Crouch. E, aos 23 minutos, após bela trama, Walters chutou e o goleiro novamente trabalhou bem. Aos 26, Van Persie, que mostrou uma excelente movimentação no jogo, apareceu pela esquerda e cruzou na medida para Rooney cabecear, dessa vez para o lado certo, e empatar o jogo, se redimindo do erro que cometera pouco antes. E daí até o fim do primeiro tempo, foi a equipe da casa que chegou com mais perigo. Aos 39, Welbeck apareceu pela ponta esquerda, finalizou com estilo, encobrindo o goleiro Begovic, mas a bola tocou no travessão e não entrou. Aos 43, Rooney recebeu pelo meio, abriu na direita para Valencia, que cruzou para Van Persie, que virou a partida, levando o Manchester em vantagem para o intervalo.

Jogando bem, Manchester consolida vitória.

A equipe de Alex Ferguson voltou bem para o segundo tempo e ampliou logo no primeiro minuto. Rooney cruzou da direita e Welbeck apareceu na área para cabecear: 3 a 1. Senhor do jogo, dono das ações, o United via a partida controlada, com o Stoke não demonstrando poder de reação. Mas, o duelo ainda ganharia emoções. Aos 14, Kightly arrancou no meio-campo, passou por Ferdinand e Carrick e chutou no canto esquerdo de De Gea, que viu a bola tocar na trave esquerda antes de entrar: 3 x 2. Aos 19, Rooney foi oportunista e marcou o quarto gol da sua equipe. Após escanteio cobrado da direita e um bate rebate na área, ele chutou para as redes do Stoke. Daí para o fim do jogo, os dois técnicos mexeram em suas equipes, mas nada mudou muito o panorama do jogo. O Stoke continuou sem conseguir assustar muito e o United seguiu com a partida controlada. No Stoke, o técnico Tony Pulis colocou Ethetrington, Owen e Palacios, nas vagas de Walters, Kightly e Whitehead, enquanto no United, Ferguson lançou Anderson, Nani e Chicharito, nas vagas de Scholes, Valencia e Welbeck.

sábado, agosto 25, 2012

COM TORRES SENDO DECISIVO, CHELSEA VENCE NEWCASTLE E SEGUE 100% NO CAMPEONATO INGLÊS

Por Danilo Silveira





Em termos de resultados, o Chelsea começou a temporada da melhor maneira possível. No Campeonato Inglês, são três jogos e três vitórias. Nesse sábado, diante do Newcastle, a equipe do técnico Roberto Di Matteo fez um bom jogo e venceu por 2 a 0, com mais de 41 mil pessoas em Stamford Bridge.

Torres aparece e Chelsea abre 2 a 0

A bola rolou quem tomou a iniciativa do jogo foi o Chelsea, partindo para o ataque, valorizando a posse de bola. Os minutos se passavam e o Newcastle até chegava ao ataque, mas eram os donos de casa que jogavam melhor. Aos 17, Raul Mireles efetuou um bonito lançamento longo, da meia direita, encontrando Fernando Torres, que dominou no peito e tocou para Bertrand, que bateu fraco, para tranqüila defesa de Krul. Três minutos mais tarde, Torres recebeu pela ponta direita, passou por Santon, invadiu a área e na hora em que driblava Anita, acabou derrubado pelo camisa 8 adversário: pênalti corretamente assinalado. O goleiro Krul até acertou o canto direito, mas a cobrança feita por Hazard foi muito bem executada: 1 a 0 para o Chelsea. Por falar em Hazard, o meia belga se mostrou muito habilidoso e foi um dos destaques da partida. O gol fez bem para o Chelsea, que apresentou um bom futebol no restante da primeira etapa. Bom futebol, quem também está apresentando é Fernando Torres. Aos 46, ele apareceu pela ponta direita, tocou para Hazard, recebeu de volta de calcanhar e, da entrada da área, bateu forte, no canto esquerdo de Krul, ampliando o marcador.

