Dunga foi um mau exemplo para o mundo. Dunga não foi para uma Copa do Mundo, Dunga foi para uma guerra. Dunga montou uma seleção brasileira desequilibrada emocionalmente. Dunga montou a pior seleção brasileira dos últimos anos. Dunga acabou o futebol denominado arte, do futebol brasileiro. Dunga não merece ser técnico da seleção brasileira.
Dunga, assumiu a seleção brasileira em 2006, depois do fiasco na Copa do Mundo. A população brasileira de fato achou que voltaria a ter vontade de torcer pela seleção brasileira. Mas Dunga conseguiu provar o contrário. Convocou alguns jogadores de qualidade sim, mas no geral, banalizou a camisa verde e amarela. Fugiu completamente dos padrões que uma seleção brasileira tem. Mesmo assim, venceu a Copa américa e Copa das Confederações. E isso de fato fez muito mal para sua cabeça. Pois assim, continuou no cargo, mas as críticas não pararam e ele não soube lhe dar com elas. E a Copa do Mundo foi se aproximando e todo mundo sabia que com os jogadores que Dunga contava, seria difícil ir bem. Mas durão e ranzinzo, ele insistiu. Parecia que quanto mais críticas apareciam, mais Dunga fechava seu grupo.
E assim chegou a tão esperada Copa do Mundo. Nos amistosos de preparação, contra as inespressivas selerções de Tanzânia e Zimbábue, seus jogadores mostraram desequilíbrio emocional. E Dunga estabeleceu o seguinte lema: Quem me critica é meu inimigo. E assimn conmeçou uma das mais catastróficas participações brasileiras em Copas do Mundo. Se realmente somos o país do futebol, devemos estar envergonhados. Dunga, a cada partida se exaltava mais.
Começemos pela convocação. Dunga, simplesmente não levou Ronbaldinho Gaúcho para levar Kléberson, Josué e Julio Baptista. Sendo que o craque do Milan, campeão mundial em 2002, estava com duas pernas e dois braços e sem nenhuma doença grave que o impedisse de praticar o futebol. Dunga resolveu encher a seleção de jogadores que não tem capacidade técnica de jogarem numa seleção brasileira. E assim ele foi a luta. E foi bom que não tenha dado certo, senão estariamos dando um prêmio a quem não merece.
Não satisfeito, Dunga declarou guerra a quase todo mundo. Acusou os jornalistas de torcerem contra a seleção, começou a jogar na cara de todo mundo que tinha ganho a Copa América e Copa das confederações e foi em busca de mais um título. E foi eliminado nas quartas de final pela Holanda em um vexame histórico. Não pela derrota mas sim pela forma que ela aconteceu. Um avergonha para o Brasil. Desde o primeiro minuto a seleção envergonhou. Robinho, símbolo
segunda-feira, julho 05, 2010
jogo 58 - Em jogo histórico, Uruguai avança nos pênaltis.
Jogo termina empatado no tempo normal e na prorrogação Gana desperdiça chance de avançar às semifinais. Na disputa por pênaltis, Loco Abreu garante classificação da azul celeste depois de cobrança com cavadinha.O futebol de fato á fascinante. Uruguai e Gasna provaram isso. A certeza era uma: de que uma seleção que não era candidata ao título antes do início do mundial chegaria a semifinal. E isso não fez o jogo ser menos importante nem menos emocionante. Pelo contrário. O duelo foi um dos mais emocionantes até aqui na Copa do Mundo 2010, decidido nas penalidades máximas.
Sul americanos começam melhor mas africanos saem na frente.
O Uruguai começou o jogo assustando mais. Aos 10, Suárez recebu pela esquerda e chutou para defesa de Kingson. Aos 17, escanteio cobrado pela esquerda e a bola desviou em Mensah e o ggoleiro de Gana novamente fez boa defesa. Aos 22, saída de bola errada e o Uruguai puxou contra ataque, mas Forlán chutou a esquerda. Pouco depois, lateral cobrado da esquerda e Suárez arriscou d eprimeira para linda defesa de Kingson. E a partir daí Gana acordou. Aos 29, cruzamento da direita para linda cabeçada de Vorsah que passou rente a trave direita de Muslera.No minuto seguinte, Prince arrancou pela direita e tocou para Gyan que tocou de primeira para Gyan que completou rasteiro e a jabulani passou com perigo a esquerda. Aos 37, o técnico Tabárez precisou emxer na equipe, saiu Lugano machucado para entrada de Scotti. Logo deposi, bola alçada na área, Muntari apareceu por trás da zaga mas cabeceou mal. Inkoom cruzou da direita e Prince preparou linda bicicleta mas furou. De tanto tentar os africanos chegaram ao gol nos acréscimos. De muito longe, Muntari arriscou chute que parecia despretencioso, mas a bola fez curva e entrou no canto esquerdo do goleiro Muslera.
