segunda-feira, fevereiro 28, 2011

SEM FREIO, FLA VENCE TAÇA GUANABARA INVICTO.

Por Danilo Silveira

Depois de derrubar o Botafogo nos pênaltis, o Flamengo, de Ronaldinho e companhia, enfrentava o Boavista, zebra que eliminou, também nas penalidades, o Fluminense. E a equipe, comandada por Vanderley Luxemburgo, fez uma boa partida, dominou do início ao fim, mas sofreu para balançar as redes. E um gol solitário, em cobrança de falta de Ronaldinho, garantiu a festa dos Rubro Negros presentes no Engenhão. Aliás, primeiro título do Flamengo nesse estádio. Vale ressaltar aqui, que nem de longe o Engenhão tem a vibração, o calor e a emoção do Maracanã, mas é uma construção belíssima.

O Flamengo começou o jogo sem um centroavante de ofício. A princípio eu gostei, achei que os jogadores rubro negros alternariam na frente, jogando com uma grande movimentação, mas aos poucos, fui percebendo que Ronaldinho Gaúcho é que ocupava o espaço que seria do centroavante. Mas isso não foi problema para a equipe dominar o Boavista e criar oportunidades. Aos 10, após cruzamento da esquerda, Thiago Neves completou da cabeça e quase abriu o placar. Cinco minutos mais tarde, o meia serviu Léo Moura, que chutou cruzado e a bola passou rente à trave direita de Thiago. O Boavista se mostrava um campo extremamente limitado, encolhido, acuado. Os contra ataques perigosos, com André Luís, inexistiam. Frontini foi peça nula na primeira etapa. Aos 44, um chute, talvez o único, do Boavista, obrigou Felipe a trabalhar. A superioridade rubro negra não era refletida no placar e a partida foi zerada para o intervalo.

Parecia nítido que Luxemburgo colocaria um centroavante na vaga de algum meia ou até de algum volante. Só que o comandante rubro negro trocou Botinelli, que fez boa partida, por Negueba. Pouco mudou, continuava a faltar presença de área. O panorama do jogo era quase o mesmo da primeira etapa, só que o Fla já não jogava tão bem. Luxa mexeu novamente, tirando Egídio para entrada de Diego Maurício. Só que em vez do Drogbinha jogar como centroavante, ele jogou recuado. Thiago Neves era o homem mais incisivo da equipe rubro negra e aos 27, ele s
ofreu falta pouco antes da meia lua, e ali nascia o gol Rubro Negro. Ronaldinho Gaúcho cobrou por cima da barreira, a bola descaiu, o goleiro não pulou e viu a bola morrer no fundo das redes, para explosão do Engenhão. Era o gol do título, o primeiro de uma geração que tem tudo, e mais um pouco, para ser muito vitoriosa! Sem ser brilhante muitas vezes, sem ser envolvente em várias oportunidades, mas muito vibrante, com o coração na ponta das chuteiras, aí está o Flamengo, em mais uma final. Para mim, o grande favorito ao título Estadual.

Na comemoração do gol e também após o jogo, os jogadores do Fla dançaram e
m trenzinho, em referência à música que tem um trecho que parece já estar da boca dos torcedores e nas faixas de campeão: "Tô sem freio". Portanto, digo, é o Flamengo sem freio chegando.

domingo, fevereiro 27, 2011

BIRMINGHAM VENCE A COPA DA LIGA INGLESA E MANTÉM ARSENAL NA SECA.

Por Danilo Silveira

Seis anos sem ganhar um título e uma final pela frente. Assim, o Arsenal entrou em campo hoje para enfrentar o modesto Birmingham, pela Copa da Liga Inglesa. Partida dura, difícil e complicada, e aos 43 da segunda etapa, aconteceu a tragédia para os Gunners: Koscielny falhou e o Birmingham marcou o gol que garantiu o título.

Durante os 90 minutos, o Birmingham se mostrou uma equipe corajosa, aguerrida, com uma boa pegada. Mas o Arsenal apresentava muito mais talento e qualidade. Logo no primeiro minuto, Bowyer recebeu na frente, driblou Szczesny e foi derrubado, mas o árbitro marcou erradamente impedimento do jogador. Se o lance tivesse prosseguido, o pênalti deveria ser assinalado e o goleiro polônes expulso. O jogo prosseguiu, o Arsenal criou boas jogadas, mas o primeiro gol do jogo foi do Birmingham. Após escanteio da direita, Johnson desviou de cabeça e o grandalhão Zigic, também de cabeça, mandou para as redes. Logo em seguida, os Gunners repsonderam em cabeçada de Van Persie que passou perto. Mas aos 33, nova chance clara do Birmingham, mas Szczesny evitou o segundo gol de Zigic na partida. Aos 38, veio o empate. Contra ataque rápido, Wilshere chutou, a bola pegou no travessão, sobrou para Arshavin na direita; o Russo cruzou para Van Persie emendar um lindo voleio. O Arsenal poderia ter virado nos acréscimos, mas Foster parou um chute de Nasri.

Veio a segunda etapa e a chance do Arsenal fazer valer sua superioridade. Mc Liesh trocou Gardner por Beausejour logo aos 4 minutos. E aos 12, o Birmingham quase marcou o sgeundo em chute de Fahey, que carimbou a trave. Com o decorrer da partida, Bendtner e chamack entraram em campo nas vagas de Van Persie e Arshavin. Nos minutos finais o Arsenal pressionou, sufocou mas foster apareceu bem, parando chute de Nasri e fazendo boa intervenção em finalização de Rosick. Parecia que o Arsenal marcaria o gol do título brevemente. Mc Leish fez nos minutos finais, um substituição, e o homem que entrava ali, marcaria o gol do título: Oba Oba Martins ia para campo na vaga de Fahey. E aos 43, uma chute do campo de defesa ia parar nas mãos de Szczesny, mas Koscielny se atrapalhou, tentou afastar e a bola sobrou para Martins empurrar para as redes, para desespero da torcida do Arsenal e festa do Birimngham, que não ganhava um título há 48 anos.

Para mim, o Arsenal é um dos melhores times do mundo hoje, tendo condições de disputar títulos como a Champions League e o Campeonato Inglês. Vamos ver como esse vice campeonato vai refletir na equipe dentro de campo.

sexta-feira, fevereiro 25, 2011

NILMAR MARCA, VILLARREAL CONSEGUE VIRADA SOBRE O NAPOLI E SE CLASSIFICA.

Por Danilo Silveira

Depois de um 0 x 0 chato em Nápoles, Napoli e Villarreal voltaram a se enfrentar, dessa vez em território espanhol. Tudo começou bem para os Italianos, que abriram o placar, mas nos minutos finais da primeira etapa, o Villarreal marcou os dois gols que garantiram a classificação da equipe para as oitavas de final.

A grande surpresa no Napoli ficou por conta da ausência de Cavani, que começou a partida no banco de reservas, em seu lugar, Sosa. E a equipe Italiana começou incomodando, logo aos 5, Lavezzi recebeu sozinho na área, mas completou mal de primeira e a bola saiu à esquerda de Diego López. Aos 17, saiu então o gol do Napoli. Lavezzi cruzou da direita e Hamsick de cabeça, jogou par ao fundo das redes. Na comemoração, uma cena inusitada e perigosa: os jogadores Napolitanos forma comemorar com a sua torcida e, de repente, o alambrado caiu. Sorte que a distância até o gramado não era tão grande e nada de muito grave parece ter aocntecido, mas alguns torcedores foram levados ao hospital. O Villarreal melhorou na partida após o gol e tentava pressionar o Napoli. Cani abriu bola para Rossi na esquerda, o atacante cruzou, De Santcis afastou e Valero chegou batendo à esquerda do gol. Aos 26, Lavezzi poderia ter complicado ainda mais a vida dos espanhóis, ao entrar na cara de Diego López em um contra ataque, mas ele não finalizou com perfeição e o goleiro conseguiu impedir o que seria o segundo gol da partida. Aos 37, Valero cruza e Nilmar cabeceou fraco nas mãos de De Santcis. Nos minutos finais da primeira etapa, a vantagem Napolitana foi por água baixo. Primeiro, aos 42, Valero encontrou Nilmar na direita, o Brasileiro chutou cruzado para empatar. Quatro minutos mais tarde, Nilmar roubou bola de Yebda no meio campo Valero prosseguiu com a bola e abriu na esquerda para Rossi, que chutou, a bola desviou em Zuniga, matando De Santcis: 2 x 1 para o Villarreal.

Depois da ducha de água fria, o Napoli parece ter reacendido na segunda etapa e veio pra cima do Villarreal. Mas aos 5, um contra ataque espanhol poderia ter resultado em gol; Nilmar foi derrubado, mas Cani continuou com a bola e o lance acabou em um chute de Cazorla por cima. Aos 7, W. Mazzarri colocou em campo o homem dos gols da sua equipe: Cavani. E o Uruguaio entrou muito bem, jogando horas mais perto do gol, mas saindo pra buscar jogo também. Aos 19, Pazienza foi par ao campo na vaga de Yebda. O Napoli era melhor e começou a assustar o gol defendido por Diego López. Aos 20, Cavani recebeu pela direita, chutou cruzado e a bola carimbou o poste. O Villarreal tentava pela esquerda buscar um contra ataque perfeito que resultasse em gol e complicasse ainda mais a vida dos Italianos. Mas ele não veio e partida se tornou dramática. Aos 26, Cavani emendou uma bicicleta após cruzamento de Zuniga, mas ela passou por cima do gol. Aos 30, escanteio cobrado da direita tocou a trave espanhola. Apesar do Napoli não sufocar, o gol aprecia próximo. Catalá e Marcos Guillón entraram nas vagas de Cazorla e Cani, enquanto na equipe visitante Mascara entrou na vaga de Cribari. Os minutos se passaram e aos 89 Rossi, autor do gol da classificação deu luagr para Marco Ruben e o apito final não demorou a ecoar no Camp El Madrigal: Villarreal classificado, Napoli eliminado!

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

BAYERN JOGA MELHOR EM MILÃO E SAI NA FRENTE DA ATUAL CAMPEÃ POR VAGA NAS QUARTAS.


Por Danilo Silveira

Jogando em casa, atual campeã da Champions League, a Inter de Milão, dirigida pelo técnico Leonardo, perdeu o jogo de ida das oitavas de final e se complicou bastante. O time alemão jogou melhor grande parte do tempo e o gol saiu de uma falha de Júlio César, aos 44 do segundo tempo.

Sem querer ser chato, já vou criticar a escalação da Inter, quetinah um meio campo cheio de voltantes, com Thiago Motta, Camibiasso, Zanetti, Stankovic e Sneijder, com Eto'o no ataque. Enquanto isso, o Bayern contava com talento de Muller, Robben, Ribery e Mario Gomez. Com um minuto, Sneijder cobrou falta na área e Ranocchia cabeceou à esquerda do gol de Kraft. O jogo ficou chato, sem muita emoção durante alguns minutos. Aos 19, Luiz Gustavo arriscou de fora e a bola saiu à direita do gol de Júlio César. No minuto seguinte houve um empurrão de Tymoschuj em Eto'o na grande área, mas o árbitro optou por não marcar pênalti e o jogo seguiu. Novamente dos pés do Luiz Gustavo o Bayern chutou em gol: dessa vez a bola desviou e saiu com perigo. Eto'o aparecia como a principal arma ofensiva e mesmo sozinho no ataque, infernizava a vida da marcação do time alemão. Aos 23, lance de perigo siau dos pés do melhor jogador do Bayern, Arjen Robben; o holandês cruzou na medida para Ribery cabecear no travessão de Júlio César. Aos 32, a equipe Italiana respondeu com o Eto'o que chutou para bela defesa de Kraft, que ia se destacando na partida. Aos 37, Pranjic saiu para entrada do Brasileiro Breno, no Bayern. A equipe alemã jogou melhor boa parte da primeira etapa, mas no fimzinho a Inter cresceu e quase chegou ao gol aos 45, em chute de Maicon pela direita.