Chelsea administra vantagem e consegue mais três pontos

As duas equipes voltaram para a segunda etapa sem alterações e o Newcastle retornou melhor do que havia terminado a primeira etapa. A equipe conseguia figurar mais no ataque, tendo como melhor nome entre seus jogadores o meia armador Ben Arfa, que mesmo muito marcado, ainda conseguia gerar algum perigo ao Chelsea. Aos 13, o atacante Denba Ba apareceu pela esquerda da área, arriscou para o gol e Peter Cech apareceu fazendo boa defesa. O técnico A. Pardew resolveu mexer pela primeira vez aos 18, tirando Simpson e lançando Ryan Taylor. De Matteo mexeu no Chelsea três minutos mais tarde, colocando o brasileiro Ramires na vaga de Mata. Apesar de ser conhecido como volante, Ramires atuou bem mais avançado, quase como um atacante. O Chelsea conseguia administrar bem a vantagem que tinha, não levando muito sufoco na defesa e sabendo trabalhar bem a bola quando a tinha nos pés. Fernando Torres continuou bem, mostrando boa presença ofensiva. A. Pardew queimou suas duas últimas alterações. Aos 28, Marveaux na vaga de Santon e três minutos mais tarde, Perch no lugar de Cabaye. Aos 34, o Chelsea assustou em chute de Bertrand, que passou à esquerda de Krull. O Newcasrtle teve a sua oportunidade de gol mais clara aos 38, quando DenBa Ba apareceu dentro da área e chutou rasteiro, mas Cech novamente apareceu para defender. Não demorou para chegar o apito final, que decretou a terceira vitória em três jogos do líder Chelsea

Está certo que o Chelsea foi campeão da Champions League na temporada passada, mas esse atual Chelsea, à primeira vista, parece bem mais leve, organizado e ofensivo. 

segunda-feira, abril 30, 2012

NO DUELO DE MANCHESTER, CITY VENCE UNITED E ASSUME A PONTA DO INGLÊS FALTANDO DUAS RODADAS PARA O FIM


Por Danilo Silveira

O jogo entre Manchester City e Manchester United, os dois primeiros colocados da Premier League, foi um dos duelos mais aguardados nessa reta final dos campeonatos europeus. E o City, que estava três pontos atrás do United venceu, por 1 a 0, com gol do zagueiro Kompany, empatando assim a sua pontuação com a do rival, e assumindo a liderança por conta de um maior saldo de gols (61 a 53).

City melhor no primeiro tempo 

A partida foi bem disputada, com muita garra e vontade por parte dos jogadores. Porém, o confronto deixou a desejar no quesito chances de gol. As equipes pouco conseguiram criar durante os 90 minutos, com os goleiros sendo pouco exigidos. Nos 45 minutos iniciais, o City foi amplamente superior, passando a maior parte do tempo no campo ofensivo, buscando uma brecha para infiltrar na defesa do United. Aguero, David Silva e Nasri foram os melhores em campo, contando ainda com a participação ofensiva corriqueira do lateral direito Zabaleta. Uma das melhores chances da equipe aconteceu quando Aguero pegou a sobra de uma jogada aérea, mas acabou isolando. E quando parecia que o 0 a 0 iria para o intervalo, após escanteio cobrado da direita, o zagueiro belga, Kompany, subiu e cabeceou, vencendo o goleiro De Gea e abrindo o marcador.

