Nesta terça, a França goleou a Noruega por 4 a 0, em amistoso de preparação para a Copa do Mundo. O grande destaque do jogo foi o meia Valbuena, que não balançou as redes, mas foi o responsável por três assistência.
A França começou o jogo bem. Logo com um minuto, Valbuena cobrou falta da esquerda e Griezmann cabeceou para boa defesa do goleiro Nyland, que colocou para escanteio. E na jogada seguinte foi a vez de Giroud cabecear e novamente o goleiro norueguês evitou o gol. Porém, aos 15 minutos, ele nada pôde fazer para evitar que o placar fosse aberto. Valbuena recebeu (em impedimento que não foi assinalado) na ponta esquerda, cruzou para Pogba cabecear e abrir a contagem. A França deu sinais de que se soltaria cada vez mais na partida, no entanto, na segunda metade da primeira etapa a equipe caiu de produção e viu a Noruega esboçar uma reação.
O intervalo veio em boa hora para a equipe de Deschamps. Logo aos sete minutos da segunda etapa, Giroud ampliou, com belo chute da entrada da área, depois de receber passe de Valbuena. A França passou a ter total domínio do jogo diante de uma Noruega pouco competitiva. Remy saiu do banco de reservas para aumentar o placar depois de ótimo passe de Debuchy. A vitória francesa estava virando goleada. Antes de ser substituído, Valbuena apareceu para dar sua terceira assistência para gol. Cruzamento da esquerda na cabeça de Giroud: 4 x 0. Provavelmente o torcedor francês saiu do Stade de France feliz com o que viu!
Ps: Nasri cairia como uma luva nesse time!
Ps2: A França me surpreendeu de forma positiva.
terça-feira, maio 27, 2014
segunda-feira, maio 26, 2014
COM DOSES DE EMOÇÃO, REAL MADRID VENCE SUA DÉCIMA LIGA DOS CAMPEÕES
Por Danilo Silveira
Foi somente aos 48 da segunda etapa que o Real Madrid conseguiu vencer o praticamente intrasponível sistema defensivo do Atlético de Madrid. Sérgio Ramos, de cabeça, tirou o título que parecia nas maõs da equipe comandada por Diego Simeone. Equipe que, por sinal, deve ser muito elogiada. O time do Atlético é um time incrível, não é dos mais brilhantes nem pratica um futebol dos mais belos, mas é um time que sabe muito bem o que quer e tem total consciência daquilo que está fazendo dentro de campo. Depois de passar pelo Milan de Seedorf, Barcelona de Messi e Chelsea de Mourinho, chegou à final e encarou o qualificado Real Madrid de igual para igual. Real Madrid de um Cristiano Ronaldo que teve uma atuação muito, mas muito distante do que se espera de um melhor jogador do mundo. Real Madrid do veloz Gareth Bale, que incomoda muito, do motorzinho Di Maria e de um sumido Benzema.
Os 45 minutos iniciais foram mal jogados. Muitas entradas fortes, muita discussão em campo e poucas chances de gol. Antes dos dez minutos o Atlético sofreu uma baixa: Diego Costa, que era dúvida, não conseguiu permanecer em campo e deu lugar para Adrián López. A partida começou truncada, com poucas chances. O Real poderia ter aberto o placar quando Gareth Bale recebeu um presente do volante Tiago, que errou a saída de bola, entregando a redonda em seus pés, mas o galês acabou batendo para fora. E foi na bola aérea que o time de Diego Simeone abriu o placar: Cassillas errou feio, saiu do gol fora de tempo e Godín usou a cabeça não para estufar as redes, mas para colocar força suficiente para bola cruzar a linha antes de Cassillas afasta-la para longe. Vantagem enorme para o Atlético, já que fazer um gol na equipe de Simeone é das tarefas mais complicadas.
Veio a segunda etapa e quanto mais o relógio passava, mais parecia distante a ocorrência de algum gol. O Atlético não conseguia assustar na parte ofensiva, mas mantinha o duelo sob controle. Até que Ancelotti fez duas mexidas de uma só vez, lançando Isco e Marcelo, nas vagas de Khedira e Coentrão. As alterações surtiram efeito e o Real conseguiu ganhar mais presença ofensiva, enquanto o Atletico se acuou. O gol do Real, que parecia distante, passou a parecer bem mais perto. Mas, a valentia atleticana, somada a aplicação tática eram os dois maiores aliados do time de Simeone para manter o placar intacto. Só que Sérgio Ramos apareceu aos 48 para servir como um pesadelo para os atleticanos.