Tendo Pandev e Philippe Coutinho no banco de reservas, creio que já era hora de Leonardo mexer na sua equipe, mas o Brasileiro deixou em campo a mesma equipe da primeira etapa, assim como Van Gaal, do lado oposto. E se com um minuto da primeira etapa a Inter chegou, com um minuto do segundo tempo o Bayern chegou, em cruzamento de Robben, bola desviada saiu à direita. Aos 7, Robben tabelou, trouxe do meio apra direita e chutou na trave de Júlio César. Aos 11, Eto'o recebeu na área, chutou, o goleiro espalmou e Cambiasso perdeu no rebote. A essa altura, três nomes se destacavam na partida: Samuel Eto'o, Arjen Robben e Kraft, além da trave de Júlio César, que evitou por duas vezes o gol alemão. Aos 12, Robben arriscou pra fora. Com um perigoso Bayern na iminência de abrir o placar, creio que Leonardo deveria mexer logo na equipe, mas isso só aconteceu aos 27, quando ele lançou Kharja, na vaga do contundido Ranocchia. Nos minutos finais, a Inter até que melhorou, esteve perto de abrir o placar,a ssustou o goleiro Kraft, mas aos 44, a equipe que jogou melhor, mostrou-se mais equilibrada, foi premiada. Arjen Robben bateu pro gol, Júlio César falhou espalmando pro meio e Mario Gomez só teve o trabalho de empurrar para as redes, colocando o Bayern em vantagem para o jogo da volta, que será disputado na Alemanha.

terça-feira, fevereiro 22, 2011

"CARROSSEL CELESTE DE CUCA" FAZ NOVA VÍTIMA: 4 X 0 NO GUARANÍ-PAR.

Por Danilo Silveira

Como está sendo bonito ver o Cruzeiro do Cuca jogar. Hoje, mais um baile em 7 Lagoas. A equipe Celeste fez uma bela partida contra o retrancado Guaraní do Paraguai, e aplicou sonoros 4 x 0, chegando à marca de 9 gols em duas partidas pela Libertadores da América.

Com um minuto, Montillo arriscou de fora e a bola saiu. Antes de continuar a falar da bola rolando, vale destacar o uniforme pra lá de original do goleiro Aurrecochea, do Guaraní. Short e camisa cinzas com estrelas azuis, e na camisa, tinha a imagem do Bart Simpsons, com o escudo da equipe ao lado. Mas quem achou que o Cruzeiro dominaria do início ao fim se enganou. Houve alguns poucos minutos no início do primeiro tempo em que a equipe Celeste se enrolou com os contra ataques do time Paraguaio, que contava com o atacante Escobar e o habilidoso meia, Julian Benitez. Aos 8, Victorino, que fez partida excelente, travou o chute de Benitez. No minuto seguinte, Escobar cabeceou e a bola tocou a trave direita de Fábio. Os minutos foram se passando e o Cruzeiro não demorou a impor o seu ritmo na partida. Aos 18, Victorino roubou bola no meio campo, abriu para Wallyson, que centrou para Wellington Paulista, que veio fechando e foi empurrado pelo marcador, mas o árbitro não assinalou a penalidade. Aos 30, saiu o gol que poderia facilitar a vida cruzeirense na partida. Escanteio cobrado da esquerda, o jogador do Guaraní afastou e Wallyson pegou de primeira para abrir a contagem. O Guaraní poderia ter empatado aos 35, quando após cobrança de falta, os jogadores do Cruzeiro parecem que tentaram uma linha de impedimento e Filippini cabeceou sozinho, mas a finalização saiu à esquerda da meta defendida por Fábio. Quando disse que o gol poderia ter facilitado as coisas para o Cruzeiro foi porque imaginava que a equipe Paraguaia fosse sair mais pro jogo, só que isso não aconteceu. O baile cruzeirense ficou para segunda etapa.

Quando os jogadores voltaram a campo para a etapa complementar, chovia em Sete Lagoas e o torcedor lavou a alma com a atuação da equipe dentro das 4 linhas. Os jogadores avançaram a marcação, sufocando a saída de bola da equipe Paraguaia. Incrível a pegada da equipe Celeste, o adversário mal conseguia passar do meio campo. Trocando passes ao estilo Barcelona, a equipe esperava o melhor momento para penetrar na zaga adversária. No Guaraní, Mendoza saiu para entrada de Hobecker, enquanto Cuca trocou Wellington Paulista por Farias. E aos 18, escanteio cobrado por Montillo, a bola voltou pro atacante, que trouxe pro meio e conseguiu um lançamento primoroso para Walysson, no meio da área, livre, dominar e chutar para ampliar. Talvez o segundo gol cruzeirense fosse suficiente pro Guaraní sair pro jogo, mas o fato é que a equipe de Cuca mantinha a pegada, a marcação pressão, impedindo que o adversário trocasse muitos passes. Ithurralde deu lugar a Chavez no Guarani, e logo depois, Cuca lançou Thiago Ribeiro na vaga de Roger, ovacionado pela torcida. Talvez tonto com a atuação cruzeirense, o treinador Compagnucci tirou Chavez, que tinha acabado de entrar, para colocar Bartomeus. Além da atuação impecável ofensivamente, me impressionou muito como o zagueiro Victorino é consciente. É raro ver o Uruguaio dar chutão, até mesmo nos momentos de aperto, ele busca sair tocando, de maneira perfeita. Em pouco tempo, ele parece ter dominado a parte defensiva da equipe. Aos 34, Montillo tabelou com Thiago Ribeiro e chutou pra fora. A última mexida de Cuca veio aos 35, quando ele tirou Wallyson, autor dos gols da partida até ali, para colocar Dudu. A cada toque da equipe na bola, a torcida gritava "olé", e uma trama de passes achou Dudu na esquerda, o jogador avançou e chutou cruzado para Farias deixar o dele. Repare que o gol saiu dos pés de dois jogadores que saíram do banco de reservas e o reconhecimento da torcida veio em seguida. O nome de Cuca ecoava em Sete Lagoas. E ainda tinha mais. Aos 45, Thiago Ribeiro chutou de fora da área e fechou a conta. O gol de honra do Guaraní quase saiu, mas Fábio fez boa intervenção, assim, o Cruzeiro continua sem tomar gols na competição. Antes do apito final, "olê, olê, olê, olá, Cuca, Cuca" ecoava nas arquibancadas, com o treinador fazendo gestos postivos para a torcida. Bonito de se ver! Cruzeiro 4 x 0 Guaraní.

TUDO IGUAL ENTRE LYON E REAL.


Por Danilo Silveira

Nos últimos anos, o Real Madrid tem tido uma pedrinha no sapato chamada Lyon. Na temporada passada, os franceses eliminaram os merengues nas oitavas de final da Champions League. Hoje, o primeiro confronto, na França, dava ao Real a chance de revanche. Ao final do jogo, 1 x 1 no marcador e o Real precisa agora de uma vitória por qualquer placar no Santiago Bernabéu. O 0 x 0 também serve para equipe comandada por José Mourinho.

Durante quase todo o primeiro tempo, o Lyon jogou melhor. Aos 4, Gomis, que substituía Lizandro, machucado, recebeu na área e chutou muito mal cruzado, mas já havia sido marcado o impedimento. Aos 10, Cris emendou uma bicicleta em uma sobra de bola, que passou à direita de Cassillas. O Real Madrid não fazia uma boa exibição, Ozil estava sumido e a equipe não conseguia organizar jogadas que levassem maior perigo ao gol de Lloris. Aos 30, Cristiano Ronaldo fez o goleiro trabalhar, ao cobrar falta no canto direito. A resposta francesa veio em contra ataque que Gomis abriu na esquerda pra Michel Bastos; o Brasileiro cruzou, Cassillas saiu mal, dando rebote, que Gomis chutou, mas a bola resvalou no cotovelo do goleiro e saiu em escanteio. O jogo era pegado, com as duas equipes mostrando muita vontade. Apesar de não ter citado o nome de Gourcuff e Delgado nos lances de maior perigo, os dois eram responsáveis pela criação da equipe e mostravam boa técnica e habilidade. Os gols, ficariam guardados para etapa complementar.

Sem alterações, as equipes voltaram para a segunda etapa. Mas o panorama do jogo mudou por completo. O Real melhorou, veio pra cima e começou a dominar as ações. Aos 2, Di Maria roubou bola de Michel Bastos e sofreu falta do Brasileiro, que recebeu amarelo, ficando assim suspenso para próxima partida. Na cobrança, Cristiano Ronaldo carimbou a trave esquerda de Lloris. Dois minutos mais tarde, escanteio cobrado na área e Sérgio Ramos cabeceou no travessão. Aos 18 minutos, José Mourinho resolveu tirar Adebayor e colocar Benzema, ex jogador do Lyon. Mas logo, o francês tratou de dar um presente de grego à torcida. Após a bola passar por Ozil e Cristiano Ronaldo, ele dominou, tirou da marcação e chutou para abrir o marcador no Stade de Gerland. E o Real continuou melhor em campo, Mourinho trocou Khedira por Diarra, enquanto C. Puel fez duas alterações, em minha visão, pouco coerentes. Sacou Delgado e Michel Bastos, lançando Pied e Briand. Mesmo desconhecendo os jogadores que entraram, creio que ele não deveria ter tirado duas peças importantes na criação das jogadas ofensivas. E não demorou para os treinadores mexerem pela última vez. No Real, Marcelo entrou, saiu Arbeloa, no Lyon, saiu Kallstrom, entrou Pjanic. O Real era melhor e parecia estar muito mais perto do segundo gol do que o Lyon do empate. Mas justamente no dia em que Mourinho não fechou o time, continuou no ataque, levou o gol em um lance fortuito. Falta cobrada na área Cris desviou e a redonda encontrou Gomis, livre, em condição legal graças ao posicionamento de Sérgio Ramos; o francês pegou de primeira e empatou a partida. O relógio marcava 37 minutos e o jogo gnahou contornos fortes de emoção. A torcida empurrava a equipe francesa, que caiu muito de produção, mas tentava a virada. Por sua vez, o Real também atacava, e aos 39, Di Maria apareceu pelo meio e chutou, mas houve desvio. Sendo assim, o empate deixou completamente aberta a disputa por uma vaga nas Quartas, que vai ser decidida no Santiago Bernabéu, no próximo mês.

LOVE PERDE PÊNALTI, CSKA SOFRE, MAS CONSEGUE CLASSIFICAÇÃO.

Por Danilo Silveira

Depois de vencer o jogo de ida, na Grêcia,por 1 x 0, o CSKA Moscou, jogando em casa, enfrentou dificuldades para conseguir a vaga, que veio em um gol chorado, próximo do apito final. Agora, a equipe espera o vencedor de Porto e Sevilla.

Aos 8 minutos de partida, um chute cruzado passou à esquerda do goleiro do time russo, Akinfeev. A equipe russa trocava passes no ataque, mas o Paok quando chegava levava perigo. Aos 16, Vágner Love recebeu na área e o goleiro Kresic saiu e defendeu o chute do Brasileiro. Tosic e Love arriscaram chute de fora da área mas não levaram sucesso. Lembra quando eu disse que os gregos chegavam com mais perigo? Pois bem, aos 35, Salpengidis dividiu com marcador e a bola sobrou para Muslimovic, que carimbou a trave esquerda. Em seguida, após sobra de escanteio, um chute passou muito próximo da trave direita de Akinfeev. Com um frio muito forte na Rússia, gelo de gols na primeira etapa.