United muda postura, mas não leva perigo ao gol de Hart

Logo no início da segunda etapa, foi perceptível a mudança de postura do United. Atrás no marcador, a equipe de Alex Ferguson passou a sair mais para o jogo, buscando a criação de jogadas ofensivas. O City, por sua vez, tentava não se encolher e continuar atacando. Mesmo com uma partida mais aberta, as chances de gol continuaram sem aparecer. Aos 23 minutos, Roberto Mancini colocou o volante De Jong na vaga do atacante Carlito Tévez. No papel, o time ficou mais defensivo, mas isso não ocorreu pois Yayá Touré, que atuou como volante na primeira etapa, passou a jogar mais avançado, tendo sucesso na sua nova função, sendo o nome do jogo no segundo tempo, dando dois bons chutes a gol de fora da área, um que passou à esquerda de De Gea e outro que passou à direita. Aos 31 minutos, uma cena inusitada: De Jong fez falta dura em Werlbeck e tomou cartão amarelo. Logo, as câmeras da tevê focalizaram a beirada do campo, onde os dois técnicos, Alex Ferguson e Roberto Mancini, trocavam palavras, provavelmente pouco carinhosas e tinham seus corpos separados por algumas pessoas, que evitavam a possibilidade de um embate físico entre os dois. Ferguson, que já tinha colocado Welbeck na vaga de um sumido Park aos 13 minutos da segunda etapa, resolveu aos 33 lançar Valencia na vaga de  Scholes. Aos 37, Mancini lançou Richards na vaga de David Silva, recuando demais o time e comprometendo diretamente a criação de jogadas ofensivas da equipe. Porém, o United não levava sucesso em investidas ao ataque. O apito final chegou e o Campeonato Inglês tem um novo líder: o Manchester City.

Agora, faltam apenas duas rodadas para o término da competição. O United encara o Swansea em casa e termina sua participação contra o Sunderland, fora.. Já o City, pega o Newcastle fora e fecha contra o Queen Park Rangers, em casa. Se conseguir duas vitórias, o City só perderá a taça se o United conseguir vencer dois jogos e ainda reverter esses oito gols de saldo que tem a menos que o rival.

domingo, abril 29, 2012

TOTTENHAM FAZ GRANDE PRIMEIRO TEMPO, VENCE BLACKBURN E ACABA COM SECA DE VITÓRIAS

Por Danilo Silveira




Com três derrotas e um empate nos últimos quatro jogos e fora da zona de classificação para a próxima UEFA Champions League na tabela do Campeonato inglês. Foi assim que o Tottenham entrou no seu estádio, o White Hart Lane, neste domingo, para enfrentar o Blackburn, que luta para permanecer na Premier League na próxima temporada. Após o apito final, a vitória do alívio: 2 a 0.

Tottenham faz belo primeiro tempo, mas marca apenas um gol

Logo com um minuto de partida, Modric foi ao fundo pela esquerda, cruzou, a bola passou pelo goleiro Robinson e chegou no segundo pau para Lennon, que com gol vazio, bateu para estufar as redes adversárias, porém, pelo lado externo, perdendo boa oportunidade. O Tottenham marcava sob pressão no campo do adversário, e quando tinha a posse de bola, trocava bons passes, em busca de espaços para a penetração. E a segunda boa chance da equipe veio em um chute de fora da área, executado por Sandro, que acabou explodindo no travessão. Aliás, vale destacar o grande primeiro tempo do volante brasileiro, tanto na parte ofensiva quanto na parte defensiva, desarmando seus adversários. O Blackburn praticamente se limitava a marcar, atuando no campo de defesa a primeira etapa quase inteira, sem construir basicamente nada no campo ofensivo.E o gol do Tottenham não demorou muito para sair. Aos 21 minutos, Lennon cruzou da direita, Bale cabeceou, a bola tocou no travessão e sobrou para Van der Vaart, que bateu, mas teve seu chute interceptado por Dann, antes que a bola estufasse as redes, mas não antes que ela cruzasse a linha final, portanto, gol corretamente assinalado. Mesmo com a vantagem no placar, o time londrino não diminuiu o ritmo, continuou fiel ao estilo de jogo que começou a partida e ainda criou duas boas chances de ampliar nos primeiros 45 minutos. Aos 37, Rose tabelou com Modric pela esquerda, apareceu na área e finalizou, mas Robinson saiu bem do gol e interceptou o arremate. Aos 41, o zagueiro Gallas, que teve pouco trabalho na defesa, apareceu na área para completar cobrança de escanteio de cabeça, e ser responsável pela terceira bola explodida no travessão do Blackburn na partida.