Forlán empata em cobrança de falta.
Veio a segunda etapa e o Uruguai tentava o empate. O técnico Tabárez colocou Lodeiro no lugar de Álvaro Fernández. Mas Gana não se encolhia, afinal buscava a primeira classificação da história de uma seleção africana para a semifinal de uma Copa do Mundo. E aos 9, Forlán jogou uma ducha de água fria nos africanos. Cobrança de falta pela ponta esquerda e a bola foi direto para o gol, pegando Kingson no contrapé, er ao empate uruguaio. Aos 12, Gyan recebeu na esquerda, em posição irregular, mas o árbitro mandou seguir e ele chutou apra defesa de Muslera. O jogo ficou bom. Forlán cruzou da esquerda, a bola passou pelo goleiro e Suárez completou no segundo pau de primeira, para fora. Aos 21, pênalti em Prince ignorado pelo árbitro, e na sequência do lance, Muntari, sozinho, chutou pra fora. Pouco deposi, linda jogada uruguaia pela esqeurda. Fucile tocou para Lodeiro que entregou para Suárez que soltou a bomba para defesa do goleiro. Aos 28, Forlán cobrou falta de longe a esqeurda na rede pelo lado de fora. O Uruguai buscava o gol para o jogo não garantir a classificação no tempo normal. Loco Abreu entrou no lugar de Cavani enquanto na seleção africana Appiah entrou an vaga de Inkoom. Aos 32, Forlán colocou na área, Suárez se abaixou para cabecear mas mandou a esquerda. A zaga de Gana falhou em saída de bola mas Máxi Pereira não aproveitou a chance e chutou por cima de fora da área. Assim, o jogo foi para prorrogação.
Jogo corrido e lance histórico na prorrogação.
Mesmo depois de 90 minutos corridos, as seleções continuaram com um ritmo forte nos 30 minutos de prorrogação. Asamoah arriscou de fora e a bola subiu. Appiah cruzou da direita e Gyan cabeceou por cima. Bola alçada na área e depois do desvio sobra para Forlán que chutou por cima. Parecendo ter mais perna, Gana foi pra cima. Bola alçada na área, Fucile cortou mal, Prince cabeceou e a bola passou perto. Logo em seguida Prince apareceu pela esquerda parecia que cruzaria, mas chutou direto e Muslera salvou. E no último minuto, um dos lances mais incríveis da Copa do Mundo 2010. Pantsil cobrou falta pela direita na área, depois do abte rebate, o atacante Suárez salvou chute em cima da linha e na sobra salvou uma cabeçada, também em cima da linha com a mão. Pênalti assinalado e o jogador foi expulso de campo. Gyan foi para cobrança e carimbou o travessão uruguaio. Do lado de fora, o herói Suárez vibrava mutio, o Uruguai estava vivo e o jogo foi para pênaltis.
Pênaltis
Forlán, Victorino, Scotti e Loco Abreu converteram pro Uruguai enquanto Maxi Pereira bateu pra fora. Gyan e Apiah marcaram para Gana enquanto Mensah e Adiyah tiveram suas cobranças defendidas por Muslera. Vitória uruguaia. Detalhe para última cobrança feita por Loco Abreu, que fazendo juz ao nome bateu com cavadinha, no meio do gol, garantindo a vitória. Ao final da partida, Gyan, que havia perdido o pênalti na prorrogação, chorava como uma criança, quase que inconsolável.
Grande jogo de futebol, bem disputado e emocionante. Tentando chegar a uma final após 60 anos, o Uruguais enfrenta a Holanda pelas semifinais.
Jogo 57 - Cabeça tira o Brasil da Copa do Mundo.

Por Danilo Silveira
Equipe comandada por Dunga faz 1 x 0, mas descontrolada emocionalmente cede virada com dois gols de jogadas aéreas.