Logo com um minuto da etapa complementar, o Brasileiro Lino cruzou da esquerda, Muslimovic veio fechando no primeiro pau, chutou e por pouco não abriu o marcador. Os minutos foram se passando e uma em uma dividida de Salpengidis com Akinfeev, o goleiro levou a pior. Salpengidis levou amarelo, o jogo prosseguiu, mas minutos depois, Akinfeev precisou ser substituído, em seu lugar, entrou Chepchugov. Um minuto antes, o CSKA tinha realizado sua primeira substituição, quando Aldonin entrou na vaga de Cauna. O primeiro lance com ChepChugov em campo foi uma bola que acabou em tiro de meta. Ainda frio no jogo, o goleiro optou pro fazer a cobrança curta para um companheiro de equipe, que atrasou a bola novamente pro camisa 1, porém, Muslimovic vinha correndo e quando Chepchugov foi chutar, acabou acertando o atacante e a bola morreu no fundo das redes: era o time grego abrindo o placar. O gol fez com que a partida ganhasse ares de emoção, o CSKA parece ter sentido o gol, e esse resultado levava o confronto para as penalidades. Aos 29, Ivic desceu pela esquerda e centrou para Salpengidis, que de frente pro gol, acabou pegando mal, perdendo a chance de ampliar o marcador e deixar o time grego muito próximo da classificação. Três minutos mais tarde, Tosic recebeu na frente, e foi derrubado pelo goleiro Kresic: Pênalti infantil assinalado. Digo infantil pois o jogador do CSKA já tinha dado um toque forte na bola e dificilmente alcançaria a redonda antes dela ultrapassar a linha de fundo. Vágner Love se concentrou, partiu lentamente pra bola e cobrou no canto direito do goleiro Kresic, que defendeu, mas a bola correu até o canto contrário, tocou na trave esquerda e Ignashevic chegou para completar para as redes gregas. Era o gol da classificação dos russos, que agora esperam Villarreal ou Porto, que se enfrentam amanhã, em Portugal. Na primeira partida, vitória dos portugueses na Espanha, por 2 x 1.

BENFICA VENCE SPORTING E CONTINUA NADANDO PARA TENTAR CHEGAR AO PORTO.

Por Danilo Silveira

Quem achou que após um final de semana pra lá de movimentado, a segunda-feira seria de folga dos gramados, se enganou. Duas equipes muito tradicionais no futebol Português se enfrantaram em um bom jogo. No final, melhor para o Benfica, que venceu o Sporting fora de casa por 2 x 0.

O Benfica entrou em campo 11 pontos atrás do Porto e uma derrota hoje tornariam as chances de título da equipe mais remotas ainda. O Sporting é o terceiro colocado, 23 pontos atrás do líder, então, garantir vaga na Europa League parece ser o objetivo. O jogo começou em um ritmo alucinante, com as duas equipes demonstrando muita vontade. Aos 14, saiu o primeiro gol do jogo: O Argentino e muito habilidoso, Gaitán, cruzou da esquerda, a bola tocou na marcação, mas chegou no segundo pau, encontrando Sálvio, que tocou para o fundo das redes. Estar dentro do estádio José de Alvalade parecia ser um privilégio. Os cantos vindos das arquibancadas não paravam um minuto, dando um charme ao duelo dentro de campo. Aos 24, Pedro Mendes parou um contra ataque do Benfica, puxado por Gaitán, recebendo cartão amarelo. Logo em seguida ele até poderia ter sido expulso, quando pulou nas costas de Saviola em disputa pelo alto. Mesmo sem muitas chances de gol, a partida era muito boa, com um ritmo alucinante, com as duas equipes buscando o ataque. O Benfica mostrava mais qualidade em campo, trocando bons passes e conduzidos pelo Argentino Gaitán. Mas o Sporting tinha Djaló, que foi aparecendo cada vez mais pro jogo, infernizando a marcação adversária e se mostrando veloz. Aos 37, a festa nas arquibancadas foram manchadas por uma confusão, acredito que de torcedores com a polícia. Mas devido ao ritmo da partida, nem vale sair muito de dentro das 4 linhas. Aos 38, Cristiano tabelou com Postiga e chutou cruzado, marcando um belo gol, que precisou ser anulado, graças à posição de impedimento em que se encontrava Postiga. Antes do fim da primeira etapa, o habilidoso Djaló desceu pelo meio e recebeu carrinho por trás do Brasileiro Sidnei: o árbitro deixou o jogo seguir, caracterizando vantagem ao Sporting, e quando a bola parou, como Sidnei já tinha amarelo, recebeu o vermelho, sendo expulso de campo e deixando o Benfica com um a menos.

A segunda etapa prometia a essa altura. Jogando em casa, atrás no marcador e com um jogador a mais, tudo dava a entender que o Sporting pressionaria o Benfica. Saviola acabou sacrificado pelo técnico Jorge Jesus, e em seu lugar, entrou o zagueiro Brasileiro Jardel. O primeiro lance de destaque da segunda etapa foi quando Coentrão cruzou, e antes que a bola chegasse no goleador Cardoso, Torsiglieri tirou, evitando o que poderia ser o segundo gol do Benfica. Aos 7, o Sporting teve muito perto de empatar; após boa trama de passes, M. Fernández saiu de frente pra Roberto, due o come pro lado e chutou, mas o goleiro caído conseguiu espalmar a bola e quase que no rebote Djaló empurra para as redes. Voltando um pouco essa jogada, podemos perceber um choque forte de cabeça entre Cristiano e Jardel; a partida ficou paralisada algum tempo e os jogadores voltaram para ao jogo. Aos 12, após cruzamento da direita, Postiga executou uma bela cabeçada da entrada da área e a bola passou com perigo, à esquerda do gol. O golpe fatal do Benfica saiu dos pés daquele que se mostrou o mais habilidoso da equipe: Gaitán. O Argentino arrancou pra cima de Anderson Polga, (ele mesmo, zagueiro pentacampeão em 2002 com a seleção Brasileira) driblou o zagueiro e foi derrubado. Após a cobrança da falta, a bola chegou até a ponta direita, onde um cruzamento achou Gaitán, que bateu de primeira, contou com o desvio de Polga, que matou o goleiro. Era o Benfica, dando largos passou rumo à vitória. Dois minutos mais tarde. Jorge Jesus lançou o Brasileiro, ex-Flamengo, Aírton, na vaga de Carlos Martins, enquanto Paulo Sérgio lançou Saleiro na vaga de Pedro Mendes. E não demorou muito para as equipes mexerem de novo: nos visitantes, Cardozo deu lugar a Jara e na equipe da casa, Cristiano saiu para entrada de Salomão e Maniche entrou na vaga de Grimi. A tônica do jogo até o fim foi a seguinte: o Sporting tentando pressionar, mas com dificuldades e o Benfica encolhido a espera de um contra ataque mortal. Só que o talento de Djaló já não aparecia com tanta notoriedade, a equipe da casa não conseguia acelerar o jogo. Maniche se posicionava bem no meio campo, até um pouco recuado, tentando alguns lançamentos, alguns passe genial, mas a retranca adversária dificultavam as coisas. Jara quase ampliou aos 36 em chute pela esquerda, defendido por Rui Patrício. Nem os 6 minutos de acréscimos dados pela arbitragem, fizeram o placar se alterar e agora o Benfica encontra-se a 8 pontos do Porto, mas o sonho do título continua pra lá de distante.

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

ARSENAL ESBARRA NO LEYTON ORIENT E CLASSIFICAÇÃO NA COPA DA INGLATERRA É ADIADA

Por Eduardo Riviello, extraído de www.jogadadefeito.blogspot.com

O Arsenal foi a campo pela Copa da Inglaterra (a "FA Cup") com um único titular que tenha iniciado a partida na vitória por 2a1 sobre o Barcelona (o volante camaronês Alexandre Song). O adversário era o também londrino Leyton Orient, equipe que disputa a terceira divisão inglesa. E, dentro de casa, um gol aos 43 minutos do segundo tempo deu ao Leyton o empate e, com ele, o direito de jogar uma nova partida valendo vaga na próxima fase, a ser disputada no Emirates Stadium.

O jogo

O espanhol Manuel Almunia estava de volta ao gol. O marroquino Marouane Chamakh, ao ataque. Essas e algumas outras novidades, como a escalação do jovem defensor espanhol Ignasi Miquel Pons, de 18 anos, poderiam sugerir um Arsenal desentrosado. Mas até que o time comportou-se bem: o russo Andrey Arshavin conduzia o time ao ataque e contava com a boa movimentação de Nicklas Bendtner para tentar alguma jogada de penetração na defesa oponente. Nos raros momentos em que o Arsenal conseguia entrar na defesa do Leyton Orient, surgia algo de interessante, como aos 38 minutos, quando Arshavin passou para Bendtner, o dinamarquês carregou a bola atraindo a marcação adversária, devolveu a bola para Arshavin e, pela direita, o habilidoso meia-atacante chutou à esquerda. Antes disso, houve finalizações de Chamakh (defendida por Jamie Jones com 1 minuto), de Bendtner (chute que passou à esquerda, aos 5 minutos), novamente de Chamakh (chute fraco defendido por Jones aos 12 minutos), todos esses lances com participação ativa de Andrey Arshavin. Aos 34 minutos, o russo recebeu de Tomas Rosicky, abriu na esquerda com Kieran Gibbs, que mandou cruzado e Chamakh desviou à esquerda.

Com base no parágrafo anterior, percebe-se que o placar de 0a0 no intervalo de jogo não estava registrado por falta de oportunidades. E se no 1º tempo a bola não entrou, aos 7 minutos da 2ª etapa a rede finalmente balançaria: Bendtner chutou, a bola voltou nele e o dinamarquês decidiu ir em direção à linha-de-fundo e cruzar atrás. Lá na área, atrás da marca do pênalti, estava o tcheco Rosicky para cabecear no canto esquerdo e abrir o placar. O curioso é que as aptidões de Bendtner e Rosicky sugeririam que o segundo colocasse a bola na cabeça do primeiro, mas o gol do Arsenal aconteceu com o atacante gandalhão cruzando com precisão e o meio-campista de criação cabeceando cheio de estilo.

Na marca de 17 minutos, ocorreu uma substituição que viria a mudar o destino do jogo: Russell Slade promoveu a entrada do francês Jonathan Téhoué no lugar de Scott McGleish. Sete minutos depois de entrar em campo, Jonathan Téhoué já daria trabalho em contra-ataque, quando avançou pelo lado direito escapando de Song e Gibbs, centralizou o lance mas a finalização passou à esquerda. Um minuto antes, Arshavin estava na linha-de-fundo pela direita, quando tocou atrás e Rosicky finalizou duas vezes - a primeira com um chute rebatido por Jones e a segunda com um cabeceio novamente defendido pelo goleiro. Voltando a falar em Téhoué, aos 36 minutos o francês iniciou novamente pelo lado direito uma jogada que terminou sendo bloqueada pelo seu compatriota Sébastien Squillaci, que levou uma bolada no rosto.

Aos 41 minutos, Arshavin avançou pela direita, resistiu ao empurrão que poderia tê-lo derrubado e descolou um chute cruzado que tocou na trave direita. Seria a bola que daria tranqüilidade para os minutos finais. Não entrou por detalhe. E um outro detalhe aconteceu aos 43 minutos: Téhoué recebeu dominando no peito, passou entre Gibbs e Miquel do jeito que quis e com um chute rasteiro colocou a bola no fundo do gol, empatando a partida e levando o público ao delírio.

Provavelmente focado no jogo de quarta-feira, quando enfrentará o Stoke City pela "Premiership", Wenger não realizou nenhuma substituição e manteve os onze iniciais na totalidade da partida. Ao Leyton Orient, fica o gostinho do empate histórico e a expectativa para o reencontro com o Arsenal, agendando para o dia 2 de março.

domingo, fevereiro 20, 2011

COM TALENTO BRASILEIRO!

Por Danilo Silveira

Com um toque Brasileiro, o Milan venceu hoje o Chievo fora de casa e segue na ponta do Italiano. Não foi fácil, a equipe comandada por maximiliano Allegri teve dificuldades, sofreu, mas no fim, um gol salvador de Pato garantiu os três pontos.