Veio a prorrogação e por conta das cirscunstâncias, o Real passou a estar mais perto do título. O Atlético se superou e aguentou até os 6 da etapa final, quando Di Maria, fez linda jogada pela esquerda, driblando Juanfran e chutando; Courtois defendeu, mas Bale apareceu e cabeceou para o gol vazio. Foi um duro golpe e a cicatriz deve ficar eternamente em cada jogador atleticano que participou da final. Marcelo ampliou e Criatiano Ronaldo, de pênalti, selou os 4 x 1.
Antes do apito final, Simeone e o zagueiro Varane se desentenderam, mas logo a confusão foi apartada, o árbitro apitou o fim do jogo e o Real comemorou seu décimo título de Liga dos Campeões.
Sinceramente, pelo jogo de hoje, para qualquer lado que fosse a taça seria de forma merecida.
Foi somente aos 48 da segunda etapa que o Real Madrid conseguiu vencer o praticamente intrasponível sistema defensivo do Atlético de Madrid. Sérgio Ramos, de cabeça, tirou o título que parecia nas maõs da equipe comandada por Diego Simeone. Equipe que, por sinal, deve ser muito elogiada. O time do Atlético é um time incrível, não é dos mais brilhantes nem pratica um futebol dos mais belos, mas é um time que sabe muito bem o que quer e tem total consciência daquilo que está fazendo dentro de campo. Depois de passar pelo Milan de Seedorf, Barcelona de Messi e Chelsea de Mourinho, chegou à final e encarou o qualificado Real Madrid de igual para igual. Real Madrid de um Cristiano Ronaldo que teve uma atuação muito, mas muito distante do que se espera de um melhor jogador do mundo. Real Madrid do veloz Gareth Bale, que incomoda muito, do motorzinho Di Maria e de um sumido Benzema.
Os 45 minutos iniciais foram mal jogados. Muitas entradas fortes, muita discussão em campo e poucas chances de gol. Antes dos dez minutos o Atlético sofreu uma baixa: Diego Costa, que era dúvida, não conseguiu permanecer em campo e deu lugar para Adrián López. A partida começou truncada, com poucas chances. O Real poderia ter aberto o placar quando Gareth Bale recebeu um presente do volante Tiago, que errou a saída de bola, entregando a redonda em seus pés, mas o galês acabou batendo para fora. E foi na bola aérea que o time de Diego Simeone abriu o placar: Cassillas errou feio, saiu do gol fora de tempo e Godín usou a cabeça não para estufar as redes, mas para colocar força suficiente para bola cruzar a linha antes de Cassillas afasta-la para longe. Vantagem enorme para o Atlético, já que fazer um gol na equipe de Simeone é das tarefas mais complicadas.
Veio a segunda etapa e quanto mais o relógio passava, mais parecia distante a ocorrência de algum gol. O Atlético não conseguia assustar na parte ofensiva, mas mantinha o duelo sob controle. Até que Ancelotti fez duas mexidas de uma só vez, lançando Isco e Marcelo, nas vagas de Khedira e Coentrão. As alterações surtiram efeito e o Real conseguiu ganhar mais presença ofensiva, enquanto o Atletico se acuou. O gol do Real, que parecia distante, passou a parecer bem mais perto. Mas, a valentia atleticana, somada a aplicação tática eram os dois maiores aliados do time de Simeone para manter o placar intacto. Só que Sérgio Ramos apareceu aos 48 para servir como um pesadelo para os atleticanos.
Veio a prorrogação e por conta das cirscunstâncias, o Real passou a estar mais perto do título. O Atlético se superou e aguentou até os 6 da etapa final, quando Di Maria, fez linda jogada pela esquerda, driblando Juanfran e chutando; Courtois defendeu, mas Bale apareceu e cabeceou para o gol vazio. Foi um duro golpe e a cicatriz deve ficar eternamente em cada jogador atleticano que participou da final. Marcelo ampliou e Criatiano Ronaldo, de pênalti, selou os 4 x 1.
Antes do apito final, Simeone e o zagueiro Varane se desentenderam, mas logo a confusão foi apartada, o árbitro apitou o fim do jogo e o Real comemorou seu décimo título de Liga dos Campeões.