Gol de Walker sela vitória da equipe londrina

Na segunda etapa, o Blackburn até esboçou uma postura mais ofensiva, mas o desenho tático do jogo pouco se alterou, com o Tottenahm passando a maior parte do tempo no campo de ataque. No entanto, a equipe londrina não conseguia trocar passes e fazer o jogo fluir tão bem como na etapa inicial. Aos 15 minutos, Gareth Bale poderia ter ampliado o placar. Após belo contra ataque, o galês arriscou de fora da área e o chute rasteiro passou à esquerda do gol de Robinson. Vendo seu time sem conseguir criar jogadas de perigo, o técnico escocês Steve Kean, do Blackburn, mexeu na equipe aos 26, tirando o atacante nigeriano Yakubu e lançando o francês Anthony Modeste. Porém, três minutos mais tarde, as coisas ficaram ainda mais complicadas para a equipe visitante. Em uma bela cobrança de falta, Walker acertou o canto esquerdo do goleiro Robinson e ampliou o marcador. O gol deu uma vantagem maior ao Tottenham e faltando cerca de quinze minutos para o término de partida, seria improvável que o Blackburn conseguisse evitar o triunfo do time londrino, o que de fato não aconteceu.

Com o resultado, o Tottenham chegou ao quarto lugar, zona que leva o time à fase classificatória da UEFA Champions League. O time londrino tem os mesmos 62 pontos do quinto colocado Newcastle e vê o Chelsea logo atrás, em sexto, com 61. Na frente da equipe, em terceiro lugar, está o grande rival Arsenal, com 65 e um jogo a mais. Já o Blackburn está em penúltimo, na zona de rebaixamento, com apenas 31 pontos, faltando apenas dois jogos. O QPR é o primeiro time fora da zona da degola e tem três pontos a mais, somando 34.

segunda-feira, março 26, 2012

GOL DE ROONEY, VITÓRIA DO MANCHESTER UNITED

Por Danilo Silveira

Depois de ver o Manchester City, seu principal rival na luta pelo título inglês, tropeçar no sábado (1 a 1 com Stoke City fora de casa), o Manchester United mirava uma vitória diante do Fulham, jogando em casa, no Old Trafford, para abrir três pontos de vantagem na primeira colocação. E essa missão foi cumprida graças a um gol solitário do atacante inglês Wayne Rooney.

O jogo

Logo nos minutos iniciais, os donos da casa tomaram a iniciativa do jogo, espalhando seus homens no campo de ataque. O Fulham, por sua vez, jogava com praticamente todos os seus jogadores atrás da linha da bola, tentando evitar que o Manchester entrasse na sua área. Aos 10 minutos, o lateral brasileiro Rafael cruzou para Giggs, que cabeceou fraco, para defesa tranquila de Schwarzer. E foi mais ou menos quando o relógio assinalava 12 minutos, que o time visitante conseguiu sair para o jogo. E o goleiro De Gea precisou trabalhar. Aos 16, ele apenas olhou o chute de longe do belga Dembelé, que não teve o rumo do gol. Porém, três minutos mais tarde, Dempsey arriscou e o goleiro defendeu no meio do gol. Pouco depois, o americano novamente conseguiu chutar na direção da meta do goleiro espanhol, que dessa vez teve um pouco mais de trabalho para encaixar um chute colocado no canto esquerdo. Os minutos se passavam e o desenho tático do jogo mostrava que o time da casa estava enfrentando muitas dificuldades. Aos 31, Evra protagonizou um lance plasticamente muito bonito, ao proferir uma bicicleta que passou próximo do gol, à direita de Schwarzer. Quando o intervalo se aproximava, mais precisamente aos 41 minutos, Evans apareceu livre no segundo pau e se atirou no gramado, alcançando a bola e dando bela assistência para Rooney, que bateu para o fundo das redes, inaugurando o marcador em Old Traffod.