Maximiliano Allegri, tão criticado por esse que vos escreve, escalou o Milan de uma maneira aplausível. Dois meias de ligação, Merkel e Cassano e dois atacantes, Ibra e Robinho. Mas parece que o problema realmente está no treinamento da equipe. Parece que sempre algo não funciona bem, a equipe parece não evoluir naturalmente. Aos 8, Pellissier recebeu pela esquerda e chutou pra fora com a marcação perto. Pouco depois, chute de fora à direita de Abiatti. O MIlan não conseguia dar sequência as jogadas, errando uma quantidade elevada de passes. Aos poucos, a equipe foi dominando o campo de ataque, Merkel, jogava pela esquerda, em minha opinião muito recuado. Aos 24, jogador do Chievo afastou mal a bola de dentro da área, Robinho recolheu a redonda, abriu na direita para Cassano que cruzou para Ibra ajeitar para Robinho, que dominou com o braço, girou e bateu no canto esquerdo. Muita reclamação dos jogadores do Chievo, mas o gol foi validado: 1 x 0 para o Milan. Dois minutos depois, Ibra arriscou de fora e o goleiro Sorrentino espalmou. Aos 35, Mantovani deu entrada criminosa em Abate e poderia ter sido expulso pelo árbitro da partida. Pouco depois, o zagueiro Cesar deu entrada forte em Robinho e como já possuía o amarelo deveria ser expulso, mas novamente o árbitro não puxou o cartão do bolso. A última jogada de perigo da primeira etapa foi do Chievo, quando a bola foi alçada na área do Milan e após o desvio de cabeça, Pellissier jogou para fora. Sem convencer, com futebol pouco vistoso, o Milan foi pro intervalo à frente no marcador.

Para o segundo tempo, S. Pioli tirou Pulzetti e lançou Bogliacino. No Milan, Allegri também mexeu: Oddo na vaga de Antonini. Aos 8, Ibra cobrou falta que ele mesmo sofreu e Sorrentino teve que trabalhar para evitar o segundo. Aos 15, Theréau abriu na esquerda para Constant que cruzou para o suiço Fernandes empatar a partida de cabeça. E agora? O que Allegri teria preparado para mudar o jogo? Alexandre Pato. Essa foi a opção do treinador. Interessante, um jogador ofensivo, mas o problema é que ele tirou o cérebro do time, Cassano. Aos 22, o árbitro não marcou uma falta para o Chievo e talvez nervoso, Rigoni deu uma entrada forte em Merkel e novamente o árbitro não mostrou o cartão vermelho. Será que esqueceu em casa? Pato entrou correndo bastante, mostrando disposição, mas de fato, a escalação não ajudava, a equipe tinha apenas um meia de ligação, que mais parecia um lateral esquerdo. Para compeltar a lambança, Allegri tirou Merkel, que fez uma péssima partida e colocou Prince Boateng. Entenda caro leitor: o treinador do Milan praticamente acabou com a criação da equipe no meio campo. Gattuso chegava, Boateng também, mas faltava algum "camisa 10 nato". Abate aparecia bem pela direita e o Milan tentava sufocar aos trancos e barrancos. E o gol saiu muito mais da qualidade do que do conjunto. Pela esquerda, Pato passou por dois marcadores e chutou no canto direito de Sorrentino; a bola ainda tocou na trave antes de entrar. Capenga, o Milan vai se mantendo na liderança.

Semana que vem tem duelo de líderes: Milan x Napoli. Sendo altamente sincero: espero um jogo péssimo! Que eu esteja errado!

GOLEIROS BRILHAM, E NOS PÊNALTIS, FLA CONSEGUE A VAGA.

Por Danilo Silveira

Protagonistas das últimas 4 edições de campeonato Carioca, Flamengo e Botafogo encontravam-se novamente frente a frente, em duelo válido pela semifinal da Taça Guanabara. Após o empate no tempo normal, deu Flamengo nas penalidades! Felipe pegou duas cobranças, de Márcio Rosário e Somália e acabou como herói do clássico.

A partida começou com as duas equipes demonstrando muita vontade. Aos 6, Thiago Neves cobrou falta pela direita e a bola passou perto da meta defendida por Jefferson. Aos 8, após escanteio da cobrado da direita, Márcio Rosário subiu e cabeceou por cima. Pouco depois, Willians e Herrera se desentenderam, o Argentino fez falta em Angelim, o árbitro não deu e assim que a jogada parou, os dois bateram boca e levaram amarelo. Aos 14, Thiago Neves cobrou escanteio da direita, lembrando aquela cobrança épica em 2008, quando vestia a cmaisa do Fluminense, que terminou com a cabeçada de Washington e o gol tricolor. Hoje, a bola encontrou Angelim, que executou uma cabeçada parecida (mas do lado oposto), com aquela que garantiu o Hexa do Flamengo em 2009 e a bola morreu no canto direito de Jefferson: 1 x 0 para o Flamengo.

O jogo era mais transpiração que inspiração, aos 18, contra ataque rubro negro terminou com chute de Thiago Neves para fácil defesa do arqueiro alvinegro. No minuto seguinte, Deivid deu pegada forte em Somália e poderia ter sido expulso, mas recebeu apenas o amarelo. O bOtafogo encontrava pelo lado esquerdo, dos pés de Márcio Azevedo, boas chances e aos 20 ele cruzou para Alessandro, mas a marcação rubro negra conseguiu afastar. Aos 29, Loco Abreu ajeitou de cabeça um cruzamento e Márcio Azevedo arriscou uma bicicleta plasticamente bonita, mas que saiu fraca nas mãos de Felipe, futuro herói do duelo. Nos minutos finais da primeira etapa o Flamengo começou a dominar e chegar com mais perigo. As jogadas de ataque se concentravam pela direita, onde Léo Moura recebeu passe de Devid e concluiu mal. Eu desconfiava que se o Fla rodasse mais a bola e fizesse ela chegar mais no meio e na esquerda, coisas boas poderiam surgir. E aos 42, a redonda achou Ronaldinho Gaúcho na esquerda e o meia deu lindo passe no fundo para Fernando que cruzou na medida para Thiago Neves cabecear e só não abrir o placar graças a uma linda intervenção do goleiro Jefferson. Assim, a partida rumou para segunda etapa, com o Fla melhor em campo.

Para a segunda etapa, Joel fez uma mexida que a princípio achei péssima e incoerente. Tirou Márcio Azevedo, melhor do time na primeira etapa e colocou Éverton. Só que o fato é que o Bota melhorou e começou a jogar melhor que o Flamengo. Logo com um minuto, Loco Abreu recebeu de Herrera e arriscou de fora rasteiro à esquerda para defesa de Felipe. Dois minutos mais tarde, Alessandr0o achou Loco Abreu sozinho no meio da defesa rubro negra e com a calma que lhe é habitual, o Uruguaio compeltou no canto direito de Felipe, empatando a partida. O Alvinegro continuava melhor, e aos 11, Loco Abreu finalizou de cabeça para defesa de Felipe. Luxemburgo fez aos 13, uma mexida que surtiu efeito: tirou Deivid e colocou Negueba. E o jovem rubro negro começou atuando pela direita de ataque e Joel colocou Arévalo Rios por ali, e aos 17, o Uruguaio foi driblado por Negueba quye arriscou à direita de Jefferson. O jovem rubro engro mostravca habilidade e dava muito trabalho para Arévalo. Aos 21, grande chance rubro negra. Thiago Neves cobrou escanteio no segundo pau, Ronaldinho dominou de maneira genial, girou e de canhota chutou mas a bola caprichosamente saiu quase triscando a trave: dúvida até no Replay se ela tocou em jefferson. A partida era lá e cá e aos 25, Cajá ia sair na cara de Felipe, mas Willians chegou para marcar e os dois caíram. Nada a marcar, mas Cajá reclamou muito. Joel resolveu tirar Herrera, apagado na segunda etapa, para entrada do talismã Caio. Na semifinal da Guanabara ano passado o Botafogo venceu de virada e Caio marcou o gol da vitória. Somália ajeitou pela esquerda para Éverton chutar e a bola passar à esquerda de Felipe. O Botafogo era melhor e aos 35, Loco Abreu dominou na área tirou Wellinton mas a marcação chegou e afastou. Luxa lançou Diego Maurício na vaga de Ronaldo Angelim e daí até o fim do jogo, destaco uma chance para o Bota e duas para o Fla. Primeiro Cajá cobrou falta para defesa de Felipe e depois Negueba chutou pela direita obrigando Jefferson a fazer uma difícil defesa. Nos acréscimos, Ronaldinho Gaúcho cobrou falta para nova boa defesas do arqueiro alvinegro. Arévalo, machucado, deu lugar a Araruama. Mas não havia tempo para mais nada: pênaltis!

Achei que tudo conspirava a favor do Botafogo! A presença de Jefferson, Joel, Loco Abreu par amim colocavam o Alvinegro em excelente atmosfera. Mas Flamengo é sempre duro na queda. Primeiro Léo Moura cobrou no canto direito de Jefferson que chegou a tocar na bola, mas não evitou que a bola entrasse. Rosário empatou com uma bomba no meio. O Flamengo foi convertendo suas cobranças enquanto Felipe, se consagrou herói da partida ao defender as cobranças de Éverton e Somália. Quando Cajá cobrou, a bola tocou a rede, mas pelo lado de fora: é o Flamengo, guerreiro, aplicado, vibrante, em mais uma final.

sábado, fevereiro 19, 2011

NOS PÊNALTIS, EVERTON TIRA CHELSEA DA FA CUP.

Por Danilo Silveira

O Chelsea, Bicampeão da Fa Cup, entrou em campo para disputar o Replay contra o Everton, no Stanford Bridge. A equipe londrina sofreu, precisou da prorrogação para abrir o placar, e quando tudo indicava uma vitória dos Blues, o Everton empatou em cobrança de falta e tudo foi decidido nas penalidades: melhor para equipe de Liverpool.

O jogo começou chato, sem muita inspiração, truncado e sem chances de gol. Aos 19, falta cobrada da esquerda, 6 cabeceou mal para trás e quase fez contra, mas a redonda tocou na trave esquerda e no rebote Terry perdeu. Aos 24, contra ataque dos Blues e Lampard enfiou para Malouda que chutou, mas Howard se agigantou evitando que o francês abrisse o placar. Aos 29, uma cena engraçada: Malouda precisou ficar alguns minutos fora do gramado para tirar sua aliança, creio que o árbitro tenha percebido e pedido par ao jogador retirar o anel. Assim que ele voltou, teve a chance de empatar, mas novamente desperdiçou. Aos 44, Ramíres recebeu na frente de Kalou, driblou Howard e caiu: o árbitro deu amarelo por simulação. Pelo Replay até vi o toque do goleiro, mas difícil dizer se foi suficiente para deslocar o Brasileiro. Vale lembrar que esse é o mesmo árbitro que teve arbitragem polêmica no jogo Newcastle 4 x 4 Arsenal. O intervalo chegou e apesar das chances criadas, o Chelsea não fazia uma boa partida.

Para a segunda etapa, Carlo Ancelotti trocou Mikel por Essein. Aos poucos, o futebol de Ramires foi crescendo assim como o Chelsea na partida. Aos 19, o Brasileiro tabelou com Kalou e cruzou para Lampard, que chutou quase dentro do gol para outra defesa de Howard. Dois minutos mais tarde, Ramires passou e arriscou, mas a bola saiu à direita. Aos 24, Cahill saiu para a entrada de Bilyaletdinov. O tempo foi passando e os Blues cada vez mais próximo do gol. Nova mexida nos visitantes: Saiu Backford, entrou Anichebe. Aos 37, Malouda recebeu na de Lampard na área, mas Howard saiu e ele passou para trás para Lampard, mas o inglês errou ao tentar encobrir o goleiro. Aos 43, a torcida presente no Stamford Bridge deve ter tomado um susto quando Fellaini completou um rebote para o fundo das redes, mas o jogador encontrava-se em posição de impedimento e o árbitro anulou o gol. Sendo assim, a partida foi ara prorrogação.

Ancelotti tirou Malouda e colocou Anelka e aos 4 da prorrogação, D. Moyes deu a entender que levar o jogo para prorrogação não seria má idéia, tirando Osman para colocar Heitinga. Aos 8 da segunda etapa da prorrogação, veio o gol dos Blues. Anelka fez bela jogada pela direita, se livrando de dois marcadores e cruzou, Drogba ajeitou no peito e Lampard chegou batendo para estufar as redes adversárias. Porém, 5 minutos mais tarde, perto do apagar das luzes, Baines cobrou falta com perfeição e levou a partida para os pênaltis.