O jogo foi tenso desde o apito inicial. A seleção brasileira parecia que estava em uma guerra. Robinho, Daniel Alves, Felipe Melo, Dunga, pareciam que não estavam preparados para disputar um jogo decisivo de Copa do Mundo. Enquanto isso, do outro lado, uma Holanda fria, consciente e qualificada.
Jogo começa quente e Brasil abre o placar.
Logo nos primeiros minutos, deu pra perceber que os ânimos estavam exaltados. Descontrolado, Robinho fez cara feia e encarou um adversário, e por pouco não se estabeleceu uma confusão. Falando de futebol, aos 7, Daniel Alves recebeu na frente e rolou para Robinho balançar as redes, mas já havia sido marcado impedimento do meio campo brasileiro. Porém, três minutos depois os canarinhos abriram o placar. Do campo defensivo, Felipe Melo deu lindo passe para Robinho, que tocou de primeira na saída de Stekelenburg, balançando as redes holandesas. No minuto seguinte, Kuyt arriscou da esquerda e Júlio César pegou. E pouco depois vieo um lance polêmico. Kaká foi derubado dentro da área e o árbitro não assinalou o pênalti. Mas o Brasil quase ampliou o marcador com o zagueiro Juan, que recebeu passe de Daniel Alves da direita mas bateu por cima. Mesmo atrás no placar, a Holanda não se lançava toda ao ataque, parecia consciente do que estava fazendo. Aos 30, linda jogada com o jeito brasileiro de jogar futebol. Pela esquerda, Robinho tocou para Luis Fabiano que deu um sutíl toque para Kaká que bateu colocado no canto esquerdo de Stekelenburg que salvou a Holanda em linda defesa. Aos 36, Michel Bastos recebeu amarelo por faltas sequenciais em Robben. O último lance de perigo veio em chute de Maicon que passou a esquerda do goleiro que ainda tocou na bola, mas o árbitro assinalou tiro de meta.
Dois gols de cabeça e virada holandesa.
A laranja voltou para a segunda etapa saindo mais para o jogo em busca do empate. Aos 4, Sneijder recebeu livre no meio mas chutou mal. E aos 8, veio o empate. Michel Bastos fez falta em Robben pela ponta direita. A Holanda cobrou rápido e Sneijder colocou a bola na área, Júlio César saiu mal e Felipe Melo cortou errado e a bola morreu no fundo das redes. E a partir daí, o Brasil se perdeu no jogo. Com Michel Bastos pendurado e com a incumbência de marcar Arjen Robben, Dunga optou por substituí-lo por Gilberto. Aos 20, Kaká teve a chance de recolocar o Brasil na frente em chute colocado que passou perto, à esqeurda do gol. E no minuto seguinte veio o golpe que destruiu o Brasil. Escanteio cobrado da direita, Kuyt desviou na primeira trave e Sneijder, livre, cabeceou para o gol e saiu batendo na testa comemorando a virada. A missão do Brasil se tornou muito complicada. A equipe mostrava dificuldade na criação enquanto a Holanda marcava bem. E aos 27, a situação ficou dramática. Felipe Melo cometeu falta em Robben e pisou no jogador caído, sendo expulso de campo. Era o reflexo de uma seleção que não estava pronta para lhe dar com a adversidade. Perdido, Dunga tirou o atacante de referência Luis Fabiano e colocou Nilmar. O Brasil ficou exposto ao contra ataque e desorganizado saiu em busca do empate. Bola alçada na área, depois do desvio, L
úcio pegou de primeira e a zaga cortou. Nova bola na área que passou por todo mas nenhum brasileiro apareceu para escorar para as redes. Aos 38, Sneijder tocou para Van Persie, recebeu na frente e chutou rasteiro para defesa de Júlio César. Quando Daniel Alves se preparou apra cobrar falta perigosa, a torcida brasileira lembrou do gol do jogador contra África do Sul na Copa das Confederações, mas dessa vez, ele não teve sucesso na cobrança. Final de partida. Holanda 2 x 1 Brasil.Mais um gigante deu adeus à Copa do Mundo. Uma seleção brasileira descaracterizada, nervosa e sem criação sucumbiu a uma Holanda, que mesmo sem ser brilhante, soube explorar sues pontos positivos e tirar proveito do descontrole brasileiro. Agora, a laranja etá nas semifinais e pega o vencedor do jgoo entre Uruguai e Gana, que acontece ainda hoje.
Categoria:
Copa do Mundo 2010,
seleção brasileira
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