Sinceramente, pelo jogo de hoje, para qualquer lado que fosse a taça seria de forma merecida.
quarta-feira, maio 21, 2014
MESMO COM ATUAÇÃO PÉSSIMA, VASCO ARRANCA EMPATE DO SAMPAIO CORRÊA
Por Danilo Silveira
Se jogar o restante das partidas da Série B como jogou nesta terça-feira diante do Sampaio Corrêa, o Vasco corre sério risco de cair para a Terceira Divisão. O apresentado pela equipe de Adilson Batista em 90 minutos foi bisonho.
Durante boa parte da primeira etapa, o sistema defensivo vascaíno jogou em linha e de maneira avançada. Não sei se essa foi a estratégia montada pelo treinador ou se foi realmente algo imposto pela desorganização da equipe em campo. O fato é esse posicionamento era pra lá de suicida e um pouco de sorte mesclado com falta de qualidade da equipe adversária acabou impedindo que o gol saísse. O velocista Pimentinha, do Sampaio Corrêa, dava muito trabalho à defesa vascaína e chegou perto de abrir o marcador em duas oportunidades: em uma ele chutou para fora e na outra Diego Renan salvou quase em cima da linha. Na parte ofensiva, o time pouco conseguia fazer. Foram raros ou até inexistentes momentos de lucidez da equipe da Colina durante os primeiros 45 minutos. A equipe nitidamente sofria com a ausência de Douglas, mas não é motivo para tamanha falta de inspiração ofensiva.
Para a segunda etapa, Adilson lançou o artilheiro Edimilson, mas de nada adiantou. Um time que já era desorganizado se tornou ainda mais bagunçado e o gol do Sampaio aconteceu natural e merecidamente. Gol de um time mais organizado, mais inteiro fisicamente, que dominava a partida. E como saiu o primeiro, poderia ter saído o segundo, o terceiro e assim por diante. O Vasco estava muito mais perto de sofrer mais um gol do que de empatar a partida. No entanto, os deuses do futebol deram ao time da Colina um presente quando o relógio já marcava quarenta e muitos. Guilherme Biteco, estreante da noite, foi o autor do gol que deu mais um ponto ao Vasco na tabela de classificação.
O que mais deve preocupar a torcida, a diretoria e a comissão técnica do Vasco não é a perda de dois pontos na tabela com o empate, mas sim a qualidade do futebol apresentado pela equipe, que foi abaixo da linha da mediocridade.
Se jogar o restante das partidas da Série B como jogou nesta terça-feira diante do Sampaio Corrêa, o Vasco corre sério risco de cair para a Terceira Divisão. O apresentado pela equipe de Adilson Batista em 90 minutos foi bisonho.
Durante boa parte da primeira etapa, o sistema defensivo vascaíno jogou em linha e de maneira avançada. Não sei se essa foi a estratégia montada pelo treinador ou se foi realmente algo imposto pela desorganização da equipe em campo. O fato é esse posicionamento era pra lá de suicida e um pouco de sorte mesclado com falta de qualidade da equipe adversária acabou impedindo que o gol saísse. O velocista Pimentinha, do Sampaio Corrêa, dava muito trabalho à defesa vascaína e chegou perto de abrir o marcador em duas oportunidades: em uma ele chutou para fora e na outra Diego Renan salvou quase em cima da linha. Na parte ofensiva, o time pouco conseguia fazer. Foram raros ou até inexistentes momentos de lucidez da equipe da Colina durante os primeiros 45 minutos. A equipe nitidamente sofria com a ausência de Douglas, mas não é motivo para tamanha falta de inspiração ofensiva.
Para a segunda etapa, Adilson lançou o artilheiro Edimilson, mas de nada adiantou. Um time que já era desorganizado se tornou ainda mais bagunçado e o gol do Sampaio aconteceu natural e merecidamente. Gol de um time mais organizado, mais inteiro fisicamente, que dominava a partida. E como saiu o primeiro, poderia ter saído o segundo, o terceiro e assim por diante. O Vasco estava muito mais perto de sofrer mais um gol do que de empatar a partida. No entanto, os deuses do futebol deram ao time da Colina um presente quando o relógio já marcava quarenta e muitos. Guilherme Biteco, estreante da noite, foi o autor do gol que deu mais um ponto ao Vasco na tabela de classificação.
O que mais deve preocupar a torcida, a diretoria e a comissão técnica do Vasco não é a perda de dois pontos na tabela com o empate, mas sim a qualidade do futebol apresentado pela equipe, que foi abaixo da linha da mediocridade.
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