O Chelsea abriu 2 x 0 com cobranças convertidas por Lampard e Drogba e aproveitando-se do erro de Baines. Porém, a displicência de Anelka, cobrando mal para defesa de Howard e o chute nas nuvens de A. Cole, somados as cobranças convertidas do Everton, tiraram o Bicampeão da competição da briga pelo tri. Everton classificado em pleno Stamford Brigde.

FLU IMPRODUTIVO DE MURICY É ELIMINADO DA TG PELO BOAVISTA.

Por Danilo Silveira

Um dia a bola pune aqueles que optam por um futebol feio, em detrimento da busca por um futebol bonito e envolvente. Assim resume-se o que aconteceu hoje no Engenhão. Fluminense e Boavista se enfrentaram buscando uma vaga na final da Taça Guanabara. Apresentando o mesmo futebol feio, chato e pouco produtivo de sempre, o Fluminense dessa vez não "achou" a vitória. Um 2 x 2 no tempo normal e a derrota nos pênaltis com cobranças desperdiçadas por Conca e Rodriguinho, tiraram do Tricolor a chance de título da Taça Guanabara.

Começou a partida e o Fluminense que todos conhecem estava em campo. Nada de produtivo, nada de empolgante e uma bola parada forte. Até que aos 7, Marquinho cobrou falta com perfeição, a bola tocou no travessão e quicou dentro do gol do futuro herói da noite, Thaigo. Quatro minutos mais tarde, falta pro Boavista, bola rolada e Tony soltou a bomba para empatar. A equipe de Saquarema não fazia um partida focada no ataque e o campeão Brasileiro de 2010 não apresnetava criatividade, não conseguia furar a defesa adversária. Um meio campo estático, improdutivo fazia o jogo ficar chato. Mas o Tricolor tem o que muitos chamam de melhor técnico do Brasil (discordo completamente), Muricy Ramalho, que deve treinar apenas bolas aéreas, pois é onde seu time é forte. E aos 37, bola na área, Rafael Moura tocou de cabeça pro meio e encontrou Fred livre, para logicamente de cabeça, empurrar para o gol.

Para a segunda etapa, Muricy tirou Fred que estava sentindo desde o meio do primeiro tempo. Em sue lugar entrou Souza. Teoricamente o time ganharia em velocidade no meio, mas me impressiona como é difícil ver o Flu do Muricy criar alguma jogada bonita e o meio campo continuou improdutivo, sem velocidade no toque de bola. Aos 3, de bola parada (como sempre) o Flu teve chance de ampliar quando Souza cobrou falta pela esquerda para defesa de Thiago. O castigo para a equipe das Laranjeiras veio aos 9, quando após boa jogada pela esquerda, a bola foi centrada pro meio, Berna saiu mal e André Luis completou para as redes: tudo igual no Engenhão. Pouco depois, Alfredo Sampaio lançou Erick Flores na vaga de Bruno Costa. acredito que o Boavista poderia sair mais pro jogo, explorar mais o campo ofensivo, mas a equipe estava encolhida, marcando com muita vontade e aplicação além de contar com a inoperância tricolor. Aos 18, André Luis, que fez boa partida, recebeu pela direita e chutou na rede pelo lado de fora. Porém, pouco depois o atacante deixou o jogo aparentando alguma dor para entrada de Max. Muricy colocou Rodriguinho na vaga de maruqinho, aos poucos o Flu apresentava uma melhora (pior quase impossível), mas muito pouco principalmente tratando-se de um campeão Brasileiro. H-Men ainda tentou de cabeça, depois com o pé, mas a vaga na decisão seria decidida nas penalidades.

Logo na primeira cobrança Tricolor, Conca bateu no meio e Thiago, que adiantou-se antes do Argentino chutar, defendeu. O Boavista foi convertendo suas cobranças e o Flu também. Mas a equipe de Saquarema estava com vantagem no placar. A quarta cobrança do Flu, executada por Rodriguinho, parou nas maõs de Thiago. Boavista na final, um bom resultado para o futebol! Quem sabe agora Muricy começe a refletir e rever os seus conceitos sobre o seu futebol feio e improdutivo comandando o Fluminense. Tomara que ele melhore, o futebol seria grato!

sexta-feira, fevereiro 18, 2011

POUCO FUTEBOL, NADA DE GOLS.

Por Danilo Silveira

Depois de conseguir uma classificação heróica para a fase mata-mata, o Napoli enfrentava em seu estádio, o Villarreal, no jogo de ida do duelo que vale vaga nas oitavas de final da UEFA Europa League. Muito fraca, a partida terminou com um placar que refletiu o que as duas equipes criaram em campo: 0 x 0.

A partida começou e aos poucos o Napoli foi se mostrando mais no ataque. Aos 11, um chute de Canpagnaro passou muito por cima. Fica até difícil destacar alguma chance de gol pois eram raras. A equipe da casa passava a maior parte do tmepo no ataque, mas sem criatividade, enquanto o Villarreal, pouco chegava no campo ofensivo, com Rossi e Nilmar isolados na frente. Aos 35, Lavezzi, figura mais criativa do jogo, tocou para Cavani e quando foi receber na frente foi derrubado, sofrendo falta. Pouco depois, o Argentino enfiou bola para Cavani, que estava de costas pro gol, mas o Uruguaio acabou girando mal. Fim de primeira etapa.

A primeira coisa que podemos destacar da segunda etapa foram as substituições no Napoli, que aconteceram aos 15 minutos: Mascara saiu para a entrada de Hamsick, enquanto na equipe visitante, Marcos Senna deu lugar para Marchena. O tempo foi passando e o Villarreal apareceu mais no campo de ataque, com Nilmar isolado fazendo o possível para se desvencilhar da marcação, mostrando habilidade. Aos 26, Valero chegou com perigo. Parece que o Napoli acordou, mas por apenas um minuto. Cavani recebeu cruzamento da esquerda e testou para as redes mas foi assinalado impedimento. Logo em seguida, Maggio lançou Lavezzi, que dominou no peito, ams a bola correu demais e o goleiro saiu abafando o chute. Rossi deu lugar a Rubem e Cazorla saiu para entrada de Catalá na equipe visitante. Já no Napoli, Gargano deu lugar a Sosa (pouco antes, Yebda saiu para entrada de Pazienza. Em umjogo onde mais se fala das substituições que da bola rolando propriamente dito, o placar de 0 x 0 refletiu o que aconteceu dentro das 4 linhas. Para não dizer que De Santcis não apareceu, ele defendeu chute de valero aos 43. Antes do apito final, ainda deu tempo de Aronica ser expulso.

quinta-feira, fevereiro 17, 2011

ARSENAL CONSEGUE MISSÃO QUASE IMPOSSÍVEL: 2 X 1 NO BARCELONA.

Por Danilo Silveira

Quiseram os deuses do futebol colocar frente a frente as duas melhores equipes do planeta nas oitavas de final da UEFA Champions League. Bate uma pontinha de tristeza ao saber que uma delas vai dar adeus precocemente à competição. Mas bate uma alegria de saber que dentro da lógica veremos 180 minutos de futebol. Aliás, agora só restam 90, pois nessa Quarta, no Emirates, Arsenal e Barcelona protagonizaram um duelo muito interessante. Após o apito final, 2 x 1 para os Gunners e o duelo está totalmente aberto. Vale destacar que essa foi a primeira vitória do Arsenal sobre o Barcelona em toda a história.

É característica do Arsenal jogar a maior parte do tempo no ataque, mas essa característica também é do Barcelona, e isso gerou um jogo eletrizante, lá e cá. Nos minutos iniciais, a equipe Inglesa se mandou pro ataque, tentando sufocar o Barça. Mas aos 14, a equipe Catalã quase abriu o placar. Após tabela de Messi com Villa, o melhor jogador do mundo deu um toque com cavadinha encobrindo Szcsesny, mas a bola caprichosamente saiu à esquerda do gol. Dois minutos depois, Messi de redimiu do erro ao colocar David Villa na cara do gol, o espanhol não desperdiçou e chutou rasteiro para abrir o placar. E mais dois minutos correram e a trama do Barça terminou com um toque de letra de Pedro que poderia ter resultado no segundo. Guerreiro, o Arsenal respondeu no mesmo minutos, quando Wilshere arrancou pelo meio e abriu pra Van Persie na esquerda, só que o holandês finalizou mal, à direita de Valdéz. A zaga do Arsenal jogava bem avançada, acredito que buscando deixar os jogadores do Barcelona em posição de impedimento. Um grande risco, pois tamanha a qualidade do Barça, que a qualquer momento um toque genial poderia achar um jogador da equipe de Pepe Guardiola em posição legal, na cara do gol. Aos 37, Messi tocou para Pedro, que chutou em cima de Szczesn, mas a bola bateu novamente no espanhol e sobrou para Messi completar de cabeça para o gol, mas foi assinalado impedimento. O intervalo chegou e o Arsenal foi para o vestiário atrás no marcador.

A segunda etapa começou e aos 11 minutos, Pedro teve grande chance de amplair quando recebeu na frente, mas Kosielny chegou para dar o bote. Aliás, cabe ressaltar que o zagueiro francês foi um gigante, e para mim, o melhor em campo. Aos 19, Van Persie chutou de fora para defesa de Valdéz. Que o ataque do Barça é fantástico, todos nós sabemos, mas hoje a equipe mostrou uma solidez na defesa admirável. Era muito difícil para os Gunners penetrar. Aos 22, Iniesta colocou Messi na cara do gol na ponta esquerda, mas o melhor do mundo desperdiçou novamente, chutando na rede pelo lado de fora. Guasrdiola trocou David Villa po Keita, substituição que confesso que não entendi. Wenger tirou Song e colocou Arshavin, demonstrando bastante coragem. Pouco depois, Bendtner foi para o jogo na vaga de Walcott, que não fez uma boa partida. Aos 32, saiu o empate. Clich em um passe genial, achou Van Persie na esquerda da área, eu achei que o holandês fosse cruzar e creio que Valdez pensou o mesmo, ams Van Persie chutou diretamente pro gol pegando o goleiro do Barça desprevinido. Festa no Emirates, era os Gunners colocando números iguais na partida. Mas ainda tinha mais por vir. Aos 37, Fábregas deu lançamento primoroso para Nasri, que teve a calma, a consciência de rolar pro meio para Arshavin chegar batendo, contar com vacilo de Valdez e virar o jogo. Alegre, contente e feliz, o Emirates cantava e nesse momento, deve ter batido no coração dos ingleses, que a aparentemente missão impossível de derrotar o melhor time do mundo, era sim possível. Isso porque o Arsenal, se não é a melhor equipe do mundo é a segunda melhor.

Barça e Arsenal esperam o duelo do Camp Nou, tão ansiosos quanto aqueles que admiram esse esporte.

"CARROSEL CELESTE DE CUCA" ATROPELA ESTUDIANTES NA ESTRÉIA.

Por Danilo Silveira

Histórica! Assim define-se a atuação do Cruzeiro hoje, na estréia da equipe Celeste na Taça Libertadores da América. Sonoros 5 x 0 pra cima do Estudiantes na reedição da final da competição de 2009. Viu-se uma aula de marcação, de ataque e de postura dos comandados do melhor técnico do Brasil, Cuca.

Com menos de um minuto, Walysson recebeu próximo à meia lua e arriscou: a bola desviou no marcador, encobriu o goleiro Orión e morreu no fundo das redes. Atrás no placar, a equipe argentina veio pra cima, tentando encurralar o Cruzeiro. Destaque para as bolas aéreas, sem muito sucesso. Os minutos se passaram e aos 17, Cuca foi premiado por escalar dois meias de muita qualidade. Em contra ataque, Montillo deu um drible desconsertante em um adversário e lançou Roger na esquerda, que avançou, cortou a marcação e fez o segundo com um chute no canto direito. Aos 19, Verón arriscou de fora para defesa de Fábio. O Estudiantes tentava, mas o Cruzeiro se mostrava bem mais arrumado em campo. O terceiro quase saiu quando a marcação falhou, Montillo arrancou e chutou, mas Orión defendeu. Mas o Argentino marcou o dele aos 38. Roger tocou da esquerda pro meio, ele dominou, driblou o goleiro e jogou a bola para as redes. Festa em 7 Lagoas. E ainda tinha mais por vir.