Segundo tempo morno, mas sem gols.

Veio a segunda etapa e em menos de dez minutos o Manchester teve duas boas chances para ampliar. Primeiro Valencia recebeu pela direita e, dentro da grande área, chutou para defesa de Schwarzer. Depois, o goleiro do Fulham precisou tarbalhar de novo, dessa vez para defender chute colocado de Young, no canto esquerdo. Ao contrário do que aconteceu na primeira etapa, o time visitante não conseguiu sair para o jogo e criar chances de gol. Com esse panorama, B. Ruiz e Murphy entraram na equipe do Fulham, nas vagas de Frei e M. Diarra. Já no Manchester, Chicharito e Smalling entraram nas vagas de Welbeck e Ferdinand. O manchester United não conseguia chegar ao segundo gol e o perigoso placar de 1 a 0 persistia. E com o final de partida se aproximando, o Fulham conseguiu sair apra o jogo, e começou a exercer certa pressão no time da casa. Aos 34, Ferguson optou por tirar W. Rooney, lançando Scholes, um jogador mais defensivo. Os minutos se passaram e o apito final do jogo deve ter tido um som de alívio para a maioria dos 75.570 presentes no estádio.

domingo, março 04, 2012

GELADO, UNITED VENCE O TOTTENHAM FORA DE CASA

Por Danilo Silveira

Gelado, frio e oportuno. Assim foi a forma que o Manchester United jogou diante do Tottenham fora de casa. Apesar de pouco atacar e pouco criar, os Red Devils conseguiram vencer a equipe da casa, por 3 a 1, e seguir dois pontos somente atrás do líder Manchester City, no Campeonato Inglês.

Durante a primeira etapa, as oportunidades de gol foram escassas. A partida começou equilibrada, muito corrida. Os minutos foram se passando e o Tottenham começou a ter o domínio territorial. Durante grande parte da segunda metade dos 45 minutos iniciais, a equipe do técnico Redknapp jogou encurralando o time de vermelho no campo defensivo. Porém, os comandados de A. Ferguson exerciam uma boa marcação, dificultando as investidas do Tottenham. A melhor chance aconteceu quando Lennon foi ao fundo pela esquerda, cruzou rasteiro para Saha chutar para o gol, porém, Adebayor, quase em cima da linha, acabou brecando o chute, jogando como zagueiro e em seguida, o atacante chutou para as redes, mas o árbitro invalidou o gol, assinalando mão na bola de Adebayor de forma correta. E quando o intervalo estava chegando, o Manchester conseguiu chegar ao seu gol. Em um dos poucos momentos no ataque da equipe de vermelho, escanteio cobrado da esquerda, Rooney antecipou-se à marcação e cabeceou para o fundo das redes do goleiro.

Para a segunda etapa, o Tottenham voltou mais incisivo, tentando acelerar o jogo para criar oportunidades de gol. Em chute de fora, De Gea trabalhou e em cobrança de falta, Ekotto acertou o travessão. E com os donos de casa jogando melhor a partida se desenhou até os 15 minutos, quando novamente o filme da primeira etapa se repetiu. O Tottenham era melhor, o Manchester pouco atacava, mas acabou chegando ao gol. Após cruzamento rasteiro da direita, a bola chegou no segundo pau e Young chutou para ampliar o marcador. A partir de então o Manchester melhorou no jogo, conseguiu sair do estado de retranca e aos 24, Young chutou de fora da área e fez o terceiro. Era o Manchester, sem jogar bem, aplicando 3 a 0 no Tottenham no White Hart Lane. A equipe londrina enfrentava dificuldades para exercer pressão no Manchester nos minutos seguintes e a vitória do Manchester estava desenhada. Aos 43, Defoe, que entrou na vaga de Saha, arriscou de fora da área e fez o gol de honra do Tottenham. A equipe da casa ainda exerceu uma pressão nos minutos finais, mas nada que evitasse a vitória do United, que segue dois pontos atrás do líder City.