A segunda etapa começou e o técnico do Estudiantes esperou 12 minutos para trocar Benitez por Nuñes. Mas 2 minutos depois, brilhou novamente a estrela de Montillo. O Cruzeiro veio trocando passes mas a bola foi afastada com um chutão pro alto, mas antes que ela tocasse novamente no gramado, Montillo chutou, a redonda tocou no famoso montinho artilheiro, contou com falha de Orión e entrou: 4 x 0 para o Cruzeiro. Cuca poderia ter recuado o time, se retrancado, mas não! Quando dou a ele o status de melhor técnico do Brasil é por isso. O Cruzeiro dava uma aula de marcação pressão. O Estudiantes criava chances esporádicas, mas em muitos momentos demonstrava-se encurralado pelo "Carrossel Celeste" de Cuca. Com 23 minutos, a torcida reconheceu o trabalho do treinador e o canto "Olê, olê, olê, olá, Cuca, Cuca", ecoava em Sete Lagoas. Gilberto, Roger e Wellington Paulista deixaram a partida no decorrer da segunda etapa para as entradas de Diego Renan, Dudu e Thiago Ribeiro respectivamente. Ficou evidente que Cuca não queria tirar sua equipe do ataque. Aos 37, cruzamento da direita, após dividida a bola bateu no goleiro, depois em Walysson e entrou.

Sem mais considerações, esse foi o cartão de visitas do Cruzeiro de Cuca.

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

SANTOS EMPATA SEM GOLS COM O TÁCHIRA NA ESTRÉIA.

Por Danilo Silveira

Sinceramente eu esperava mais do Santos na estréia da Libertadores. Com status de um dos favoritos, a equipe da Vila pegou o Deportivo Táchira, na Venezuela. O Alvinegro Praiano chegou a dominar algumas partes do jogo, mas criou muito pouco e o placar terminou zerado.

A partida começou truncada, com as duas equipes marcando forte. Aos 18 minutos, Arouca arriscou de fora, o goleiro deu rebote, Diogo dividiu com um adversário, mas a arbitragem marcou alguma irregularidade, acredito que impedimento. A partida seguia sem muitas chances de gol e muito faltosa. Aos 31, Elano lançou Diogo na direita, o atacante avançou e cruzou, Neymar tentou de letra, a bola tocou na marcação e sobrou para Danilo que chutou, mas a bola incrivelmente pegou no pé do goleiro e na trave esquerda. O Santos era melhor na partida e os donos da casa não conseguiam criar, o zagueiro Edu Dracena fazia boa partida. Aos 33, Neymar achou Danilo na esquerda, 0 lateral cruzou para Diogo empurrar para o gol, mas a arbitragem viu impedimento no toque de Neymar: o fato é que Danilo estava em posição legal, mas Elano estava impedido, mas não participou do lance. Assim que a bola saiu dos pés de Neymar, o meio campista ameaçou ir na bola e isso pode ter confundido a arbitragem. Sem gols, a partida chegou ao intervalo.

Quem achou que o Santos voltaria melhor para segunda etapa, criaria mais oportunidades e venceria o jogo, se enganou. O Táchira voltou bem e aos poucos foi se mostrando melhor que o Santos. Aos 4, cruzamento da direita e Herrera arriscou da meia lua, mas a bola saiu à direita. Aos 11, substituição no Táchira: Casanova deu lugar a Parra, que se mostrou mais ofensivo. Pouco depois, foi a vez de Adilson mexer, tirando Digo, sumido na segunda etapa, para colocar Zé Eduardo. O Santos não apertava a saída de bola e o Táchira se soltava cada vez mais. Adilson trocou Pará por Adriano, enquanto na equipe da casa, Del Valle entrou no lugar de Ernandez. Aos 33, Adilson fez a última mexida, colocando Alex Sandro, que entrou bem, na vaga de Léo. O Santos voltou a ser melhor nos minutos finais e buscar o gol, que só não saiu porque o goleiroSanhouse defendeu a cabeçada de Durval, que saiu após uma cobrança de falta da direita.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

PÉSSIMO TATICAMENTE, MILAN PERDE EM CASA PRO TOTTENHAM.

Por Danilo Silveira

As oitavas de final da Champions League começaram hoje. Depois de muita expectativa, as melhores equipes do planeta começaram a lutar por vagas nas quartas de final da comeptição. Em um dos confrontos mais esperados por mim, o Tottenham se deu bem, vencendo o Milan por 1 x 0 no San Siro. Destaque para um Gattuso que parecia estar sob efeito de algum alucinógeno de tanta confusão que criou.

As considerações da partida começam antes mesmo da bola rolar. Maximiliano Allegri, técnico do Milan, escalou Thiago Silva de volante, junto com Flamini e Gattuso, deixando a parte ofensiva da equipe por conta somente de Sedorff, Robinho e Ibra. Está correto que a equipe italiana estava cheia de desfalques, como Cassano, mas ele poderia perfeitamente abrir mão do Flamini, por exemplo, para colocar o Pato.

Como eu bem imaginava, a equipe Londrina começou o jogo melhor, tentando sufocar o Milan. Algumas bolas na área tentavam achar Peter Crouch, que tentava se enfiar por dentro dos jogadores do Milan. Aos 17, Abiatti precisou ser substutiúdo por causa de uma contusão na cabeça, mas nada de grave parece ter acontecido com o goleiro. Em sue lugar, entrou Amélia. O ímpeto do Tottenham parece ter diminuído com o tempo e o Milan começou a tentar sair pro jogo. Porém, a equipe Italiana esbarrava na falta de criação do meio campo, que era reflexo da escalação pouco ousada do treinador, com apenas um meia de ligação, Sedorff, que por sinal não estava bem. Aos 27, bola na área do Milan e Dawson subiu com a mão na nuca de Ibra: pênalti que o árbitro não assinalou. O jogo assim seguiu: um capenga Milan sem criar quase nada e o Tottenham se apresentando menos no ataque. Um cruzamento da esquerda espalmado por Gomes foi uma das poucas jogadas de perigo do Milan. Aos 41, Van Der Vaart arriscou de fora para boa defesa de Amélia.

A segunda etapa foi pra lá de movimentada. Allegri enfim colocou Pato, mas sabe Deus por que, tirou Sedorff. Logo aos três minutos, Van Der Vaart da meia lua tentou por cobertura mas a bola saiu. O Milan respondeu quando Gattuso cruzou para cabeçada de Yepes que parou em linda defesa de Gomes. Aos 9 minutos, o campo de jogo parece ter se tornado um palco de guerra. Flamini deu um carrinho na bola mas com uma força muito desproporcional e acabou machucando Korluca, que ficou caído no gramado enquanto jogadores discutiam em volta: confusão armada. O resultado foi o cartão amarelo para o jogador do Milan e a substituição de Korluca por Woodgate. Eu não mencionei, pois já ritual desse jogador: no primeiro tempo, Gattuso reclamou da arbitragem, além de discutir com Peter Crouch. Só que aos 13 da segunda etapa ele ultrapassou os limites ao agredir um membro da comissão técnica adversária, levando a mão ao rosto do sujeito. O auxiliar estava próximo, mas não posso afirmar que ele viu, mas o fato é que Gattuso não sofreu punição, continuando em campo. No minuto seguinte, nova cabeçada de Yepes e outra linda defesa de Gomes. Redknapp colocou Modric na vaga de Rafael Van Der Vaart, mas era o Milan que vinha pra cima. Mas faltava qualidade. Robinho voltava e se apresentava quase como um camisa 10, Pato estava sumido na partida e Ibra jogava mais enfiado sem conseguir muita coisa. O jogo era quente, Gattuso e Crouch se desentendiam. O jogador italiano levou, enfim, cartão amarelo, por uma falta no meio campo e inconformado começou a socar o chão. Algo parecia não estar funcionando bem na cabeça do volante e capitão da equipe Milanesa. Talvez ele estivesse indignado com a escalação defensiva feita por Allegri e estivesse descontando em quem aparecesse pela frente. No Tottenham, Piennar saiu para entrada de Kranjcar. O Milan, com uma grande quantidade de jogadores com características de marcação, conseguiu o improvável: tomar uma contra ataque com apenas dois jogadores marcando. Modric tocou para Lennon que arrancou com toda liberdade do mundo, driblou Nesta e tocou pro lado e Crouch completou para as redes fazendo o único gol do jogo. O Milan ainda chegou perto do empate em em bicicleta de Ibra que chegou ao fundo das redes, mas o árbitro assinalou corretamente falta graças ao empurrão do sueco em Dawson (lembro que na primeira etapa ele não marcou um pênalti em Ibra). Faltavam poucos minutos para o final da partida e o Milan estava sendo derrotado, e vale lembrar que Allegri ainda tinha uma substituição, e ainda tinha o garoto Merkel no banco de reservas, mas preferiu não utiliza-lo. O árbitro apitou o final do jogo, mas Gattuso queria aparecer mais um pouco. Ele estava discutindo com um integrante da comissão técnica adversária quando de repente deu uma cabeçada no cidadão, e resolveu brigar com todo mundo, tendo que ser segurado para coisa não piorar. Em situação delicada, assim encontra-se o Milan na Champions League.

Na outra partida do dia, Valencia e Schalke 04 empataram em 1 x 1 em solo espanhol. Soldado abriu o placar para os donos da casa, mas o veterano Raúl empatou., dando números finais ao jogo.

domingo, fevereiro 13, 2011

ALÔ LONDRES!

Por Danilo Silveira

Com a vitória da Argentina sobre a Colômbia, o Brasil só estaria fora das olimpíadas se tomasse uma goleada histórica do Uruguai. E o que aconteceu foi justamente o contrário. Com jeito do futebol brasileiro, encantando, jogando bem, o Brasil aplicou sonoros 6 x 0 no Uruguai e garantiu o título do sul-americano Sub 20.

Não demorou muito para o Brasil impôr seu jogo e mostrar a que veio. Com Neymar aparecendo bem pro jogo, Lucas um pouco menos, mas ainda assim produzindo boas jogadas, a seleção de Ney Franco veio pra cima. Mas o gol demorou a sair, mas quando saiu, foi praticamente em dobro. Aos 40, Lucas abriu o placar e aos 41, o meia do São Paulo fez mais um. E aos 43, Adrián Luna foi expulso.

Com um homem a mais em campo, tudo indicava que o Brasil não teria grandes dificuldades para vencer, mas logo no início da segunda etapa, pênalti do zagueiro Saimon que foi expulso. A essa altura uma certa apreensão poderia bater no coração dos Brasileiros, mas Vecino tratou de bater por cima. E logo em seguida, Danilo apareceu pela direita e chutou para ampliar. Faltava os gols de Neymar para coroar a festa. E assim como Lucas, ele marcou em dobro. Aos 12 e aos 16, o menino da Vila fez o placar pular para 5 x 0. Um dos personagens principais do Brasil nesse Sul Americano, fechou a conta e carimbou oficialmente o passaporte do Brasil para Londres: aos 36, Lucas fez o último gol do torneio: Brasil 6 x 0 uruguai.

Essa seleção tme muito potencial, mas faltava uma atuação convincente de verdade, e foi hoje. Que elas se repitam em 2012, pra inglês ver!

sábado, fevereiro 12, 2011

EM CLÁSSICO ELETRIZANTE, TARDELLI MARCA TRÊS E GALO VENCE RAPOSA.

Por Danilo Silveira

Simplesmente o melhor jogo em 2011 que eu vi em teritório nacional. Cruzeiro e Atlético-MG fizeram uma partida com cara de decisão em Sete Lagoas. Apenas com a Torcida Celeste presente, o Galo venceu a Raposa por 4 x 3, mesmo placar do último confronto entre as equipes. Tardelli fez três e foi expulso nos acréscimos.

O Cruzeiro começou o jogo em cima do Galo, tentando encurralar a equipe de Dorival Júnior no campo defensivo. Aos 4, Henrique arriscou de fora e a bola saiu à direita. Aos 15, foi a vez de Ricardinho arriscar de fora pela equipe do Galo e a bola saiu à esquerda de Fábio. Aos 19, a superioridade do Cruzeiro em campo refletiu no placar também: Montillo arriscou de fora, a bola tocou em um adversário e sobrou para Wellington Paulista completar para as redes para festa cruzeirense. Porém, 5 minutos mais tarde, veio o empate. Escanteio cobrado da direita e o árbitro viu um pênalti, que Diego Tardelli cobrou para empatar. O Cruzeiro sentiu o golep e 3 minutos mais tarde, Tardelli novamente apareceu para virar o jogo. Logo, a equipe de Cuca voltou a dominar a partida e fez Renan Ribeiro sair da primeira etapa como um dos melhores em campo. Ele fez defesas em chutes de Diego Renan e Gilberto. Aos 35, o empate do Cruzeiro só não veio porque a cabeçada de Henrique tocou na trave.

Mesmo tendo maior volume de jogo na primeira etapa e jogando bem emlhor que o Atlético-MG, Cuca resolveu mexer duplamente para a segunda etapa: ele tirou Léo e Gilberto, colocando Ed Carlos e Roger. E não é que o meia, que recentemente deu declarações polêmicas, jogou muito bem. Logo aos 4 minutos, o Cruzeiro chegou ao empate com Henrique. Mas o Galo tinha Tardelli, que aos 6, colocou o Atlético-MG na frente. O Cruzeiro continuava a jogar bem e Roger começou a aparecer muito bem, não só mostrando técnica como um esforço tremendo. Mas aos 11, o Atlético que quase ampliou com Renan Oliveira, que recebeu cara a cara mas errou ao tentar driblar Fábio. Aos 20, Magno Alves deixou o campo para entrada de Neto Berola. E logo o atacante teve a chance de ampliar, quando recebeu na frente em posição duvidosa; o impedimento foi assinalado. Mas pouco depois, ele recebeu na frente de Ricardinho, driblou Fábio e colocou para o fundo das redes: festa atleticana. Para quem está lendo, parece que o jogo está sob controle para o Galo, mas quem estava vendo o jogo deve ter tido a mesma impressão que eu: o Cruzeiro vinha forte. Cuca colocou Walysson na vaga de Diego Renan, o Cruzeiro começou a pressionar o Galo e aos 40, depois de falta cobrada na área, um bate rebate terminou com Gil chutando para o fundo das redes. Aos 42, cruzamento na área e Wellington Paulista só não empatou a partida pois lá estava a trave salvadora. No minuto final, Tardelli foi expulso, mas nada que tirasse a vitória atleticana em um belo jogo: Cruzeiro 3 x 4 Atlético-MG.

COM SENSACIONAL BICICLETA DE ROONEY, MANCHESTER ACELERA.

Por Danilo Silveira

Falar sobre o clássico dos Manchesters hoje, passa invariavelmente por destacar o segundo gol do United, que deu a vitória e manutenção dos 4 pontos na liderança à equipe de A. Ferguson. Uma bicicleta excepcional de Wayne Rooney, onde as imagens do gol mostram muito mais do que mil paalavras o que de fato aconteceu.

Alguns titulares das equipes não entraram em campo por opção dos técnicos. No United, Rafael e Berbatov começaram no banco, enquanto no City, Kolo Tourre e Dzeko também não iniciaram dentro das 4 linhas. Nos minutos iniciais, o City jogou melhor, foi pra cima do United. Tévez e David Silva jogavam bem, e eram as principais peças da equipes. Aos 3, Silva teve a chance de abrir o placar, mas chutou cruzado pra fora. Por volta dos 20 minutos, o United melhorou, equilibrou a partida e até começou a jogar melhor que o adversário. Giggs fazia um bom papel pela esquerda de ataque, enquanto no meio, um sumido Anderson, e no ataque, um Rooney também pouco participativo. Aos 40, Van Der Saar chutou pro campo de ataque, Rooney dividiu no alto com adversário e a bola sobrou para Giggs enfiar lindo passe para Nani completar no canto esquerdo de Hart e abrir a contagem no Teatro dos Sonhos, o Old Trafford. Sendo assim, o jogo foi para o intervalo com o placar em 1 x 0 para os mandantes.

Logo nos primeiros minutos da segunda etapa, R. Mancini tirou Kolarov para colocar Wrigth Phillips. O jogo era equilibrado sem muitas chances de gol. Aos 14, entrou o homem que iria colaborar para o empate do City sair: Dezeko. Ele veio para campo na vaga de Milner. E cinco minutos depois, após cruzamento da direita, ele dividiu com adversário, a bola ainda tocou em David Silva antes de entrar: tudo igual. Quase imediatamente, A. Ferguson tirou o apagado Anderson e colocou Berbatov em campo. O jogo cresceu de produção, as duas equipes corriam atrás do resultado positivo. Apesar de faltarem cerca de 25 minutos de narração, limito-me a falar de apenas um lance, que definiu o placar. Lindo! Sensacional! Extraordinário. Cruzamento da direita e Wayne Rooney, até então sumido, emendou uma bicicleta perfeita, no canto superior esquerdo de Hart, garantindo mais três pontos ao United e dificultando e muito a vida do City.

Logo após o apito final, a bola rolou no Emirates para Arsenal e Wolverhampton. Com dois gols do holandês Van Persie, os Gunners seguem 4 pontos atrás do Manchester e o final de campeonato promete muitas emoções.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

DEFESA COMPLICA E FLU SÓ EMPATA NA ESTRÉIA.

Por Marcos Freitas
O Fluminense inciou ontem à noite sua 4ª participação na Taça Libertadores, com um empate por 2 a 2 com o Argentinos Jrs no Engenhão. O jogo, que também marcava a estreia do Engenhão na competição sul-americana, foi marcado pela rivalidade entre brasileiros e argentinos, pela catimba quase sempre desleal dos argentinos e pela falta de espírito de Libertadores que o Tricolor demonstrou no 1º tempo.
No início do jogo, o Flu demonstrou quem era o mandante. As melhores jogadas saíam pelas laterais do campo, com Carlinhos e Mariano. Conca era figura apagada. Rafael Moura tentava, como no chute de fora da área que Navarro defendeu em dois tempos.
O Argentinos Jrs, percebendo que o tricolor tinha dificuldades em pressionar, resolveu sair para o jogo nos contra-ataques. Em um deles, após cruzamento da esquerda, Niell desviou e André Luis tirou em cima da linha (será?), em lance muito duvidoso. Logo depois o primeiro golpe. Após cobrança de falta, Niell de apenas 1,62m, desviou. A bola ainda resvalou em Diguinho e enganou Diego Cavalieri.
No segundo tempo, Muricy Ramalho deve ter chacoalhado seus comandados no vestiário. O time voltou com ímpeto e mais vontade, e melhorou consideravelmente após a entrada de Rodriguinho. Aos 14, veio o empate. Cruzamento da direita e Rafael Moura, oportunista, cabeceou com a contribuição do goleiro e catimbeiro Navarro: 1 a 1. Então, a torcida veio junto com o time e tudo indicava que a equipe viraria o jogo. Mas time argentino, não importa a situação, não desiste nunca. E numa falha do goleiro Diego Cavalieri, Niell, novamente cabeceou e colocou o time portenho a frente no placar. A torcida, impaciente, começou a pegar no pé do goleiro, pedindo o ex-titular Ricardo Berna. Muricy então, decidiu partir para o tudo ou nada: colocou Marquinho no lugar do zagueiro André Luis. Logo em sua primeira jogada, o meia cabeceou a bola fugiu do alcance de Rafael Moura, mas encontrou Mariano que encontrou o He-Man, dessa vez sozinho para empatar novamente: 2 a 2. É o quarto gol de Rafael Moura, que definitivamente lutará por uma vaga no disputado ataque tricolor. A dinâmica do jogo seguiu essa. Flu pressionando, o time do Argentinos Jrs retrancado, apostando em contra-ataques. Ainda é muito cedo para afirmar alguma coisa, mas este resultado dificulta a situação do tricolor. Além do grupo, a tabela é desfávorel ao time das Laranjeiras, que encerrará sua participação com dois jogos fora de casa e contava com 2 vitórias em casa para tranquilizar-se na competição. Além disso, os eternos desfalques Deco e Emerson estão sem previsão de volta. Para ganhar a Libertadores, é necessário espírito de Libertadores. O flu, pelo menos ontem, não teve.

LONDRES É LOGO ALI!

Por Danilo Silveira

O Brasil está muito próximo da classificação para as Olimpíadas de 2012, em Londres. Hoje, a equipe venceu o Equador pelo mesmo placar que o jogo anterior contra esse mesmo adversário: 1 x 0.

O gol brasileiro saiu logo aos 4 minutos: cobrança de falta da direita e Casemiro subiu para cabecear para as redes. Pouco depois, Diego Maurício, que substituía Neymar, recebeu cara a cara com o goleiro, bateu no canto esquerdo e a bola passou perto; chance incrível desperdiçada pelo jogador do Flamengo. O Brasil tentava sufocar. O Brasil tentava sufocar o Equador e Willian arriscou, o goleiro espalmou. Mas o Equador se mostrava um adversário perigoso e no lance seguinte, bola da direita pro meio, Gabriel saiu e o chute só não entrou porque jogadores do Brasil afastaram a bola que tinha o endereço do gol. Logo em seguida, Gaibor arriscou chute de fora e a redonda passou à esquerda com perigo. O jogo era bom, intenso e corrido, e aos 26, Lucas recebeu pela esquerda, saiu enfileirando os marcadores até chegar próximo ao gol e chutar para defesa de Jaramillo. No mesmo minuto, Diego Maurício recebeu bom passe e chutou cruzado para nova defesa do goleiro. Willian arriscou de fora, o goleiro deu rebote que Diego maurício colocou para as redes, mas foi assinalado impedimento. As chances apareciam, mas o Brasil não conseguia ampliar e o jogo foi para o intervalo com a diferença mínima no placar.

Para a segunda etapa, Vizuete colocou Caicedo e M. de Jesus nas vagas de De La Cruz e Cazares. O Equador melhorou e começou a se mostrar mais veloz. Aos 13, Lucas saiu driblando novamente e o goleiro fez nova defesa na conclusão do atacante do São Paulo. Ney Franco mexeu, tirando Willian para a entrada de Henrique. Aos 21, cruzamento da esquerda, o jogador equatoriano completou mas a bola pegou em cima de Romário. A resposta veio com Henrique em um chute cruzado da esquerda que passou próximo a meta do goleiro. Galhardo entrou na vaga de Danilo e pouco depois Alan Patrick na vaga de Diego Maurício. Os 15 minutos finais foram angustiantes para seleção Brasileira. O Equador veio pra cima e criou chances claras de empatar a partida. Penilla entrou na vaga de Ibarra. Aos 34, Montaño recebeu cara a cara com Gabriel e chutou mas o goleiro Brasileiro defendeu. Aos 36, após escanteio da esquerda, a bola sobrou no meio da área para M. de Jesus que incrivelmente chutou pra fora. Quando o apito final chegou, um alívio deve ter batido no coração de Ney Franco. Um jogo que poderia ter sido recheado de gols, não fosse a falta de pontaria das duas equipes, terminou com um golzinho apenas, que põe o Brasil muito perto das olimpíadas e tira as chances de classificação do Equador.

Um pouco antes dessa partida, o Uruguai venceu a Argentina e classificou-se para uma olimpíada após 84 anos. Agora os hermanos, para garantirem a classificação, precisam derrotar a Colômbia e torcer para uma derrota brasileira, e além disso, tirar gols de saldo nessa brincadeira toda. Ou seja, o Brasil está muito próximo de Londres.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

COM GOL DE BENZEMA, BRASIL CAI NOVAMENTE DIANTE DA FRANÇA.

Por Danilo Silveira

Há 19 anos o Brasil não vence a França. Hoje era a chance de acabar com o tabu. No palco da decisão da Copa de 1998, o Stade de France, e com um dos personagens principais daquele jogo (Zinedine Zidane) presente no estádio, o Brasil foi mais uma vez derrotado pelos franceses.

Com um meio campo um tanto quanto diferente, com Lucas, Elias( na vaga de Ramires contundido), Hernanes e o estreante coma amarleinha, Renato Augusto vestindo a 10, o Brasil foi em busca da vitória. A equipe de Mano menezes até começou bem, mas a melhor chance foi do adversário aos 8, quando Gourcuff recebeu no meio e deu de primeira para Benzema aparecer pela direita e chutar cruzado pra fora. Quatro minutos mais tarde, Pato arriscou pela esquerda mas a bola subiu. O Brasil mantinha a posse de bola, tentava envolver a França, mas encontrava um sistema de marcação muito forte. O tempo foi se passando e nada de chances reais de gol. A criatividade era coisa que passava longe em ambos os lados. Aos 35, Robinho arriscou chute da esquerda por cima da meta de Lloris. Assim, a primeira etapa foi caminhando para o fim, mas aos 38, um lance lamentável e capital da partida: Benzema deu chapéu em Lucas e em seguida em Hernanes, mas antes que o francês pudesse completar o drible, o jogador brasileiro elevou o pé até quase a altura da cabeça do jogador, acertando uma solada perto da região do peito e do ombro. Para quem lembra, o lance foi mais ou menos semelhante com o do holandês De Jong, na final da Copa do Mundo. Na hora, o árbitro deu cartão vermelho pro jogador e lá foi o Brasil com um a menos para o intervalo.

Coincidência ou não, a França voltou melhor para a segunda etapa com um homem a mais. Logo aos 2, Benzema recebeu por trás da zaga um cruzamento da esquerda, dominou e chutou, mas David Luis e Thiago Silva chegaram e o chute explodiu na zaga brasileira. Mas aos 8, o atacante francês não perdoou. Menez arrancou como quis pela direita e cruzou rasteiro; a bola passou por Thiago Silva, David Luis, Júlio César e sobrou livre para Benzema escorar para as redes: 1 x 0 para a França. Acho que já era tempo de perceber que o atacante francês não deveria ficar livre de marcação, mas Thaigo Silva e David Luis parecem que não entenderam isso e aos 10, cruzamento da direita, dividida no alto e a bola sobrou livre para Benzema, que só não ampliou porque Júlio César apareceu para defender sua cabeçada. Mano menezes sacou um apagado Renato Augusto para colocar o também estreante Jádson e quase simultaneamente, Blanc tirou M´Villa para colocar Diaby. Aos 15, Benzema cortou David Luis e chutou para nova aparição de Júlio Cesar. Aos 23, Menez, que realizou bom segundo tempo, saiu para a entrada de Remy. Mano menezes trocou um Robinho que errou demais da conta para colocar Sandro. O fato é que a França diminuiu muito o ritmo e deu espaço para o Brasil sonhar em empatar e até virar a partida. Mas a seleção Canarinha esbarrava na falta de qualidade. Nenhuma chance clara de gol, raríssimas jogadas trabalhadas e a derrota foi consolidando-se. Mano ainda trocou Pato e Elias por Hulk e André. E a grande chance saiu dos pés de Jádson, que enfiou linda bola deixando Hulk na cara do gol, mas o atacante Brasileiro errou o domínio e o goleiro saiu para afastar o perigo.

Assim, o Brasil perdeu sua segunda partida na Era Mano e segue o tabu.

terça-feira, fevereiro 08, 2011

A BATALHA PELA AMÉRICA VAI COMEÇAR.

Por Marcos Freitas
Começa neste meio de semana, a fase de grupos da Taça Libertadores da América 2011. Após a definição dos últimos participantes pela Pré-Libertadores, ocorrida semana passada, todos os grupos já estão definidos. Cinco brasileiros concorrem ao título e todos com reais condições de serem campeões.

No Fluminense, atual campeão brasileiro e principal candidato ao título, um elenco fortíssimo e um técnico campeão e sedento por uma conquista internacional são as principais armas para o inédito título tricolor. A campanha do ano passado e o bom início de temporada no Carioca são fatos animadores para o time das Laranjeiras superar o trauma de 2008. Fred e Conca são os destaques do time de Muricy Ramalho.

No Santos, o sonho do tricampeonato está nos pés do menino Neymar, de 19 anos. Com um desemepnho excepcional em 2010, o jovem atacante encantou o Brasil com seus dribles, pedaladas e principalmente a objetividade de seu futebol. Infelizmente, Neymar também ganhou destaque por atos de disciplina e insubordinação. Caso o menino desempenhe apenas o seu papel dentro das quatro linhas e o time com Ganso, Elano, Arouca e Keirrison se encaixe, o Alvinegro Praiano é fortíssimo candidato ao título.

O Internacional, atual campeão sul-americano, manteve a base vitoriosa do ano passado e se reforçou com dois jogadores argentinos de peso. O atacante Cavenaghi e o meia Bolatti, juntam-se a Guiñazu e D'Alessandro, formando uma base sólida e experiente de Libertadores. Celso Roth conta ainda com o meia e talismã Giuliano, responsável por gols fundamentais na campanha do Bi em 2010.

O Cruzeiro, vice-campeão nacional, também apostou na manutenção da base. O volante Leandro Guerreiro, ex-Botafogo, dará a sustentação e experiência necessária ao meio campo azul celeste que conta ainda com Gilberto e Montillo, jogadores com a tarimba necessária para disputar o título. Acredito que o time de Cuca é o mais entrosado entre os cinco brasileiros. No entanto, um grupo difícil e um técnico competente, mas instável emocionalmente podem complicar o futuro da Raposa.

O Grêmio, chega embalado pela disputa da Pré-Libertadores, após passar pelo Liverpool-URU, e busca manter a fama de time copeiro e de chegada em copas. O Tricolor gaúcho, talvez tenha o elenco mais fraco dos cinco, mas a combinação Libertadores, torcida guerreira e time valente, que já deu tantas alegrias aos gremistas, pode ser um fator decisivo para mais uma batalha. Dos times internacionais, os sempre perigosos argentinos do Estudiantes e Independiente, Rei de Copas, com 7 títulos e atual campeão da Sul-Americana, certamente se juntarão aos brasileiros como postulantes ao título. Já o LDU, protagonista de decisões sul-americana recentes, também brigará pelo Bi este ano. A promessa é de mais uma Libertadores recheada de emoção, jogos inesquecíveis, ídolos se consagrando e ganhando repercussão mundial.

domingo, fevereiro 06, 2011

DUAS VIRADAS, CHUVA DE CARTÕES E DE GOLS, ARBITRAGEM FRACA E VITÓRIA ALVINEGRA.

Por Danilo Silveira

Dos jogos que assisti nesse Cariocão (e não forma poucos), Fluminense e Botafogo protagonizaram o melhor deles. Se tecnicamente o jogo não foi brilhante, foi o mais emocionante, que deve ter mexido de forma mais acentuada com o coração dos torcedores. Após o apito final, 3 x 2 para o Botafogo, que assumiu assim a liderança do grupo.

A partida começou chata, sem emoção, sem muitas chances de gol. Após a parada técnica, por volta dos 20 minutos de partida, o jogo esquentou e muita coisa aconteceu. Aos 23, Renato Cajá (que fez excelente partida), cobrou falta no canto direito de Diego cavalieri que não alcançou: 1 x 0 para o alvinegro. Dois minutos mais tarde, Cajá mostrou que estava coma pontaria calibrada, chutou de fora da área e a bola tocou na quina da trave direita com o travessão. Aos 28, o Fluminense respondeu com mariano, que tabelou com Fred e chutou cruzado para defesa de Jeferson utilizando os pés. Aos 30, escanteio cobrado da esquerda e o estreante da noite, Rafael Moura, desviou no primeiro pau e a bola entrou: tudo igual. Aos 36, Cajá cobrou falta com muito perigo mas a bola saiu. No minuto seguinte, Mariano cruzou da direita, a bola pegou em um adversário e quase surpreendeu Jefferson, saindo a esquerda do gol. Aos 41, lance que culminou em lambança da arbitragem. Valencia derrubou Herrera pela esquerda de ataque do Botafogo e o árbitro assinalou falta. Imediatamente, os jogadores alvinegros correram até Gutembergt de Paula Fonseca pedindo a expulsão do jogador. Por reclamação, Loco Abreu levou amarelo. Imaginei que o árbitro não expulsaria Valencia, mas ele foi em direção ao jogador tricolor e aplicou o amarelo e em sequência o vermelho. Indignado, Fred correu até Loco Abreu e empurrou o uruguaio e teria que ter sido expulso, mas o árbitro ou não viu ou fingiu que não viu. Logo em seguida, Cajá, que parecia ter ingerido chumbo, ou colocado na chuteira, chutou de fora e a bola explodiu no travessão. Perto do fim, veio a virada tricolor. Falta cobrada na área, Fred se abaixou, se tocou an bola foi de leve, mas seu movimento foi suficiente para fazer Jefferson se enrolar e bater roupa, na sobra Rafael Moura, o H-Men, completou para as redes. Pouco depois, Botafogo no ataque, Flumiense rouba a bola e Marcelo mattos mata o contra ataque: falta para cartão amarelo. Exageradamente, o cartão que Gutemberg de Paula Fonseca exibiu foi o de cor vermelha, expulsando o volante e prejudicando o Botafogo. Se quase nada aconteceu nos minutos iniciais, a segunda metade foi de tirar o fôlego.

Para a segunda etapa, Joel sacou João Felipe e colocou o uruguaio Arévalo, enquanto Muricy sacou Leandroi Eusébio, com dores, para colocar André Luís. Aos 6, cruzamento, Loco Abreu joga o corpo (ou é puxado, não deu pra pegar na imagem) para trás e Rafael Moura sobe quase em cima do jogador: pênalti assinalado. Loco Abreu cobrou com seu tradicional cavadinha no centro do gol, que é bonito de se ver mas eu sou contra; só que dessa vez Diego Cavalieri ficou parado, no meio do gol e defendeu com facilidades. Bom para ver se o Loco começa a cobrar de maneira mais segura digamos assim. Aos 10, Bruno Tiago recebeu na área e foi deslocado por Edinho: novo pênalti. Loco Abreu não abriu mão de sua cavadinha, mas dessa vez no canto esquerdo de Cavalieri, que pulou pro lado contrário: 2 x 2. O árbitro da partida a essa altura já tinha distribuído vários cartões amarelos, inclusive para Fred, Rafael Moura e Diego Cavalieri. A superioridade do Botafogo era perceptível nesse momento e aos 17, Herrera trouxe do meio pra direita e tocou pra Loco Abreu, que chutou mal com a marcação chegando. Aos 18, Cajá deu linda enfiada de bola pra Herrera que tocou pro cima de Cavalieri, que ainda tocou na bola antes dela entrar: segunda virada na partida, Botafogo 3 x 2 Fluminense. Antes da parada técnica, Herrera ajeitou de cabeça da direita e Loco Abreu pegou d primeira para defesa de Cavalieri. O Fluminense mostrava a essa altura fragilidade defensiva e dificuldades na criação, isso reflete nas chance criadas pelo alvinegro. Muricy mexeu, tirando Souza e colocando Araújo. Aos 25, Joel fez suas suas duas últimas alterações, tirando Márcio Azevedo (que fez boa partida) e Cajá, (que pediu pra sair e foi um dos principais nomes do jogo) para as entradas de Éverton e Somália. Daí em diante brilhou a estrela de um dos melhores goleiros do Brasil. Aos 32, Mariano cruzou da direita e Araújo cabeceou para defesa de Jefferson. Aos 36 e aos 44, novamente o goleiro alvinegro apareceu, fazendo duas defesas em chutes quase semelhantes executados por Carlinhos da esquerda. Fim de papo no Engenhão: Fluminense 2 x 3 Botafogo.

Se as duas equipes vencerem seus jogos no próximo final de semana (Botafogo x Macaé e Madureira x Fluminense), teremos um Fla x Flu na semifinal e o Botafogo enfrentará um pequeno.